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Investimentos

O que é mais vantajoso: investir em CDB ou Tesouro Selic?

Investidor deve levar em consideração o risco e o retorno oferecido pelas duas modalidades, dizem analistas

Por Stephanie Tondo

27/10/2023 | 3:00 Atualização: 26/10/2023 | 20:35

(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

Na hora de formar a reserva de emergência ou mesmo juntar dinheiro para um objetivo de curto prazo, o Tesouro Selic e os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) costumam ser as opções mais indicadas. Ambos são investimentos corrigidos pela taxa básica de juros e possuem baixo risco. Mas, afinal, qual dos dois é mais vantajoso?

Leia mais:
  • Qual é a rentabilidade do Tesouro IPCA+ com vencimento em 2029?
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Para analistas ouvidos pelo E-Investidor, o que vai determinar qual a melhor escolha é a relação entre risco e retorno. Por ter a garantia do Tesouro Nacional, ou seja, do governo federal, o Tesouro Selic é considerado o título mais seguro do mercado. Dessa forma, para que um CDB valha a pena, é preciso que tenha uma rentabilidade acima de 100% do CDI.

  • Veja também: É melhor investir no Tesouro Selic 2026 ou 2029?

Como o CDI é equivalente à taxa Selic, uma aplicação que remunera o investidor em 100% dessa taxa não terá vantagens em relação ao Tesouro Selic, afirma Igor Seixas, sócio e head de renda fixa da Inove Investimentos. “Quando olhamos para o Brasil, o ativo de menos risco é sempre aquele atrelado ao governo, o título soberano. E considerando a máxima de quanto maior risco, mais taxa esse ativo precisa entregar para atrair o investidor, o ideal é que o CDB pague sempre mais que 100% do CDI”, explica Seixas.

Rodrigo Correa, estrategista da Nomos, acrescenta que a máxima vale para qualquer tipo de investimento. “Qualquer outro banco ou empresa sempre vai ter mais risco que o Tesouro Nacional, por isso, tem que pagar um prêmio de risco, ou seja, taxas maiores”, aponta.

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Outro ponto importante que deve ser considerado é o prazo da aplicação. O Tesouro Selic pode ser resgatado a qualquer momento sem perdas para o investidor, já que, ao contrário do que ocorre com o Tesouro IPCA+, não está exposto à marcação ao mercado. Por isso, para que o CDB seja equivalente, precisa oferecer liquidez diária.

Existem diversas opções de CDBs no mercado que oferecem títulos com prazos determinados, que podem ser curtos, como três ou seis meses, ou mais longos, como um ou dois anos. “Quanto mais longo o prazo, maior deve ser a taxa de juros oferecida, porque existe o prêmio de risco pelo tempo”, orienta Correa, da Nomos.

Outra forma de conseguir taxas mais altas é optando por CDBs de instituições financeiras menores. Apesar de essas aplicações oferecerem maior risco, os CDBs são investimentos garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). O órgão devolve ao investidor até R$ 250 mil por CPF por instituição financeira caso o banco não consiga cumprir com as suas obrigações, em caso de falência, por exemplo.

“A chance de uma instituição menor quebrar é maior, por isso elas pagam taxas mais elevadas. Mas também por esse motivo a recomendação é que o investidor não coloque mais de R$ 250 mil nesses CDBs”, ressalta Seixas, da Inove.

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