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Investimentos

Dividendos em dólar: ganhe renda recorrente de até 6,5% investindo em ativos dos EUA

Analistas citam empresas e produtos financeiros com retornos crescentes em renda passiva; veja como se proteger da alta do dólar

Por Katherine Rivas

13/01/2025 | 3:00 Atualização: 27/01/2025 | 17:17

A escalada do dólar traz grande ensinamento sobre educação financeira. (Foto: Adobe Stock)
A escalada do dólar traz grande ensinamento sobre educação financeira. (Foto: Adobe Stock)

A combinação de alta do dólar com inflação acima da meta é caótica para as ações brasileiras e pode pressionar os dividendos das empresas da Bolsa, trazendo à tona, assim, um velho conselho, que provavelmente o investidor já ouviu diversas vezes nos últimos anos: “dolarize a sua carteira”. Isso não significa vender todas as empresas brasileiras e correr para aplicar nos Estados Unidos, mas uma parcela modesta do dinheiro investido em moeda estrangeira deve reduzir consideravelmente a volatilidade do portfólio em 2025.

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O contexto indica um ano desafiador inicia para a Bolsa doméstica, com projeções para câmbio e inflação escalando toda semana e a ameaça constante dos juros baterem o patamar de 15% ao ano até junho, segundo pesquisa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) com 19 bancos. O primeiro boletim Focus de 2025, do Banco Central, já apontou o dólar em R$ 6 ao final deste ano e a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 4,99%.

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A regra, em geral, se mostra bastante simples: vale a pena dolarizar parte do patrimônio a qualquer momento e independentemente da cotação da moeda americana. Os motivos segundo Maria Irene Jordão, analista global da XP, são que o dólar é uma moeda forte e aceita globalmente, o que vai proporcionar maior segurança e estabilidade ao portfólio. Com isso, o investidor também estará se protegendo da desvalorização do real e da inflação. “É uma forma efetiva de proteger o poder de compra ao longo do tempo”, diz Jordão.

No mercado financeiro dos EUA, o investidor também encontrará uma ampla gama de produtos, que provavelmente não tem acesso no Brasil. “Infelizmente, a Bolsa brasileira continua extremamente concentrada em commodities e empresas financeiras”, avalia Lucas Schwarz, professor de Finanças Corporativas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Em mercados mais desenvolvidos, o investidor consegue acessar setores em expansão, como inteligência artificial (IA), exemplifica. Além disso, empresas globais possuem receitas mais diversificadas. Por exemplo, entre as companhias que integram  o índice S&P 500, 30% das receitas das empresas vieram de fora dos EUA.

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Para os que gostam de dividendos também há opções interessantes lá fora. E o investidor não precisa de grandes esforços para encontrar alternativas conservadoras que pagam bons dividendos. Empresas com marcas fortes e que fazem parte do cotidiano da população há décadas oferecem dividendos crescentes ano após ano. Algumas como a Coca-Cola (KO) têm essa prática há mais de 25 anos consecutivos, o que as levou a conquistar o título de “aristocratas de dividendos” (“dividend aristocrats“, em tradução livre para o inglês).

Há também aquelas como a Pfizer (PFE) que estão construindo a jornada para se tornar aristocratas de dividendos no futuro. A companhia do setor farmacêutico paga dividendos crescentes há 14 anos e em 2036 terá se transformado em uma aristocrata.

O mercado americano oferece também as dividend kings, termo cunhado para identificar empresas que pagam dividendos crescentes por mais de 50 anos consecutivos. Entre elas está a Pepsico (PEP), dona de marcas que com certeza os brasileiros já ouviram falar, tais como Pepsi, Doritos e Gatorade. No Brasil, por exemplo, não existem oficialmente aristocratas de dividendos. O período mais próximo de aumento constante dos dividendos das empresas foi de cinco anos, como prova este estudo.

Jordão, da XP, afirma que ações aristocratas sempre merecem uma posição de destaque na carteira do investidor por conta da sua resiliência em momentos de incerteza, protegendo o capital dos investidores. “Em 2025, especialmente, a mudança no governo americano traz um nível de incerteza ainda mais significativo para as bolsas, fazendo com essas empresas boas pagadoras de dividendos sejam ótimas opções”, defende.

Oportunidades no mercado americano: ações e dividendos

Entre as boas pagadoras de dividendos americanas alguns setores se destacam. Paula Zogbi, gerente de Research da Nomad, cita segmentos como financeiro, utilidade pública (utilities), materiais básicos e bens de consumo. No setor de tecnologia, segundo ela, também é possível encontrar empresas que pagam dividendos recorrentemente, principalmente aquelas que estão consolidadas e são líderes de mercado, porque precisam reinvestir pouco no crescimento dos negócios.

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O dividend yield (retorno em dividendos) das ações americanas, contudo, é inferior ao visto na bolsa brasileira. Um patamar considerado “adequado” de dividend yield nos Estados Unidos fica entre 3% e 5% ao ano, enquanto no Brasil os investidores costumam buscar ações que pagam mais do que 6%.

Segundo Guilherme Morais, analista da VG Research, empresas no exterior com dividend yield próximo de 5% são muito interessantes. Já acima de 7%, as companhias podem mostrar características de maior risco e devem ser monitoradas de perto, seja pelo alto endividamento ou seja pela possibilidade de corte nos proventos. “Como os juros historicamente são mais baixos nos Estados Unidos, o dividend yield também é menor”, observa.

  • Veja também: O que fazer com as ações da Vale, no menor valor de mercado em 9 anos? 

Há motivos que fortalecem o dividend yield mais baixo, explica Felipe Pontes, diretor de gestão de patrimônio na Avantgarde Asset Management. O primeiro vem do custo de capital: empresas brasileiras precisam compensar mais os investidores pelo risco do País.

Existe também a questão tributária, dado que os dividendos de ações americanas, REITs (fundos imobiliários americanos) e ETFs (fundos de índice) dos EUA são tributados em 30% na fonte. Esta forma reduz o retorno líquido para os investidores estrangeiros. “Apesar do dividend yield das empresas americanas ser inferior ao das brasileiras, o investimento nos EUA continua interessante para diversificação de carteira e se proteger contra riscos locais, especialmente em momentos conturbados como o atual, em que o dólar valoriza e o investidor ganha duas vezes”, avalia Pontes.

Outro motivo que podem compensar o dividend yield menor vem das recompras de ações, segundo Lucas Schwarz,  prática muito comum nos EUA para também remunerar os acionistas e fugir da tributação. Por esta estratégia das empresas, o dividendo  por ação futuro aumenta para quem permanece com os papéis após as recompras.

Frequência dos pagamentos de dividendos em dólar

A maioria das empresas americanas paga dividendos trimestralmente, mas o investidor também pode encontrar uma recorrência mensal e trimestral em outros ativos como REITs – que são empresas do segmento imobiliário com uma dinâmica muito semelhante aos fundos de investimentos imobiliários (FIIs) brasileiros – e até em ETFs que seguem índices focados em empresas boas pagadoras de proventos.

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Nos REITs, a dinâmica do dividend yield é parecida. Enquanto o índice de fundos imobiliários da B3 (IFIX) tem retorno médio de 11,98%, o índice de REITs americanos – o FTSE Nareit All REITs – está em 3,88% ao ano. “Quando falamos de dividendos de REITs nos EUA, uma taxa acima de 4% ao ano é considerada um ótimo rendimento”, aponta Priscilene Nunes, analista da Ticker Research.

  • Petrobras sobe 6,9% em 2024; vale a pena investir na ação em 2025?

Considerando que a previsão dos analistas e especialistas consultados pelo E-Investidor aponta para juros americanos em 2025 acima de 3,5% ao ano, mas com possibilidade de recuar mais na frente, o dividend yield em dólar oferecido por estes ativos se encontra em patamar condizente. Zogbi, da Nomad, enxerga um cenário favorável para ativos americanos neste ano diante de um ciclo de cortes de juros que está começando e vai diminuir os custos das empresas e estimular o consumo e investimento. “O novo governo de Donald Trump promete diminuir impostos corporativos e aliviar regulações, o que também tende a estimular o mercado de capitais”, afirma a analista.

Para Schwarz, mesmo com a alta de alguns ativos em 2024, ainda há espaço para dolarizar a carteira, mas em um ritmo mais lento. Apesar disso, além de dividendos, ele observa que as ações ainda oferecem margem para valorização.

  • Leia também: Veja oportunidades para dar os primeiros passos no mercado dolarizado

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