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Investimentos

Plano 2026–2030 da Petrobras frustra expectativa de dividendos extras: veja o que bancos recomendam para PETR4

Estatal estima, porém, distribuição de proventos ordinários de até US$ 50 bilhões para os próximos cinco anos; confira os preços-alvo para as ações

Por Daniel Rocha, Denise Luna e Gabriela da Cunha

28/11/2025 | 13:32 Atualização: 28/11/2025 | 15:20

Ausência de dividendos extraordinários não agradou os investidores da Petrobras (PETR4), especialmente aqueles que já possuem os papéis da petroleira na carteira. (Foto: Adobe Stock)
Ausência de dividendos extraordinários não agradou os investidores da Petrobras (PETR4), especialmente aqueles que já possuem os papéis da petroleira na carteira. (Foto: Adobe Stock)

A queda do petróleo no mercado financeiro internacional deve obrigar investidores da Petrobras (PETR4) a se contentar com o pagamento regular de proventos nos próximos cinco anos. No novo plano estratégico, divulgado nesta quinta-feira (27), a estatal evitou sinalizar qualquer possibilidade de dividendos extraordinários e decidiu apresentar apenas a projeção de distribuição de US$ 45 bilhões a US$ 50 bilhões para o período de 2026 e 2030.

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A escolha reflete o cenário desafiador que a estatal enfrenta com a queda de 15% do preço do petróleo Brent em 2025. Para Gabriel Uarian, analista da Cultura Capital, a projeção da Petrobras demonstra uma postura conservadora da companhia diante das condições econômicas atuais e reforça o compromisso da empresa em dar prioridade ao balanço financeiro, em detrimento de uma rentabilidade elevada.

“Não é difícil entender a escolha: com o preço do petróleo 20% abaixo das premissas do plano anterior, a diretriz de aprovar projetos somente se forem rentáveis a US$ 45/barril impõe realismo”, destaca Uarian.

Porém, a ausência de dividendos extraordinários não agradou os investidores, especialmente aqueles que já possuem os papéis da petroleira na carteira. No início da tarde do pregão desta sexta-feira (28), as ações da estatal sofriam queda de 2,60% nos papéis ordinários (PETR3) e de 2,47% nos preferenciais (PETR4).

  • Aristocratas de dividendos no Brasil: as 9 empresas da Bolsa que desafiam a volatilidade e pagam dividendos crescentes todo ano

A queda, contudo, pode sinalizar uma oportunidade de entrada para os investidores que não têm posição na companhia ou para aqueles que pretendem realizar novos aportes por acreditar na capacidade de geração de renda passiva pela petroleira.

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“Para o investidor que deseja iniciar, ou aumentar posição no papel, ainda o entendemos como um bom investimento. Acreditamos que com uma eventual melhora nos preços do Brent, a empresa deve retomar os dividendos extraordinários”, diz Borges.

A estimativa de dividendos de até US$  50 bilhões deve gerar um rendimento anual entre 10% a 12%, segundo analistas. No entanto, a Genial Investimentos traz alerta para as estimativas de preço adotadas pela Petrobras em seu plano estratégico. Segundo a corretora, os números podem estar um pouco acima das projeções do mercado, o que levaria a impacto no desempenho financeiro da empresa nos próximos cinco anos.

Para 2026, a estatal considera o preço do barril da commodity de US$ 63 a US$ 70 para os anos de 2027 a 2030, enquanto a curva futura do Brent indica alta gradual para US$ 68 entre 2025 e 2030. Com o petróleo mais barato, o desempenho financeiro da Petrobras tende a cair. 

  • Leia também: Dividendos disparam no 3º tri, alcançam R$ 71,5 bilhões e redesenham o mapa da renda corporativa

“Considerando as informações da própria apresentação, a geração de caixa anual da empresa seria US$ 5 bilhões/ano menor caso preço do petróleo seja US$ 10/barril menor em comparação às estimativas consideradas pela empresa – o que não vemos como impossível, tendo em vista a fraqueza dos preços da commodity na realidade de mercado atual”, diz Vitor Sousa, analista da Genial Investimentos, em relatório publicado nesta sexta-feira (28).

Plano estratégico sem grandes surpresas

Além dos dividendos de até US$ 50 bilhões, o plano estratégico 2026-2030 projeta US$ 109 bilhões em investimentos, (capex) volume 1,8% inferior na comparação com o plano atual. Desse total, US$ 81 bilhões estão garantidos, US$ 10 bilhões foram colocados para revisão trimestral até 2027 e outros US$ 18 bilhões serão analisados futuramente pela petroleira.

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Vale lembrar que, mesmo antes da divulgação oficial, o mercado já antecipava a redução do capex da petroleira. O Itaú BBA projetava um corte de 4,5% na soma prevista para os próximos cinco anos, para US$ 106 bilhões. Já a Ágora Investimentos trabalhava com um valor ainda menor, de US$ 98 bilhões.

A área de Exploração e Produção (E&P) segue como foco principal do plano, com destaque para o pré-sal. Já o orçamento para transição energética encolheu 21%, passando de 16,3 bilhões para R$ 13 bilhões. Só o setor de Gás e Energias de Baixo Carbono teve um corte de US$ 11 bilhões para US$ 4 bilhões no período.

A área de E&P ficará com US$ 69,2 bilhões dos desembolso. A maior fatia, 62% do investimento na área, será aplicados no pré-sal, área que sustenta a meta de manter o custo de extração abaixo de US$ 6 por barril. O refino, transporte e comercialização (RTC) manteve a previsão de US$ 20 bilhões do plano anterior, mas apenas US$ 16 bilhões foram aprovados para implantação; enquanto o segmento de gás e energias de baixo carbono teve US$ 4 bilhões aprovados.

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O plano não traz um detalhamento sobre os próximos passos da companhia em relação à Margem Equatorial. Cita apenas que a estatal vai direcionar US$ 7,1 bilhões (ante a US$ 7,9 bi no período 25-29) para atividades exploratórias entre 2026 e 2030 nas bacias do Sul e Sudeste, Margem Equatorial e ativos exploratórios em outros países, como Colômbia, São Tomé e Príncipe e África do Sul.

A estatal também anunciou um pacote de eficiência que deve cortar US$ 12 bilhões em despesas operacionais entre 2025 e 2030, o equivalente a 8,5 % ao ano em relação ao plano anterior. Para Fabio Murad, CEO Spacemoney Investimentos, o plano foi bem recebido por estar dentro do esperado pelo mercado por apresentar equlíbrio financeiro, condições realistas e sem grandes apostas de mudanças de rota.

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“No atual contexto de preços mais baixos e transição energética gradual, foi visto como sinal de estabilidade”, diz Fabio Murad, CEO Spacemoney Investimentos.

Já o BTG Pactual pontua que o plano evidencia uma situação financeira mais desafiadora para a Petrobras devido ao cenário de queda do preço do petróleo Brent, especialmente no curto prazo. Isso porque, segundo o banco, a projeção de investimentos para 2026 e 2027 veio acima das expectativas.

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“O mercado esperava que o pico desse investimento ocorresse em 2026, mas a Petrobras indica que (nova plataforma) Búzios levará o pico para 2027″, escreveram os analistas Bruno Henriques e Gustavo Cunha. Ainda assim, o BTG recomenda compra dos papéis com um preço-alvo de R$ 44.

A Genial Investimentos, por sua vez, recomenda manter posição em Petrobras (PETR4) mesmo sem a perspectiva de dividendos extraordinários e estima preço-alvo de R$ 44 para as ações preferenciais, o que representa potencial de valorização de 36% em comparação ao fechamento de quinta-feira (27). A Nord Investimentos também possui recomendação neutra, mas destaca preferência por outras ações do setor, como a Prio (PRIO3).

Com informações do Broadcast

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