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Investimentos

Os investimentos mais recomendados para o mês de julho

Confira as dicas dadas por 5 especialistas ouvidos pelo E-Investidor

Por Thiago Lasco

02/07/2020 | 11:57 Atualização: 30/12/2020 | 10:20

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

Com a taxa básica de juros Selic a 2,25% ao ano, quem tem dinheiro na mão neste momento está entre a cruz e a espada. O desafio é conseguir algum rendimento real sem se expor demais ao risco, já que o clima ainda é de insegurança por causa da pandemia.

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Se essa premissa é conhecida por todos, as possibilidades para o investidor são muitas, e nenhuma é recebida com unanimidade pelos especialistas. Alguns exaltam a versatilidade dos fundos multimercado, enquanto outros observam que eles já saem em desvantagem pelas taxas cobradas, aumentando a pressão sobre os resultados. Se o assunto é renda fixa, vencimentos longos pagam taxas melhores, mas o custo de se expor às oscilações do cenário por tanto tempo pode não compensar.

Por outro lado, há alguns pontos de convergência. O primeiro deles é que, para a reserva de emergência, da qual se pode precisar a qualquer momento, não há como escapar do CDI, por mais pífios que sejam os retornos oferecidos. Outro é que o cerco está se fechando sobre os investidores que permanecem de fora da renda variável.

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Algum tipo de exposição – ainda que de forma diluída, por meio de fundos – torna-se cada vez mais importante para conseguir alguma rentabilidade no portfólio como um todo.

Com a palavra, os especialistas ouvidos pelo E-Investidor.

André Fernandes, Ágora Investimentos

“O mercado está sem direção definida e cada gestor tenta direcionar para onde acha que há mais solidez. De março para cá, a Bolsa já recuperou uma parte das perdas. Mesmo havendo volatilidade, há espaço para ela nas carteiras, e os preços estão baratos. Aumentamos a presença de ações nos portfólios dos nossos clientes, inclusive os nossos multimercados ficaram mais comprados em bolsa nas últimas semanas. O tamanho da exposição na carteira dependerá do perfil de risco de cada investidor.

Na renda fixa, confiamos mais nos papéis prefixados, e sempre com vencimentos mais longos, porque a curva de juros está muito inclinada, acima de 8% ao ano no longo prazo. No crédito privado, que está pagando prêmios bastante elevados, recomendamos debêntures incentivadas, que pagam a variação do IPCA mais um cupom de juros. Se houver um degrau inflacionário, esses papéis serão beneficiados.

Fundos multimercado são muito convenientes, pois o cliente delega o trabalho a um gestor. Mas não adianta comprar dois fundos que sejam excelentes, mas tenham grau de correlação muito alto entre eles. É preciso saber diversificar.”

Gisele Colombo de Andrade, Planejar

“Na parcela de renda fixa, após separada a reserva de emergência que deve estar no CDI, temos apostado em ativos atrelados ao IPCA. Embora o cenário seja de inflação baixa, eles entregam juro real. O investidor ganha acima da inflação em qualquer cenário, e é isso que preserva o dinheiro. É uma proteção muito válida para o investidor obter resultados neste momento sem fazer bobagem.

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No crédito privado, procure saber bem o que está comprando. As taxas mais altas são oferecidas por empresas que precisam pagar mais para captar recursos, pois oferecem risco maior. Se a intenção do investimento for a preservação de capital, o melhor é não alocar nesses ativos de risco.

Fundos multimercado são amortecedores de carteira. Eles estão fazendo operações cada vez mais sofisticadas, com ativos dentro e fora do Brasil. Gestores diferentes partem da mesma informação e tomam decisões diferentes. Por isso, diversificar na escolha dos gestores ajudará a ter resultados mais consistentes ao longo do tempo.

Ter renda variável na carteira faz todo sentido, é uma das poucas formas de ter rendimento real ao longo da vida. O que varia é o tamanho da posição. Mesmo que o valor das ações oscile, uma empresa que tenha um dividend yield de 5% ao ano já entrega para o acionista o dobro de rentabilidade em relação à Selic. Isso sem contar com a valorização dos papéis. Mas não invista nisso a reserva de emergência.

Para quem busca uma renda mensal e não vai ficar olhando a valorização das cotas, alguns fundos imobiliários podem ser uma alternativa, para alocar entre 5% e 10% dos recursos. Mas é preciso escolher bem o fundo. Os FIIs de laje com contratos longos entregam um fluxo de renda mensal bastante previsível. Já um FII de desenvolvimento tem risco maior e não sai do zero se o projeto do empreendimento for embargado.”

José Falcão, Easynvest

“Como o mercado ficou mais calmo e racional de junho pra cá, os fundos multimercado se destacaram. Eles entregam retorno acima da Selic e não são tão voláteis como as ações. A composição da carteira é dinâmica e pode incluir mercado doméstico e global, renda variável… o investidor só precisa saber qual é a política de investimento do fundo, para não acabar se expondo a um ativo que ele não quer no momento. Se comprar três ou quatro fundos com características diferentes, ele poderá atravessar vários cenários com resiliência.

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Para diversificar dentro da renda fixa, sugiro títulos prefixados de médio e longo prazo, que estão com taxas mais atrativas, e fundos de renda fixa de inflação, que seguem o IMA-B. Mas é preciso portar esses investimentos até o vencimento, para fugir dos riscos da marcação a mercado em uma eventual venda antecipada.

Na parte de renda variável, boas opções para equilibrar a carteira são fundos cambiais, fundos de ouro, FII com ativos de boa qualidade e fundos de ações. Para um perfil moderado, sugerimos 20% em fundos multimercado e 10% em renda variável. Já para o investidor mais experiente, 25% em multimercados, 15% em ações e 5% em dólar.

Como a ANBIMA proíbe indicar renda variável para o perfil conservador, para ele buscamos produtos com bons prêmios em relação ao CDI, como CDBs que paguem entre 120% e 125% do CDI, além de LCIs e LCAs, sempre com vencimentos de até três anos.”

Luís Barone, Ativa Wealth Management

“Na renda fixa, eu olho para o Tesouro prefixado com vencimento em 2021. Eu nunca aplicaria em prazos longos. Se a taxa de juros cair mais, o investidor sairá ganhando. Mas, mesmo se não cair, o prêmio dele será superior à Selic.

Prazos mais longos pagam taxas maiores, mas trazem embutido o risco-País. Conforme a situação política e econômica do Brasil e do mundo, o cenário pode mudar e a taxa de juros pode subir, fazendo o comprador do papel prefixado perder dinheiro. Ele fica sujeito a essa incerteza.

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O setor imobiliário como um todo se beneficia da queda dos juros, mas há um ruído sobre os FIIs ligados à atividade econômica de curto prazo, como shopping centers e lajes corporativas. Eu fugiria deles e apostaria nos que investem em galpões de logística ou que, pelo menos, têm uma carteira mais heterogênea.

Com a taxa de juros tão baixa, o custo do fundo multimercado fica muito salgado e a relação risco-retorno deixa de ser interessante. Com as taxas habituais (2% de administração e 20% de performance), ele tem que ter muita agressividade para entregar um ganho apenas satisfatório. Hoje, 150% do CDI são apenas 3% e, para conseguir isso, o gestor corre um risco muito grande, e o cliente não vai ficar satisfeito. A dinâmica de funcionamento dos multimercados hoje é muito perversa para o gestor.

Eu não investiria em títulos longos de inflação. Com a atividade econômica muito abaixo do nível de equilíbrio, não deve haver pressão inflacionária até o fim do ano. Mas, como os governos injetaram dinheiro na economia e se endividaram, a inflação pode voltar com a retomada da economia. E, quando isso ocorrer, o mercado vai subir o cupom muito rápido, prejudicando quem comprou os papéis hoje. É um risco imponderável.”

Marcos De Cellis, Hieron Patrimônio Familiar e Investimentos

“Nós mantemos uma posição de liquidez elevada nas carteiras dos nossos clientes. O melhor instrumento para isso são os CDBs com liquidez diária dos grandes bancos. Eles pagam até 101% do CDI e, na comparação com os tradicionais fundos DI, saem ganhando pois não pagam as taxas de administração desses produtos.

Como a Selic está muito baixa, papéis de renda fixa que não tenham algum tipo de risco fazem pouco sentido. Buscamos crédito privado com bons prêmios. Dentro do limite de R$ 250 mil do FGC, há papéis prefixados de bancos menores, com vencimentos de 2 e 3 anos, que entregam um retorno real bastante razoável. Para prazos maiores, entre 3 e 5 anos, CRIs e CRAs pagam um bom prêmio acima do CDI e são isentos de imposto, mas é preciso ter estômago para aguardar até o vencimento sem liquidez.

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Para quem busca uma renda mensal, a Selic baixa acabou com as oportunidades nas aplicações tradicionais de renda fixa. Dá para montar uma carteira de fundos imobiliários com rentabilidade líquida entre 5% e 6% ao ano. Mas é preciso analisar cada segmento e como foi impactado pelo coronavírus. Para receber renda, o melhor são fundos que contêm galpões de logística ou cotas de fundos de papel, com CRIs. Já FIIs de shoppings fazem mais sentido pela valorização das cotas, que hoje estão descontadas, que pela renda.

Também estamos recomendando alguma diversificação em ouro e exposição internacional, por meio de fundos de ações, multimercado ou mesmo de renda fixa, mas sempre em veículos que façam hedge em reais. Não queremos que os clientes comprem dólar no patamar atual, de R$ 5,50.”

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