• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Renda fixa: “Não vejo benefício nos títulos pós-fixados com a alta da Selic”, diz Marília Fontes

A cofundadora da Nord Research falou quais são os melhores títulos renda fixa e o que esperar sobre o Ibovespa

Por Daniel Rocha

23/09/2024 | 18:01 Atualização: 23/09/2024 | 18:53

Marilia Fontes, especialista em renda fixa, sócia-fundadora da Nord Research e colunista do E-Investidor (Foto: Ricardo Augusto)
Marilia Fontes, especialista em renda fixa, sócia-fundadora da Nord Research e colunista do E-Investidor (Foto: Ricardo Augusto)

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), em elevar a taxa Selic para o patamar de 10,75% ao ano não deve trazer mudanças para o mercado de renda fixa no curto prazo. Para Marília Fontes, cofundadora da Nord Reserch, os títulos pós-fixados podem continuar perdendo espaço na carteira dos investidores para os prefixados e indexados ao IPCA.

Leia mais:
  • Quanto rendem poupança, CDB e Tesouro com Selic a 10,75%?
  • Como fica o financiamento imobiliário com a Selic a 10,75%?
  • 12 small caps baratas para você ganhar com dividendos
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Isso acontece porque, desde abril, quando houve a mudança das metas fiscais, o mercado segue preocupado com o equilíbrio das contas públicas. E como na época o movimento era de redução de juros, esses títulos passaram a precificar o risco fiscal do País. “Não enxergo nenhum benefício nesses títulos (pós-fixados) com a alta da Selic porque temos bastante prêmio nos prefixados e nos títulos IPCA+. O mercado ainda está assustado com toda a questão fiscal no Brasil”, diz Fontes.

No pregão de sexta-feira (20), os títulos públicos prefixados estavam sendo negociados com um prêmio acima de 12%. Já os IPCA+ com retornos de até 6,6%. A duração desse bom momento para investir nesses papéis vai depender do posicionamento do governo frente ao problema das contas públicas. Se houver uma sinalização de corte de gastos, a tendência é que a atratividades desses produtos se mantenha. Do contrário, podem perder espaço para os pós-fixados.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Precisamos aguardar para entender se o governo vai cortar gastos ou vai mudar a meta novamente (como ocorreu em abril deste ano)”, ressalta Fontes. Ao E-Investidor, a co-fundadora da Nord Research falou sobre o que esperar da bolsa de valores do Brasil com a queda de juros nos Estados Unidos e sobre o fluxo estrangeiro para os mercados emergentes. Confira!

E-Investidor – O Copom decidiu elevar a Selic em 0,25% pontos-base e o mercado projeta novas altas até o fim do ano. Os títulos pós-fixados se tornaram a bola da vez no mercado de renda fixa?

Marília Fontes – O Copom subiu 0,25 pontos-base a Selic com uma linguagem muito dura, o que nos faz pensar que nas próximas reuniões poderemos acelerar o ciclo ao passo de elevar 0,50 pontos-base a taxa de juros. O mercado já precifica uma Selic terminal de 12% ou 12,5%. E quando olhamos a curva de juros, isso já está precificado. Então, quando comparamos para os títulos pós-fixados, não vejo nenhum benefício nesses títulos com a alta da Selic porque temos bastante prêmio nos prefixados e nos títulos IPCA+. O mercado ainda está assustado com toda a questão fiscal no Brasil.

Até quanto deve durar essa preferência pelos prefixados visto que eles estão pagando uma rentabilidade de 12%?

Vai depender de como o governo pretende endereçar a questão fiscal neste ano e no próximo ano. Estamos vendo os principais mercados reduzindo os juros e a nossa inflação não está ruim. Pelo contrário, os dados estão muito bons. O grande problema do Brasil é a expectativa de inflação que está péssima por conta do risco fiscal e da surpresa positiva na atividade econômica.

Publicidade

O Tribunal de Contas da União e o Banco Central já informaram que acham que o governo não vai cumprir a meta fiscal deste ano. Então, precisamos aguardar para entender se o governo vai cortar gastos ou vai mudar a meta novamente (como ocorreu em abril deste ano). Se ele mudar a meta, as taxas de juros vão continuar subindo. Agora, se houver uma redução crível de despesas, o prefixado se torna como o melhor título nesse cenário.

E sobre os títulos IPCA+? Por que há um otimismo para esses títulos se a alta da Selic busca controlar a inflação?

A alta da Selic deveria reduzir as expectativas de inflação, mas não é o que está acontecendo. A inflação implícita está elevada e, mais uma vez, vai depender da posição do governo em relação à meta fiscal do que com o dado da inflação em si. O governo vai precisar se posicionar. Vamos cumprir a meta fiscal ou vamos mudar a meta? E o mercado vai cobrar um preço por isso.

Com a alta dos juros, muitos investidores correm para a renda fixa. Mas partindo do conceito que você defende, de que “a renda fixa não é fixa”, como montar uma carteira de renda fixa para diversificar o risco?

Só existe um título de renda fixa que não tem risco, que é o Tesouro Selic. Quando você investe em renda fixa, há dois tipos de risco: o risco de mercado quando você vende o papel antes do vencimento e o risco de crédito. Então, se você investe em prefixado do governo, não está correndo risco de crédito. Se você investe em um prefixado de uma empresa privada, você corre o risco de crédito. Então, o investidor precisa decidir qual risco deseja estar exposto. Eu não acho que vale a pena diversificar risco de mercado porque cada um dos três títulos (pós-fixados, prefixados e indexados à inflação) se comportam bem ou mal em um determinado cenário macroeconômico.

Mas é possível ter retornos expressivos com renda fixa semelhante ao das ações?

Publicidade

Sim! Por meio da marcação ao mercado, você consegue ter ganhos como 20%, 30%, 40% em um ano com efeito de marcação ao mercado. Então, é totalmente possível. Basta ter uma queda de juros relevante em um título de longo prazo, como aconteceu em 2016 com um título indexado ao IPCA com vencimento de longo prazo que estava rendendo em torno de 40%.

Em setembro, o Ibovespa não está dando continuidade aos ganhos de agosto. Acredita que a bolsa brasileira pode ter ainda uma recuperação após a decisão do Federal Reserve (Fed)?

Eu ainda vejo espaço porque o movimento da Bolsa em agosto foi motivada pelos investidores gringos em meio às expectativas de redução de juros nos Estados Unidos. Essa perspectiva impulsionou o capital estrangeiro para os mercados emergentes, como o Brasil. A bolsa da China também melhorou muito. Vejo que, se tivermos uma queda consistente dos juros americanos, o fluxo gringo deve sustentar a Bolsa brasileira nesses preços atuais.

Mas ao olhar os dados de setembro, o saldo do capital estrangeiro voltou a ficar negativo. Há chances desse fluxo alcançar o mesmo ritmo de agosto e de setembro?

Acredito que sim. Está um pouco negativo, mas frente ao que entrou há alguns meses atrás ainda é um fluxo positivo.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Bolsa de valores
  • Conteúdo E-Investidor
  • Investimentos
  • mercado
  • Renda fixa
  • Selic
Cotações
06/01/2026 22h52 (delay 15min)
Câmbio
06/01/2026 22h52 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Como ganhar R$ 5 mil por mês com o investimento que virou febre do mercado em 2025

  • 2

    Dividendos em 2026: 14 ações protegidas de juros altos, eleições e mais impostos

  • 3

    Revenda de bolsas de luxo esfria e muda planos da Geração Z; entenda

  • 4

    Prisão de Maduro deve derrubar o petróleo e mudar o jogo do setor, dizem XP, Itaú e Genial

  • 5

    Nem Venezuela, nem eleições: Ibovespa deve ignorar incertezas e chegar a 192 mil pontos em 2026, diz Ágora

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Veja estas três categorias que podem ser disponibilizadas pela Previdência Social
Logo E-Investidor
Veja estas três categorias que podem ser disponibilizadas pela Previdência Social
Imagem principal sobre o Bolsa Família: quando é possível atualizar dados pelo aplicativo do CadÚnico?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: quando é possível atualizar dados pelo aplicativo do CadÚnico?
Imagem principal sobre o Tenho direito ao saldo retido do FGTS? Veja como tirar a dúvida por telefone
Logo E-Investidor
Tenho direito ao saldo retido do FGTS? Veja como tirar a dúvida por telefone
Imagem principal sobre o Saiba como baixar o aplicativo CAIXA Tem para movimentar dinheiro do Bolsa Família
Logo E-Investidor
Saiba como baixar o aplicativo CAIXA Tem para movimentar dinheiro do Bolsa Família
Imagem principal sobre o Quais feriados de 2026 terão ponto facultativo?
Logo E-Investidor
Quais feriados de 2026 terão ponto facultativo?
Imagem principal sobre o Quem pode se inscrever no Programa Bolsa Família?
Logo E-Investidor
Quem pode se inscrever no Programa Bolsa Família?
Imagem principal sobre o INSS: como solicitar a pensão para filhos nascidos com Zika vírus?
Logo E-Investidor
INSS: como solicitar a pensão para filhos nascidos com Zika vírus?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: como funciona o calendário escalonado
Logo E-Investidor
Bolsa Família: como funciona o calendário escalonado
Últimas: Investimentos
Veja quais ações você deve comprar (ou evitar) em 2026, um ano eleitoral e com Selic menor
Investimentos
Veja quais ações você deve comprar (ou evitar) em 2026, um ano eleitoral e com Selic menor

Disputa política aumenta cautela, mas expectativa de queda dos juros pode adicionar ânimo à Bolsa; veja onde estão as oportunidades de investimento

06/01/2026 | 05h30 | Por Leo Guimarães
Como a invasão dos EUA na Venezuela pode mudar a dinâmica de mercado para a Petrobras?
Investimentos
Como a invasão dos EUA na Venezuela pode mudar a dinâmica de mercado para a Petrobras?

Mercado avalia uma eventual reestruturação do setor petrolífero venezuelano pelos EUA após prisão de Maduro

05/01/2026 | 17h19 | Por Daniel Rocha
Ações de petroleiras caem com risco de excesso de oferta após prisão de Maduro
Investimentos
Ações de petroleiras caem com risco de excesso de oferta após prisão de Maduro

Reprecificação do petróleo pressiona papéis do setor no Brasil, com destaque para maior sensibilidade das independentes a um Brent mais fraco

05/01/2026 | 10h55 | Por Isabela Ortiz
Prisão de Maduro deve derrubar o petróleo e mudar o jogo do setor, dizem XP, Itaú e Genial
Investimentos
Prisão de Maduro deve derrubar o petróleo e mudar o jogo do setor, dizem XP, Itaú e Genial

Operação dos EUA na Venezuela reacende debate sobre excesso de oferta global, enfraquece a Opep e altera estratégias de investimento, com impactos diretos em Petrobras, Prio e Brava

05/01/2026 | 08h51 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador