• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Dólar volta a subir: entenda o efeito da variação nos investimentos

Apesar das perdas recentes, moeda brasileira já se valorizou 12,58% frente ao dólar em 2022

Por Daniel Reis

26/04/2022 | 11:00 Atualização: 26/04/2022 | 11:16

Diante do risco global, dólar se valorizou em relação às moedas do mundo
Diante do risco global, dólar se valorizou em relação às moedas do mundo

O U.S. Dollar Index (DXY), índice que mede o desempenho do dólar em comparação com a de outros mercados, já valorizou 6,04% desde o início do ano. Em relação à moeda brasileira, ele segue em baixa  e apresenta queda de 12,58% no ano.

Leia mais:
  • Dólar em baixa é oportunidade para investir em imóveis nos EUA?
  • Conheça Robin Brooks, o analista de câmbio que viralizou no Brasil
  • 5 ações que pagam dividendos em dólar
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Apesar do desempenho positivo em 2022, as altas recentes da moeda americana começam a assustar os brasileiros que esperavam o dólar abaixo de R$ 4,50. Na segunda-feira (25), a alta foi de 1,47%, cotado a R$ 4,87.

De acordo com Alexandre Espirito Santo, economista-chefe da Órama, a posição dos dirigentes do FED, sinalizando aumentos maiores nos juros americanos, e a possibilidade de a economia americana entrar em recessão até 2023, pressionaram o mercado, valorizando a moeda no final da semana passada.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Antes disso, no entanto, a alta do dólar já era observada no mundo inteiro e refletia o risco global, com o conflito entre Rússia e Ucrânia, o aumento da inflação no mundo e as restrições impostas na China, mas não era sentida no Brasil.

Em momentos de aversão ao risco, a moeda americana, assim como o mercado do país, é considerada o “porto seguro” dos investidores. Isso justifica a sua valorização frente às outras moedas do mundo.

No início da pandemia, um movimento similar ocorreu e o dólar teve altas expressivas, mas foi perdendo força à medida que os países superavam a pandemia e o mercado ficava otimista com a volta do consumo. No meio de 2021, o movimento se inverteu com o temor da inflação, e foi intensificado com a guerra.

Até a última sexta-feira(22), o real seguiu um percurso contrário, mas a resposta para essa “anomalia”, como descreve Guilherme Zanin, estrategista da Avenue, não representava uma mudança estrutural no Brasil que justificasse a valorização da moeda. “Não saímos de um País que estava menos endividado, não tivemos nenhuma reforma fiscal significativa e o ambiente incerto continua, principalmente com as eleições no final do ano”, avalia Zanin.

Publicidade

A valorização do real frente ao dólar se dava, principalmente, pela soma de fatores externos. Um deles, segundo Zanin, foi a alta das commodities, consequência da guerra no leste europeu. O mercado brasileiro foi aquecido e valorizado, já que o País é um grande exportador de commodities.

Além disso, diante da instabilidade no mercado russo, fundos de investimentos que aplicavam na Rússia e tinham a obrigação por contrato de investir em mercados emergentes migraram para o Brasil, mercado que tinha se desvalorizado nos últimos anos, explica o estrategista da Avenue.

Entre as moedas de mercados emergentes, a brasileira foi a quarta que mais desvalorizou em quatro anos se comparada ao dólar, perdendo 39,70% do seu valor durante esse período. Após o pregão desta segunda-feira (25), ela ficou atrás apenas da lira turca, que perdeu mais de 260%; do peso chileno (-40,15%) e do peso colombiano (-39,71%).

Até o final do ano passado, o real ocupava o segundo lugar entre as mais desvalorizadas nos últimos quatro anos. A moeda brasileira cresceu 12,56% nos últimos seis meses.

Publicidade

Impulsionada por essa alta das commodities e pela entrada de capital estrangeiro, a Petrobras, principal empresa do Brasil em receita líquida, teve o papel PETR4 valorizado em 15,94% desde o início do ano. Já o Ibovespa registrou aumento de 5,59%, apesar das grandes perdas dos últimos dias.

Victor Beyruti, economista da Guide Investimentos, ainda pontua outro movimento que beneficiou a moeda brasileira: o carry trade, quando investidores pegam dinheiro emprestado em países com taxa de juros mais baixa e investem em países com taxa de juros mais altas.

“O carry trade foi muito favorecido porque o nosso Banco Central subiu os juros bem antes das economias desenvolvidas, além de estar em patamares elevados se comparado com nossos pares emergentes. Então a posição do Brasil é favorável para esse movimento”, pontua Beyruti. Segundo ele, o único país que está acima do Brasil no quesito juros é a Rússia, mas o risco para o investidor é bem maior.

“É uma operação de curto prazo, prática, mas ele não está investindo diretamente no Brasil, está investindo em títulos de dívida do governo. É positivo para a moeda, sim, mas a curto prazo. Uma hora ele precisará resgatar esse dinheiro, quando esse diferencial de juros se reduzir”, avalia Zanin. Essa fuga do capital estrangeiro começa a ser sentida pelo mercado. “O Brasil não se beneficia de um investimento estrangeiro, acaba sendo puramente um capital especulativo e não na economia real”, complementa.

Publicidade

No final de março, o Banco Fibra Macro revisou a estimativa sobre a evolução do câmbio brasileiro. A previsão atual dos analistas é de que a média do dólar em 2022 fique em R$ 5,06, uma queda expressiva em relação à estimativa anterior, de R$ 5,48.

Guilherme Zanin também acredita que essa apreciação do real não se manterá por muito tempo. “Existe um movimento de curto prazo, em que os investidores internacionais viram uma oportunidade o Brasil, fazendo com que o dólar caísse. Mas em uma janela de longo prazo, me preocupa que os fundamentos no Brasil não melhoraram de forma significativa, tivemos apenas uma melhora por causa das commodities, mas isso não deve ficar por muito tempo”, avalia o estrategista da Avenue.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Câmbio
  • Commodities
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • Ibovespa
  • Petrobras (PETR4)
Cotações
07/01/2026 2h37 (delay 15min)
Câmbio
07/01/2026 2h37 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Dividendos em 2026: 14 ações protegidas de juros altos, eleições e mais impostos

  • 2

    Como ganhar R$ 5 mil por mês com o investimento que virou febre do mercado em 2025

  • 3

    Prisão de Maduro deve derrubar o petróleo e mudar o jogo do setor, dizem XP, Itaú e Genial

  • 4

    Nem Venezuela, nem eleições: Ibovespa deve ignorar incertezas e chegar a 192 mil pontos em 2026, diz Ágora

  • 5

    Revenda de bolsas de luxo esfria e muda planos da Geração Z; entenda

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Veja estas três categorias que podem ser disponibilizadas pela Previdência Social
Logo E-Investidor
Veja estas três categorias que podem ser disponibilizadas pela Previdência Social
Imagem principal sobre o Bolsa Família: quando é possível atualizar dados pelo aplicativo do CadÚnico?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: quando é possível atualizar dados pelo aplicativo do CadÚnico?
Imagem principal sobre o Tenho direito ao saldo retido do FGTS? Veja como tirar a dúvida por telefone
Logo E-Investidor
Tenho direito ao saldo retido do FGTS? Veja como tirar a dúvida por telefone
Imagem principal sobre o Saiba como baixar o aplicativo CAIXA Tem para movimentar dinheiro do Bolsa Família
Logo E-Investidor
Saiba como baixar o aplicativo CAIXA Tem para movimentar dinheiro do Bolsa Família
Imagem principal sobre o Quais feriados de 2026 terão ponto facultativo?
Logo E-Investidor
Quais feriados de 2026 terão ponto facultativo?
Imagem principal sobre o Quem pode se inscrever no Programa Bolsa Família?
Logo E-Investidor
Quem pode se inscrever no Programa Bolsa Família?
Imagem principal sobre o INSS: como solicitar a pensão para filhos nascidos com Zika vírus?
Logo E-Investidor
INSS: como solicitar a pensão para filhos nascidos com Zika vírus?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: como funciona o calendário escalonado
Logo E-Investidor
Bolsa Família: como funciona o calendário escalonado
Últimas: Investimentos
Veja quais ações você deve comprar (ou evitar) em 2026, um ano eleitoral e com Selic menor
Investimentos
Veja quais ações você deve comprar (ou evitar) em 2026, um ano eleitoral e com Selic menor

Disputa política aumenta cautela, mas expectativa de queda dos juros pode adicionar ânimo à Bolsa; veja onde estão as oportunidades de investimento

06/01/2026 | 05h30 | Por Leo Guimarães
Como a invasão dos EUA na Venezuela pode mudar a dinâmica de mercado para a Petrobras?
Investimentos
Como a invasão dos EUA na Venezuela pode mudar a dinâmica de mercado para a Petrobras?

Mercado avalia uma eventual reestruturação do setor petrolífero venezuelano pelos EUA após prisão de Maduro

05/01/2026 | 17h19 | Por Daniel Rocha
Ações de petroleiras caem com risco de excesso de oferta após prisão de Maduro
Investimentos
Ações de petroleiras caem com risco de excesso de oferta após prisão de Maduro

Reprecificação do petróleo pressiona papéis do setor no Brasil, com destaque para maior sensibilidade das independentes a um Brent mais fraco

05/01/2026 | 10h55 | Por Isabela Ortiz
Prisão de Maduro deve derrubar o petróleo e mudar o jogo do setor, dizem XP, Itaú e Genial
Investimentos
Prisão de Maduro deve derrubar o petróleo e mudar o jogo do setor, dizem XP, Itaú e Genial

Operação dos EUA na Venezuela reacende debate sobre excesso de oferta global, enfraquece a Opep e altera estratégias de investimento, com impactos diretos em Petrobras, Prio e Brava

05/01/2026 | 08h51 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador