• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Como aproveitar os juros altos para lucrar com fundos de hedge

Ao fazer a proteção cambial, esse tipo de investimento se beneficia do diferencial de juros entre os países

Por Luíza Lanza

20/05/2022 | 9:16 Atualização: 20/05/2022 | 9:16

O hedge protege os investidores das variações cambiais, reduzindo risco do investimento no exterior. (Foto: Envato)
O hedge protege os investidores das variações cambiais, reduzindo risco do investimento no exterior. (Foto: Envato)

Nos períodos em que os juros estão elevados, como o atual, os investidores costumam ir para a renda fixa. Com a Selic em 12,75% ao ano, o movimento é uma tentativa de proteger a carteira da volatilidade, priorizando ativos de menor risco que remuneram um prêmio maior, dado o atual patamar da taxa.

Leia mais:
  • A renda fixa continuará pagando 1% ao mês até o fim do ano?
  • Por que o euro deve continuar em queda frente ao dólar
  • BlackRock: 4 tendências para o mercado de ETFs triplicar
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Mas, correndo pelas beiradas e muitas vezes longe do radar dos investidores, há uma classe de ativos na renda variável que também pode se beneficiar do cenário.

Os fundos de investimentos internacionais com hedge – ou simplesmente fundos hedgeados – oferecem ao investidor uma exposição a diferentes tipos de ativos no exterior sem as variações cambiais comuns aos investimentos internacionais. Na prática, o hedge funciona como uma ferramenta a mais de proteção da carteira, mas paralelamente acaba beneficiado pela alta de juros no Brasil.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Isso acontece porque, ao fazer a operação de proteção cambial, os gestores dos fundos hedgeados precisam trazer os contratos futuros das moedas utilizadas na operação para o valor presente, um cálculo feito a partir das taxas de juros de cada país. Dessa conta surge um diferencial que é “carregado” pelo fundo junto ao retorno dos ativos investidos.

Um exemplo: um fundo hedgeado que investe nos Estados Unidos protege o investidor brasileiro das oscilações de câmbio entre o dólar e o real. Por outro lado, surfa no grande diferencial de juros que os dois países têm. Enquanto no Brasil a taxa está em 12,75% ao ano, nos EUA, os juros estão em 0,75% – uma diferença que já coloca o investimento 12% no positivo.

“O investidor que está avesso ao risco e quer investir em renda fixa, tem duas boas opções para isso: a renda fixa local ou a renda fixa internacional hedgeada”, avalia Bernardo Queima, CEO da Gama Investimentos.

O especialista destaca a previsão de juros no curto prazo até o fim do ano: mesmo com a piora nas previsões monetárias dos EUA, onde os mais pessimistas já preveem uma taxa de 3% ainda em 2022, no Brasil os juros devem encerrar o ano perto dos 13%.

Publicidade

“Ainda estamos falando de 10 pontos percentuais de diferença. Se olharmos para a Europa, o diferencial é ainda maior já que os bancos centrais por lá ainda não iniciaram a alta de juros. Para o investidor brasileiro, é como se ele tivesse o retorno do CDI + a rentabilidade que o fundo está lá fora”, explica Queima.

Ernesto Leme, diretor comercial e membro do Comitê Executivo da Claritas, vai além. Mesmo no longo prazo, olhando para a curva de juros de dez anos, o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos ainda torna os fundos hedgeados atrativos. “Quando olhamos para um período de dez anos, vemos que os treasuries americano, hoje, estão em 2,8%; enquanto a taxa de 10 anos do Brasil está um pouco acima de 12%. Esse diferencial, mesmo no longo prazo, se mantém”, diz.

Por que hedgear?

O hedge cambial é uma ferramenta muito utilizada no mercado para anular a variação entre o real e outras moedas, de forma que uma possível desvalorização do ativo brasileiro não afete a rentabilidade do investimento. Nada mais do que uma tentativa de proteger a carteira do investidor. Mas vale sempre a pena?

Dá para olhar por diferentes lados, a depender da expectativa do investidor quanto à trajetória do câmbio e o seu apetite ao risco. “O hedge neutraliza o investimento e isso tem um lado positivo e um negativo. Se o dólar se valoriza e o fundo não é hedgeado, o investidor acaba ganhando mais. Mas o contrário também é verdadeiro. Se o real se fortalecer, parte da rentabilidade fica na mesa”, pontua Luiz Cesta, chefe de análise na Monett.

Com diversos fatores macroeconômicos influenciando a trajetória do mercado, a volatilidade do câmbio deve continuar em 2022. Para Cesta, a valorização do real frente ao dólar vista nos primeiros meses do ano não deve se repetir. Por isso, é preciso pensar bem antes de optar pelo hedge. “Como a minha expectativa é de volatilidade, com eleições aqui, crise na China, guerra na Rússia e uma escalada de juros nos EUA, a minha impressão é que o dólar pode se valorizar ainda mais frente ao real. O fundo hedgeado pode te deixar fora disso”, explica.

