• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Por que a situação atual da China importa para o investidor

A repressão regulatória na China levou o SoftBank a interromper seus investimentos no país asiático

Por Luiz Felipe Simões

12/08/2021 | 15:21 Atualização: 12/08/2021 | 15:26

(Foto: glaborde7/Pixabay)
(Foto: glaborde7/Pixabay)

A repressão regulatória na China vem gerando preocupações em todo o mundo nas últimas semanas e diversos setores, como o de tecnologia e o de educação, foram impactados. O cerco regulatório foi tão grande que levou o SoftBank, um dos maiores players globais de investimentos e tecnologia, a interromper seus investimentos no país asiático.

Leia mais:
  • Como a pseudo-Cuba engoliu Cuba
  • China: Risco ou Oportunidade?
  • China pós-pandemia é opção para diversificar investimentos
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Em entrevista coletiva na terça-feira (10), o presidente executivo do grupo, Masayoshi Son, informou que os investimentos da companhia serão interrompidos enquanto o SoftBank espera a ação regulatória contra as empresas de tecnologia chinesas.

“Até que a situação fique mais clara, queremos esperar para ver. Em um ou dois anos, acredito que novas regras criarão uma situação diferente”, disse Son.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

As investidas das autoridades de Pequim não são nenhuma novidade, tendo em vista que o estado chinês tem muito mais influência na economia do que os países do Ocidente. Desde a tentativa frustrada do IPO da Ant Group, braço financeiro do Alibaba, os reguladores estão com um apetite mais voraz. O episódio mais recente é o caso das empresas de educação no país.

Reguladores miram empresas de educação

No dia 26 de julho, a regulação foi agravada com a decisão das autoridades chinesas de proibir plataformas ligadas à educação de abrir capital na bolsa de valores, obter lucro ou captar fundos. O país alega que o objetivo é controlar os custos do setor e tornar a educação mais acessível.

O endurecimento nas regras colocou o mercado em alerta, já que há bilhões de dólares investidos em um setor que havia decolado nos últimos anos. Larry Chen, fundador e CEO da Gaotu Techedu, por exemplo, viu o seu patrimônio encolher mais de US$ 15 bilhões diante da revisão regulatória. Segundo dados da Bloomberg, as ações da empresa de aulas particulares caíram cerca 69% nas negociações após o anúncio.

A iniciativa desencadeou uma forte derrocada nas bolsas ao redor do mundo. Na semana do dia 26 a 30 de julho, os principais índices fecharam o período em queda, com exceção do FTSE 100 de Londres. Confira:

  • O Ibovespa fechou em queda de de 3,34%, aos 121.800,79 pontos;
  • O Dow Jones (EUA) com -0,59%, aos 34.935,47 pontos;
  • O S&P 500 (EUA) com -0,61%, aos 4.395,26 pontos;
  • O Hang Seng (Hong Kong) com – 0,88%, aos 25.961,03 pontos;
  • CSI 300 (Xangai e Shenzhen) com -2,32%, aos 4.811,17 pontos
  • Nikkei (Japão) com – 1,97%, aos 27.283,59 pontos;
  • FTSE 100 (Inglaterra) fechou em alta de 0,10%, aos 7.032,30 pontos.

Segundo Rodrigo Knudsen, gestor da Vitreo, a saga começou com o IPO da fintech Ant Group, ligada ao Alibaba. A abertura de capital foi cancelada pelos reguladores chineses ainda em 2020. O gestor pensou que as intervenções do governo ficariam por aí, tendo em vista que a empresa tinha relações com o sistema financeiro.

“O que mais assusta os investidores é que teve uma intervenção que, de fato, foi mais impactante e estrutural nas empresas privadas de educação. Isso levanta a dúvida de qual vai ser o próximo setor que o governo irá colocar o dedo. É um fenômeno de mais medo e incerteza quanto ao futuro e não pelo fato pontual da intervenção”, diz Felipe Arrais, especialista em investimentos globais da Spiti.

Como isso impacta o mercado brasileiro?

De acordo com Arrais, a reação de queda nas bolsas mundiais são conhecidos como “efeito contágio”. Esse fenômeno é muito importante quando falamos de países emergentes, pois o investidor estrangeiro vê tais mercados como uma coisa só, apesar de suas particularidades. Ele cita o exemplo de quando a Argentina deu o calote no Fundo Monetário Internacional (FMI). Na ocasião, os ativos brasileiros sofreram, mesmo não estando diretamente relacionados com a tese.

Publicidade

Como o investidor está avesso ao risco chinês, isso o torna menos disposto a aplicar em ativos brasileiros, exatamente por esse efeito de contágio. “Pode até ser que a China demande menos commodities se algo sair pela culatra e o crescimento do país for impactado de alguma maneira”, diz Arrais.

Knudsen, da Vitreo, explica que os impactos dessas decisões dos reguladores possuem um impacto maior no curto prazo, mas que os efeitos no longo prazo são praticamente nulos.

Desta forma, podemos observar que apesar de as decisões dos reguladores não serem 100% responsáveis pelas quedas, elas desencadeiam momentos de mais volatilidade no mercado, que pela lógica do efeito de contágio acabam respingando em outras regiões.

Apesar de causarem efeitos pontuais, essas situações de contágio podem assustar aquele investidor que não está muito antenado no mercado e viu seus ativos no vermelho. Mas é preciso lembrar que, muitas vezes, as altas e quedas, sejam elas das bolsas de valores ou das ações, não acontecem de maneira linear, mas sim acompanhadas de solavancos no meio do caminho.

Os cuidados do investidor

A diversificação em classes de ativos distintas ou em termos geográficos é fundamental para ter uma carteira de investimentos sólida e robusta.

Publicidade

Os especialistas concordam que ter a China na carteira é uma boa forma de diversificar o seu portfólio, já que, normalmente, quando os investidores aplicam no exterior, estão expostos apenas aos Estados Unidos.

Na visão de Knudsen, ao investir no país asiático, é preciso alocar um pedaço do patrimônio muito pequeno. O gestor explica que há quem se empolgue com a China e coloca 10% do patrimônio no país. Mas a indicação do profissional é de alocar de 1% a 2% (3% para investidores arrojados).

Para Arrais, é preciso conhecer melhor a tese de investimentos na China. Segundo ele, normalmente a atenção está mais para o potencial de ganhos do que os riscos.

“No mercado chinês, ao longo da história, uma correção de 20% é normal, mas, o brasileiro muitas vezes não sabe disso antes de colocar uma bela fatia da sua carteira em China, porque ele está pensando somente no potencial de ganhos”, diz.

Publicidade

*Com informações da Reuters

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Alibaba
  • China
  • Conteúdo E-Investidor
  • Ibovespa
  • S&P 500
  • Softbank
Cotações
22/01/2026 8h44 (delay 15min)
Câmbio
22/01/2026 8h44 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Will Bank liquidado e site fora do ar: devo pagar a fatura em aberto do banco?

  • 2

    Ibovespa hoje bate recorde histórico e tem maior alta diária desde abril de 2023

  • 3

    Ibovespa fecha acima de 166 mil pontos e bate novo recorde em meio a cenário externo tenso

  • 4

    CDBs do Will Bank já preocupavam mercado antes de BC decretar a liquidação; entenda o caso

  • 5

    Como ficam os clientes do Will Bank, que têm R$ 7 bi em CDBs e LFs, após a liquidação da fintech pelo Banco Central?

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Aposentadoria de professores: como funciona a regra do pedágio em 2026?
Logo E-Investidor
Aposentadoria de professores: como funciona a regra do pedágio em 2026?
Imagem principal sobre o Gás do Povo: é possível efetuar a recarga com o cartão social do Bolsa Família em 2026?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: é possível efetuar a recarga com o cartão social do Bolsa Família em 2026?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (21)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (21)?
Imagem principal sobre o Como simular a aposentadoria pelo INSS em 2026?
Logo E-Investidor
Como simular a aposentadoria pelo INSS em 2026?
Imagem principal sobre o Aderiu ao saque-aniversário do FGTS? Entenda quanto você pode receber
Logo E-Investidor
Aderiu ao saque-aniversário do FGTS? Entenda quanto você pode receber
Imagem principal sobre o Quer se aposentar em 2026? Veja o que muda na idade mínima
Logo E-Investidor
Quer se aposentar em 2026? Veja o que muda na idade mínima
Imagem principal sobre o Como pagar a multa por não votar nas eleições pelo Autoatendimento Eleitoral?
Logo E-Investidor
Como pagar a multa por não votar nas eleições pelo Autoatendimento Eleitoral?
Imagem principal sobre o Multa por não votar nas eleições: como pagar o valor no cartório?
Logo E-Investidor
Multa por não votar nas eleições: como pagar o valor no cartório?
Últimas: Investimentos
O risco de investir em CDBs após Master e Will Bank: o que a taxa de retorno esconde sobre liquidez e emissor do ativo
Investimentos
O risco de investir em CDBs após Master e Will Bank: o que a taxa de retorno esconde sobre liquidez e emissor do ativo

Episódio reacende debate sobre liquidez real, risco de crédito e por que rentabilidade não deve ser prioridade quando o objetivo é segurança imediata

22/01/2026 | 05h30 | Por Isabela Ortiz
Will Bank: investidor do Master pode ficar de fora da cobertura do FGC
Investimentos
Will Bank: investidor do Master pode ficar de fora da cobertura do FGC

Teto de cobertura do fundo engloba investimentos dentro de um mesmo conglomerado; Master incorporou Will Bank em agosto de 2024

21/01/2026 | 14h24 | Por Beatriz Rocha
Will Bank fora do ar hoje após liquidação pelo Banco Central: sua conta corrente tem proteção do FGC?
Educação Financeira
Will Bank fora do ar hoje após liquidação pelo Banco Central: sua conta corrente tem proteção do FGC?

Com a liquidação extrajudicial, as operações foram interrompidas, mas os saldos seguem protegidos pelo FGC dentro dos limites legais

21/01/2026 | 12h29 | Por Isabela Ortiz
Veja perguntas e respostas para entender a liquidação do Will Bank, banco digital do Master
Investimentos
Veja perguntas e respostas para entender a liquidação do Will Bank, banco digital do Master

Investidores serão ressarcidos pelo FGC; veja como funciona o processo e quanto tempo ele pode demorar

21/01/2026 | 12h21 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador