• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Com a Selic em alta, as chances de recuperação do IFIX são baixas, diz sócio do Pátria

Para Rodrigo Abudd, a alta das taxas de juros penaliza o índice de FIIs, mas abre oportunidades de investimento

Por Daniel Rocha

14/10/2024 | 7:56 Atualização: 14/10/2024 | 18:24

Rodrigo Abudd é sócio do Pátria Investimentos (Foto: Pátria Investimentos)
Rodrigo Abudd é sócio do Pátria Investimentos (Foto: Pátria Investimentos)

A retomada do ciclo de aperto monetário no Brasil mudou a trajetória do IFIX na bolsa de valores. Em setembro, quando o Banco Central (BC) decidiu elevar a Selic para 10,75% ao ano, o índice que reúne os principais fundos imobiliários da B3, encerrou o mês com uma queda de 2,58% – o pior desempenho mensal desde novembro de 2022. Já em outubro, a performance do IFIX já supera essa marca ao registrar uma desvalorização de 2,64% até o pregão da última sexta-feira (11).

Leia mais:
  • Fundos de ações não captaram a alta da Bolsa, diz CEO da Sparta
  • "BC errou por pressão do mercado e pode errar de novo"
  • "Não vejo benefício nos pós-fixados com a alta da Selic"
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Para Rodrigo Abudd, sócio do Pátria Investimentos, enquanto o ciclo de aperto monetário perdurar, as chances de uma recuperação desse mercado permanecem baixas. Isso acontece porque a indústria de fundos imobiliários é bastante correlacionada ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI) que acompanha o movimento da taxa básica de juros do País. Ou seja, se a Selic chegar a 12% no fim do ano, como o mercado precifica, a tendência é de que o IFIX continue sendo penalizado.

A atual dinâmica da economia favorece os fundos imobiliários de papel por terem um portfólio mais atrelado à inflação e ao CDI, mas não exclui as oportunidades de investimento dos fundos de tijolo – que investem em imóveis físicos. Segundo o sócio do Pátria Investimentos, embora esse segmento distribua um dividendo inferior ao de papel, a baixa remuneração é compensada pela valorização do portfólio ao longo dos anos. “Se juntarmos o ganho de capital das cotas (dos FIIs de tijolo) mais o pagamento de dividendos, teremos um valor mais alto do que um investimento em um fundo de CRI”, disse Abudd.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Em 2024, o Pátria Investimentos se tornou a maior gestora de fundos imobiliários do Brasil com um patrimônio de R$ 21 bilhões sob gestão e com 20 fundos listados na bolsa. A relevância da gestora nesse mercado aconteceu graças à aquisição de 100% do VBI Real Estate, gestora que havia comprado 50% da carteira em 2022, e com a compra da vertical de real estate do Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG) ao longo deste ano. Confira os principais trechos da entrevista com Rodrigo Abudd!

E-Investidor – Em 2024, o Pátria concluiu a aquisição da VBI Real Estate e comprou a vertical de FIIs do Credit Suisse. Quais são os planos da gestora com o novo portfólio?

Rodrigo Abudd – As duas gestoras sempre tiveram uma boa aceitação do mercado, mas o objetivo por trás dessa estratégia [de aquisição] é explorar todas as sinergias possíveis e imaginárias do portfólio. Temos 20 fundos listados. Então, precisamos ver quais são as sinergias entre os fundos imobiliários. A princípio, temos um acordo que, nos próximos dois anos, nada muda. Os fundos continuam independentes, mas dentro do “guarda-chuva” do Pátria. Mas, no longo prazo, pretendemos explorar a sinergia que temos dentro das operações.

Após a alta da Selic, o IFIX acumula perdas de 2,66% em 2024. O que esperar dos fundos imobiliários?

Publicidade

O mercado de fundos imobiliários está relacionado ao CDI, que acompanha a taxa básica de juros. Então, quanto maior for a Selic, pior será a tendência de queda do IFIX. Por outro lado, é um bom momento para o investidor aproveitar as oportunidades no mercado secundário com a desvalorização das cotas porque se torna mais difícil para os gestores captarem novos recursos no mercado primário (com a emissão de novas cotas), especialmente para os fundos de tijolo. Temos que pensar que os fundos imobiliários de tijolo funcionam mais como uma abordagem de equity de investimento, enquanto os fundos de papel atuam como uma renda fixa. Então, o que enxergo para o segundo semestre de 2024 e começo do próximo ano é uma maior atratividade para os fundos de papel por estarem atrelados à inflação ou ao CDI. Os gestores de fundo de tijolos devem ficar atentos para as oportunidades de novas aquisições de ativos para os seus portfólios. O desafio é conseguir recursos para fazer essas transações.

Dado esse cenário, quais são os planos do Pátria para atrair novos cotistas para os fundos imobiliários de tijolo?

Os fundos imobiliários de tijolo precisam ter acima de tudo qualidade nos imóveis, como boa localização, e sempre priorizamos isso. Além disso, buscamos ter um patrimônio líquido elevado porque fica menos suscetível às volatilidades de mercado. Isso garante liquidez em bolsa e ainda atrai os investidores mais sofisticados que buscam oportunidades no mercado de FIIs de tijolo em períodos desafiadores, enquanto todo mundo olha para os FIIs de papel. Buscamos também ter gestão baseada na comunicação, transparência e qualidade nos relatórios. Por isso, vejo que haverá uma tendência de crescimento dos maiores fundos imobiliários nesse momento de mercado e queremos aproveitar esse movimento nas nossas cinco estratégias de FIIs.

É possível construir um portfólio de FIIs de tijolo com rendimentos compatíveis aos de renda fixa em um período de juros altos?

Publicidade

As cotas dos fundos de papel têm pouca valorização. Se formos analisar, a maioria dos fundos no IFIX continua com um valor de mercado em torno de R$ 100 após o seu IPO (Oferta Pública de Ações). Já o fundo de tijolo distribui em média um dividendo de 8% ao ano, mas o seu portfólio se valoriza. Então, os investidores precisam entender que os fundos de papel pagam mais dividendos em detrimento da valorização da cota, enquanto os fundos de tijolo remuneram menos, mas compensam (a baixa remuneração) com a valorização do portfólio. Se juntarmos o ganho de capital das cotas mais o pagamento de dividendos, teremos um valor mais alto do que um investimento em crédito privado.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Fundos Imobiliários (FIIs)
  • Investidores
  • mercado
  • Selic
Cotações
21/02/2026 15h21 (delay 15min)
Câmbio
21/02/2026 15h21 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    O ouro está se tornando o “novo dólar”, diz um dos gestores de fundos de hedge mais temidos de Wall Street

  • 2

    A reação do mercado à derrubada das tarifas de Trump pela Suprema Corte

  • 3

    NYT: crises estão por toda parte, mas os mercados parecem não se importar

  • 4

    Brasileiros cruzam a fronteira em busca de menos impostos; vale a pena?

  • 5

    Ibovespa fecha em patamar recorde, acima dos 190 mil pontos, após Suprema Corte derrubar tarifas de Trump

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Harry Styles no Brasil: veja quais são os Pacotes VIP e preços
Logo E-Investidor
Harry Styles no Brasil: veja quais são os Pacotes VIP e preços
Imagem principal sobre o IPVA de São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (21)?
Logo E-Investidor
IPVA de São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (21)?
Imagem principal sobre o Harry Styles no Brasil: veja os setores e os valores dos ingressos
Logo E-Investidor
Harry Styles no Brasil: veja os setores e os valores dos ingressos
Imagem principal sobre o PREVBarco do INSS: 6 cidades recebem atendimento ainda em fevereiro de 2026
Logo E-Investidor
PREVBarco do INSS: 6 cidades recebem atendimento ainda em fevereiro de 2026
Imagem principal sobre o Pix fora do ar? 3 maneiras simples de pagar as contas durante instabilidades
Logo E-Investidor
Pix fora do ar? 3 maneiras simples de pagar as contas durante instabilidades
Imagem principal sobre o Rolex 6 Horas de São Paulo: veja o valor dos ingressos e pacotes
Logo E-Investidor
Rolex 6 Horas de São Paulo: veja o valor dos ingressos e pacotes
Imagem principal sobre o IPVA São Paulo 2026: como funciona a multa em caso de atraso?
Logo E-Investidor
IPVA São Paulo 2026: como funciona a multa em caso de atraso?
Imagem principal sobre o IPVA São Paulo 2026: calendário de vencimentos de fevereiro de 2026
Logo E-Investidor
IPVA São Paulo 2026: calendário de vencimentos de fevereiro de 2026
Últimas: Investimentos
Bolsa vê entrada de 68 mil novos investidores em janeiro; veja as ações e os fundos imobiliários favoritos
Investimentos
Bolsa vê entrada de 68 mil novos investidores em janeiro; veja as ações e os fundos imobiliários favoritos

Base de CPFs na B3 cresce 1,25% no primeiro mês de 2026, com ETFs em alta, FIIs ganhando espaço e ações consolidadas nas carteiras

20/02/2026 | 19h57 | Por Igor Markevich
Proximidade de corte da Selic abre novas apostas entre gestoras; veja as estratégias
Investimentos
Proximidade de corte da Selic abre novas apostas entre gestoras; veja as estratégias

Instituições concentram posições nos trechos curto e intermediário da curva de juros e veem espaço para novo rali

20/02/2026 | 17h28 | Por Arícia Martins
O ouro está se tornando o “novo dólar”, diz um dos gestores de fundos de hedge mais temidos de Wall Street
Investimentos
O ouro está se tornando o “novo dólar”, diz um dos gestores de fundos de hedge mais temidos de Wall Street

Para fundador da Greenlight Capital, David Einhorn, precioso se destaca diante de política comercial de Trump

20/02/2026 | 11h02 | Por Jake Angelo, da Fortune
B3 movimenta R$ 6 bilhões em CPRs para pessoa física, com 26 mil investidores e 4 milhões de títulos
Investimentos
B3 movimenta R$ 6 bilhões em CPRs para pessoa física, com 26 mil investidores e 4 milhões de títulos

Desde agosto de 2025, foram 14 emissões de Cédula do Produto Rural que redirecionaram liquidez ao varejo após restrições ao Certificado de Recebíveis do Agronegócio

19/02/2026 | 15h43 | Por Estadão Conteúdo

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador