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Investimentos

Com saída do Grupo Selina, MGHT11 assina novo contrato locação e tenta recuperar prejuízos

A rede hoteleira deixou de ser locatária dos imóveis do fundo após atrasos no pagamento do aluguel

Por Daniel Rocha

26/02/2025 | 12:20 Atualização: 26/02/2025 | 13:16

Com sede em Londres, no Reino Unido, a rede hoteleira Selina possui operações em nove países (Foto: Selina)
Com sede em Londres, no Reino Unido, a rede hoteleira Selina possui operações em nove países (Foto: Selina)

Os atrasos no pagamento de aluguel parecem ter chegado ao fim para o Mogno Hotéis (MGHT11). Após realizar o distrato dos contratos de locação com o Grupo Selina, no fim do ano passado, o fundo imobiliário conseguiu novos inquilinos para operar os seus dois imóveis nas cidades de Búzios (RJ) e de São Paulo (SP).

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Nesta segunda-feira (24), a administração do MGHT11 informou, em fato relevante, a assinatura do seu novo contrato de locação com a Onw Vila Madalena Hotel São Paulo LTDA. A empresa será a nova locatária do empreendimento hoteleiro, localizado no bairro Alto de Pinheiros, na capital paulista. O contrato de locação tem prazo indeterminado, mas pode ser quebrado a qualquer momento, mediante notificação mínima de seis meses para a desocupação do imóvel.

O acordo prevê ainda o repasse do lucro operacional líquido para o fundo Mogno Hotéis. Os recursos devem ser utilizados para a realização de reformas e melhorias necessárias para os empreendimentos. Em seu último relatório gerencial, os gestores do FII informaram que o ativo necessitava de intervenções maiores para transformar o “hostel” em um hotel tradicional.

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Já em relação ao imóvel de Búzios, a empresa Onw Management Administração Hoteleira LTDA é a atual responsável por gerenciar as atividades do empreendimento desde o fim do ano passado. Segundo os gestores do fundo, em seu primeiro mês de operação, o hotel registrou uma ocupação média de 67% com um valor de diária superior ao que era praticado pelo Grupo Selina, além de ter realizado obras emergenciais.

  • Leia mais: Correios não pagam aluguel em impasse com fundo imobiliário; estatal responde

“Seguiremos com as próximas etapas de obras, passando para as intervenções urgentes e, na sequência, as menos urgentes, a fim de buscarmos melhorias nas condições operacionais do ativo”, informaram os gestores em seu último relatório gerencial. Os dois imóveis são responsáveis por 57,5% do portfólio do fundo imobiliário e, até dezembro do ano passado, eram locados para as empresas Selina Brazil Hospitalidade S.A e Selina Operations Hospedagem Eireli.

No entanto, a sequência de atrasos dos aluguéis dos imóveis que durou quatro meses obrigou a gestora do Mogno Hotéis (MGHT11) a realizar o distatro dos contratos devido ao descumprimento dos contratos de locação de imóveis para fins não residenciais.

Agora, com novos inquilinos, os esforços do fundo imobiliário se concentram na regularização dos pagamentos dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) que também tem como devedora o Grupo Selina. Em dezembro do ano passado, fundo anunciou a contratação de um escritório de advocacia para a execução das garantias do títulos de dívidas, em razão do vencimento antecipado dos CRIs, e desembolsou cerca de R$ 300,2 mil para arcar com as despesas de manutenção dos títulos de dívida.

A situação, além de suspender o pagamento dos dividendos, refletiu no desempenho das cotas do Mogno Hotéis (MGHT11) que acumulam uma desvalorização de 70,4% nos últimos 12 meses, segundo dados do Status Invest.

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