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Investimentos

Ibovespa tem melhor mês desde novembro de 2020 e renova recordes; Bolsa terá rali em fevereiro?

Índice sobe 12,56% puxado por fluxo estrangeiro; balanços, juros e fiscal vão ditar o humor no próximo mês

Por Murilo Melo

30/01/2026 | 19:03 Atualização: 30/01/2026 | 19:36

Ibovespa hoje operou atento à taxa de desemprego no Brasil, ao resultado fiscal e ao PPI dos EUA, após o índice perder fôlego e fechar em queda na sessão anterior. (Imagem: Adobe Stock)
Ibovespa hoje operou atento à taxa de desemprego no Brasil, ao resultado fiscal e ao PPI dos EUA, após o índice perder fôlego e fechar em queda na sessão anterior. (Imagem: Adobe Stock)

O Ibovespa fechou o pregão desta sexta-feira (30) em queda de 0,97%, aos 181.363 pontos, e encerrou janeiro com alta acumulada de 12,56%. Ao longo do mês, o índice renovou máximas históricas e ultrapassou, na quinta-feira (29), pela primeira vez, o nível de 186 mil pontos, em um movimento sustentado principalmente pela entrada de recursos de investidores estrangeiros.

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O Ibovespa acentuou a correção de fim de mês após uma sucessão de recordes tê-lo colocado, no melhor momento de janeiro, 25 mil pontos acima do nível de fechamento de 2025, então aos 161 mil pontos. Mesmo em baixa nas duas últimas sessões do intervalo, o índice da B3 conseguiu reter ganho de 12,56% no primeiro mês de 2026, superando por pouco novembro de 2023 (+12,54%) e assegurando o melhor desempenho desde novembro de 2020 (+15,90%) e, segundo o TradeMap, o janeiro com maior avanço desde 2006.

Em 12 meses, ou um ano, o avanço do Ibovespa chega a 42,90% no fechamento de janeiro.

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Até 28 de janeiro, o fluxo de capital externo na Bolsa brasileira em 2026 já era positivo em R$ 23,062 bilhões, volume equivalente a 90,54% de todo o ingresso registrado em 2025, que somou R$ 25,473 bilhões. Esse comportamento foi associado por especialistas a um dólar mais fraco no mercado internacional e à avaliação de que as ações no Brasil ainda negociam a preços atrativos. Ao mesmo tempo, a alta esteve ligada à reprecificação de ativos, sobretudo de blue chips, com destaque para grandes bancos e companhias ligadas a commodities, especialmente metais.

Também contribuíram para o desempenho do Ibovespa em janeiro a rotação global de recursos institucionais em direção a economias emergentes e a expectativa de cortes de juros nos Estados Unidos e no Brasil.

As principais altas do Ibovespa em janeiro

As maiores altas do Ibovespa em janeiro concentraram-se em empresas diretamente ligadas à retomada do apetite por risco, à expectativa de queda dos juros e à migração de investidores para ações descontadas e de maior liquidez. Entre os destaques do mês aparecem Cogna (COGN3), Raízen (RAIZ4), Vamos (VAMO3), Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR3), em um movimento que combinou leitura macroeconômica mais favorável, fluxo estrangeiro e reprecificação de papéis de maior volatilidade.

No caso da Cogna, que avançou 43,99% no mês, a leitura do mercado passou a incorporar a virada operacional da companhia e a melhora de suas métricas financeiras. “A empresa vive um ciclo de virada operacional, com forte reorganização financeira, redução de dívida e retomada da capacidade de geração de caixa. Isso mudou totalmente a percepção do mercado”, diz Kevin Oliveira, sócio e advisor da Blue3 Investimentos. Segundo ele, a ação também se beneficiou de revisões positivas de projeções por parte de bancos e casas de análise e da maior procura por empresas cíclicas e com beta elevado durante o rali do Ibovespa.

A Raízen, por sua vez, subiu 27,16% em janeiro após um longo período de desempenho fraco. A valorização foi associada à expectativa de um aumento de capital entre US$ 1 bilhão e US$ 1,5 bilhão, à queda dos juros futuros e ao avanço do plano de desinvestimentos, com venda de ativos aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A saída da condição de penny stock e o retorno do interesse estrangeiro em ações muito descontadas também ajudaram a destravar o papel.

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Já a Vamos teve alta de 23,53%, apoiada na leitura de alívio no custo de capital e na manutenção de recomendações positivas por grandes instituições financeiras, mesmo após revisões de lucro. Para Oliveira, o comportamento da ação está diretamente ligado à sensibilidade da empresa ao ciclo de juros. “A empresa é extremamente sensível à taxa de juros: para cada 1 ponto de queda da Selic, o lucro pode subir até 20%”, afirma. A forte desvalorização acumulada em 2025 abriu espaço para um movimento técnico de recuperação, que levou o papel novamente para a faixa dos R$ 4.

Entre as empresas ligadas ao setor de óleo e gás, a Prio avançou 23,10% no mês, beneficiada por recordes de produção, aumento de escala com os campos de Peregrino e Wahoo e pela leitura de geração elevada de caixa para este ano, o que reforçou a tese de crescimento da companhia. A tendência técnica de alta e o fluxo comprador intenso também sustentaram a valorização.

A Petrobras fechou janeiro com alta de 22,52%, acompanhando a elevação do preço do petróleo no mercado internacional e a migração de investidores para ações de primeira linha, as chamadas blue chips, em um ambiente de maior busca por liquidez. O movimento ocorreu em meio à alta do barril do tipo Brent, que chegou ao maior nível em quatro meses, favorecendo as empresas do setor e reforçando o interesse estrangeiro por papéis de maior peso no Ibovespa.

As principais quedas do Ibovespa em janeiro

Entre as maiores quedas do Ibovespa em janeiro, Vivara (VIVA3), Hapvida (HAPV3), Marfrig (MBRF3), C&A (CEAB3) e Auren (AURE3) concentraram as perdas em um movimento marcado por ajuste de posições, revisão de expectativas e maior sensibilidade a fluxo e risco, segundo Marcos Piellusch, professor da FIA Business School.

A Vivara recuou 16,22% após um período de forte valorização acumulada em 12 meses, em meio à maior volatilidade no varejo discricionário, enquanto a Hapvida caiu 11,74%, pressionada por sinais operacionais ainda fracos e pela perda líquida de beneficiários, o que elevou a cautela em relação ao desempenho do quarto trimestre de 2025. “O movimento combina ajuste depois de uma alta muito forte em alguns papéis e um começo de ano em que a curva de juros ainda oscilava, deixando o setor de consumo mais sensível a fluxo e risco”, explica Piellusch.

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A Marfrig teve queda de 6,56%, com o mercado voltando a concentrar a análise na alavancagem, na integração e na capacidade de execução da nova companhia. A C&A também recuou 6,5%, depois de sinalizar a analistas vendas em mesmas lojas próximas de zero no quarto trimestre de 2025, bem abaixo das projeções anteriores. “Em períodos de rotação, empresas com histórias de integração e níveis mais elevados de dívida tendem a sofrer mais com aversão a risco e revisões de premissas”, explica o professor.

Já a Auren caiu 6,14% em um movimento associado a incertezas de curto prazo sobre a tese de investimento, principalmente em relação ao endividamento após aquisições e à sensibilidade aos preços de energia e às condições operacionais, fatores que aumentaram a volatilidade mesmo dentro de um segmento tradicionalmente visto como defensivo.

O que esperar do Ibovespa em fevereiro

Depois do rali observado em janeiro, o Ibovespa tende a entrar em fevereiro em um ambiente mais focado nos resultados e nos números das empresas, com o avanço da temporada de balanços do quarto trimestre de 2025 (4T25) das companhias listadas na B3 e maior seletividade por parte dos investidores. A leitura de Fernando Benavenuto, especialista em investimentos e sócio da Anvex Capital, é de que o movimento de alta recente deve dar lugar a uma dinâmica mais marcada por rotação entre setores e realização de lucros, sem necessariamente comprometer a tendência construtiva no médio prazo.

O mês também deve ser marcado por maior oscilação caso os resultados do 4T25 não venham na linha do que o mercado espera, além da retomada das discussões fiscais no Congresso e os próximos passos do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos). Para Oliveira, da Blue3 Investimentos, esse conjunto de fatores tende a elevar a volatilidade, embora o viés para o índice ainda seja favorável.

Na avaliação de Piellusch, da FIA Business School, o período tende a ampliar a dispersão de desempenho entre as ações, com maior sensibilidade a resultados e projeções das empresas. “Na prática, o índice pode até continuar bem, mas com rotação forte entre ações que entregam lucro e margem e ações que decepcionam”, afirma.

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Nesse ambiente, conforme ele, setores mais sensíveis à taxa básica de juros, como varejo, consumo e construção, tendem a ganhar tração se o mercado mantiver a leitura de melhora gradual das condições financeiras, enquanto bancos e empresas ligadas a commodities devem seguir relevantes, sobretudo se o fluxo estrangeiro permanecer e o dólar global continuar mais fraco.

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