Publicidade

Por outro lado, os fundos hedgeados podem funcionar como uma boa opção para os investidores mais conservadores, que preferem deixar as carteiras o mais protegidas possível. Por isso, para Bernardo Queima, da Gama, eles funcionam como uma maneira de manter a diversificação internacional, mesmo em períodos de volatilidade.

“Não necessariamente o investidor quer ter exposição a uma moeda forte na carteira. Tem boas oportunidades lá fora para fazer essa diversificação sem o risco cambial. Se a volatilidade está tirando o sono das pessoas – e com razão, porque está demais – olhar para os fundos hedgeados pode trazer uma diversificação que vai deixar os portfólios mais robustos”, afirma.

Antes de entrar nesse tipo de investimento, os investidores precisam ficar atentos às taxas de administração dos fundos e fazer uma boa escolha dos gestores e casas em questão. Mas, fora isso, a perspectiva segue positiva para quem quer aproveitar a alta nos juros para se expor a mercados internacionais sem os riscos tradicionais dos investimentos em bolsa.

“Sem dúvidas é uma oportunidade de diversificar e acessar setores que ainda não são muito desenvolvidos aqui no Brasil. Quanto mais diversificado você está, mais protegido está o seu investimento, por isso gostamos de ativos hedgeados lá fora”, diz Leme, da Claritas.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Câmbio
  • Conteúdo E-Investidor
  • Diversificação
  • Dolar
  • fundos de hedge
  • Fundos de investimento
  • Hedge
  • Taxa de juros
Cotações
17/02/2026 17h45 (delay 15min)
Câmbio
17/02/2026 17h45 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Do samba ao pregão: 5 filmes e 1 série sobre mercado financeiro para maratonar no feriado prolongado

  • 2

    Queremos cobrar menos por assinatura e aproximar o investidor, diz CEO da Empiricus

  • 3

    Investidor do Shark Tank que usa IA para tudo diz que a inteligência artificial pode criar o 1º trilionário antes de Elon Musk

  • 4

    Folia sem ficar no vermelho: especialistas ajudam a gastar menos e se planejar para a vida pós carnaval

  • 5

    Carnaval: bancos têm modo de proteção para golpes; veja como ativar nos apps

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Saque FGTS: veja 3 documentos necessários para o trabalhador avulso
Logo E-Investidor
Saque FGTS: veja 3 documentos necessários para o trabalhador avulso
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: onde consultar o recibo após a entrega da DASN?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: onde consultar o recibo após a entrega da DASN?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Carnaval 2026: campanha premiará até R$ 4,7 milhões
Logo E-Investidor
Tele Sena de Carnaval 2026: campanha premiará até R$ 4,7 milhões
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício Primeira Infância (BPI)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício Primeira Infância (BPI)?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício Extraordinário de Transição (BET)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício Extraordinário de Transição (BET)?
Últimas: Investimentos
Ágora Investimentos entrevista Magali Leite, CEO da Espaçolaser
CONTEÚDO PATROCINADO

Ágora Investimentos entrevista Magali Leite, CEO da Espaçolaser

Patrocinado por
Ágora Investimentos
Análise do resultado da Vale no 4T25: prejuízo de US$ 3,8 bi contrasta com forte operação; o que fazer com VALE3
Investimentos
Análise do resultado da Vale no 4T25: prejuízo de US$ 3,8 bi contrasta com forte operação; o que fazer com VALE3

Especialistas destacam avanço de cobre e níquel na mineradora, mas minério de ferro vem na frente; confira as recomendações; JP Morgan trouxe preço-alvo de R$ 97,00 e a Genial de R$ 90,00

13/02/2026 | 09h30 | Por Isabela Ortiz
Fundos imobiliários batem recorde triplo na Bolsa
Investimentos
Fundos imobiliários batem recorde triplo na Bolsa

Números mostram amadurecimento do mercado e maior diversidade de estratégias; IFIX acumula alta de 27,8% em 12 meses

12/02/2026 | 17h37 | Por Igor Markevich
"Impossível mais que isso", diz diretoria do BB sobre o 2026 da estatal; confira as projeções
Investimentos
"Impossível mais que isso", diz diretoria do BB sobre o 2026 da estatal; confira as projeções

Presidente Tarciana Medeiros admite 1T26 “mais apertado” com impacto do agro, mas prevê melhora no ano; banco projeta lucro até R$ 26 bi e payout de 30%

12/02/2026 | 14h23 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador