A novidade atende a investidores qualificados – os que possuem mais de R$ 1 milhão investidos e se declaram aptos para avaliar o risco de aplicações –, com taxa de administração de 1,50% e taxa de performance de 20% do que exceder o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) somado ao rendimento (yield) do IMA-B (categoria de índices que acompanham carteira de títulos atrelados ao IPCA).
O fundo faz aportes em “companhias com demanda resiliente, resultados previsíveis, que repassam a inflação para seus produtos/serviços, com contratos longos e estáveis para suas entregas, e que geram caixa de forma recorrente possibilitando a distribuição de dividendos”.
O gestor do fundo na Itaú Asset, Sergio Pimentel, explica que o fundo tem o objetivo de aproveitar a valorização das ações das companhias ao longo do tempo ao mesmo tempo que se beneficia do fluxo constante de entregas, como numa renda fixa.
“Esses papeis tendem a uma estabilidade maior, tanto em momentos de aquecimento do mercado quanto durante crises, quando assumem um aspecto mais defensivo. Dessa forma, o investidor pode ter um menor nível de incerteza ao estimar seu lucro e sua renda”, disse, em comunicado à imprensa.