• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Ranking de dividendos em 2025: veja quais empresas foram as melhores pagadoras no ano

No Ibovespa, as “vacas leiteiras” se mantiveram no topo da lista, mas há surpresas

Por Leo Guimarães

16/12/2025 | 5:30 Atualização: 17/12/2025 | 10:08

As melhores incorporadoras aproveitaram o ciclo favorável e apareceram entre as maiores pagadoras de 2025. (Foto: AdobeStock)
As melhores incorporadoras aproveitaram o ciclo favorável e apareceram entre as maiores pagadoras de 2025. (Foto: AdobeStock)

O fim de 2025 foi marcado pelo movimento de empresas que anteciparam o pagamento de dividendos para evitar a nova cobrança de Imposto de Renda prevista para 2026.

Leia mais:
  • Escândalos corporativos abalam confiança no Novo Mercado? Veja o que dizem especialistas em governança
  • Fundo de pensão que investiu R$ 50 milhões em FII do Master e desvalorizou 78% se posiciona sobre o caso
  • Bolsa Família: como o benefício ajuda famílias a sair das dívidas e ganhar autonomia financeira
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

De um lado, algumas empresas — principalmente fora do Ibovespa — aproveitaram para “engordar” a distribuição de lucros após movimentos pontuais de vendas de ativos e reestruturações societárias.

“Esses casos explicam dividend yields acima de 30% em alguns papéis, mas, na maior parte do tempo, refletem eventos pontuais, difíceis de repetir ano após ano”, observa Ricardo Trevisan, CEO da Gravus Capital.

  • Veja também: A rota dos bilhões — como aproveitar a última janela de dividendos isentos da história

Por outro lado, as maiores pagadoras de proventos que fazem parte do principal índice da Bolsa, na média, seguiram o receituário padrão esperado pelas “vacas leiteiras“, com dividendos sustentados por geração recorrente de caixa e por modelos de negócio maduros, típicos de setores como energia, telecom, seguradoras e instituições financeiras.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Mas há exceções, e a primeira delas é justamente a líder do ranking: a Cyrela  (CYRE3), incorporadora focada em empreendimentos residenciais, encabeçou a lista com dividend yield de  22,4% em 2025. Foi seguida mais de longe por BB Seguridade (BBSE3), Itaúsa (ITSA4), Bradesco (BBDC4), Cemig (CMIG4), ISA Energia (ISAE4) e TIM (TIMS3), todas com retornos de dois dígitos.

“São empresas que operam em setores intensivos em ativos reais ou em negócios com forte componente de receitas recorrentes”, explica Trevisan, da Gravus Capital.

Bruno Corano, CEO da Corano Capital, reforça que rendimentos de dividendos acima de 15% já são atípicos e, quando ultrapassam 20%, entram no território do extraordinário. Ele lembra que esses picos costumam resultar de eventos únicos e também devem servir de alerta ao investidor que busca renda recorrente. “Dividendos muito altos geralmente indicam distorção, não oportunidade”, comenta. Veja como identificar armadilhas nesta matéria.

Em muitos casos, o yield pode ser inflado artificialmente por uma queda acentuada no preço da ação. Isso pode levar o investidor menos experiente a conclusões equivocadas sobre a qualidade e a sustentabilidade do pagamento. “Com a queda do preço, o denominador do cálculo cria um aumento artificial na distribuição de dividendos.”

Empresas fora do radar

A Marfrig (MBRF3), indústria de proteína animal, que está no top 5 com dividend yield de 16,5% no ano, é um exemplo de empresa que não costuma aparecer entre as tradicionais pagadoras de dividendos. Mesmo avaliando positivamente a gestão da Marfrig, Corano aredita que a distribuição generosa de 2025 não deverá se repetir.

Publicidade

“O que acontece em geral é que, quando a distribuição é tão grande, é porque as políticas prévias estabelecidas [pela empresa] não contemplavam tamanho ganho”, diz. Em outras palavras, ele acredita que a gestão da Marfrig não esperava uma sobra tão expressiva de caixa e teve que manter o payout (percentual do lucro distribuído) planejado previamente.

A Marfrig consolidou este ano a integração com a BRF, anunciando a incorporação dessa empresa em maio, num processo concluído em setembro, que resultou na criação da MBRF Global Foods Company. O payout de dividendos foi estabelecido, neste processo, em  25% do lucro líquido ajustado — mínimo estabelecido em estatuto pela Lei das S/A.

Em 12 meses, a companhia  acumula um lucro líquido de R$ 2,8 bilhões e um retorno sobre patrimônio líquido (ROE) de 23%. No ano, as ações da Marfrig (agora MBRF) valorizam quase 30%.

Para Corano, a companhia está surfando um momento muito favorável de alta demanda de seus produtos, além de ter desenvolvido um modelo de gestão eficiente e de crescimento. “É uma combinação de competência com uma dinâmica favorável de mercado”, diz.

Bradesco de volta ao jogo

Entre os gigantes dos dividendos, quem voltou ao jogo foi o Bradesco, após uma redução de payout diante de um processo de reestruturação. “O banco tipicamente já é um bom pagador de dividendos”, comenta Corano. “Mas a reestruturação do banco está, finalmente, surtindo efeito”. No ano, as ações do Bradesco valorizam quase 70%.

Publicidade

Diferente da MBRF e da Cyrela, o Bradesco faz parte do grupo tradicional de empresas pagadoras de dividendos, reconhecidas como companhias geradoras de caixa, que, no geral, já concluíram grande parte de seus ciclos de investimento e, por isso, conseguem remunerar o acionista de forma recorrente.

Nesse conjunto, predominam utilities (empresas de serviços públicos) e bancos, que aparecem todos os anos entre os principais pagadores, variando apenas conforme a cotação e o momento de cada companhia. “Trata-se do núcleo estável do mercado de dividendos brasileiro”, diz Isabel Lemos, gestora de renda variável da Fator Administração de Recursos.

Construtoras em bom momento

Além desse grupo tradicional, Isabel comenta que há o segundo grupo de boas pagadoras, formado por empresas que estão em momentos positivos dos seus negócios, mas que mas que historicamente não se destacavam em dividendos porque estavam concentradas em expansão e desenvolvimento de novos projetos. É o caso das incorporadoras e construtoras que aparecem no ranking deste ano, como Cyrela, Direcional (DIRR3) e Cury (CURY).

“Esses negócios geraram mais caixa à medida que projetos foram entregues e a necessidade de novos aportes diminuiu, o que abriu espaço para distribuições maiores”, afirma a gestora.

“Como os múltiplos ainda estão relativamente baixos, o dividend yield aparece inflado”, completa. Ou seja, não são exatamente empresas estruturalmente voltadas à renda, mas que estão atravessando um ponto do ciclo que favorece o pagamento. Esse impulso, no entanto, não garante sustentação no longo prazo para quem pensa em dividendos.

É importante ter em mente também que as melhores empresas do setor de incorporação souberam “surfar” uma tendência macroeconômica favorável. As construtoras do segmento de baixa renda foram impulsionadas por políticas públicas recentes, como o programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal, e iniciativas estaduais também. As regras mais favoráveis ao setor incluem incentivos à construção popular e funding do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Empresas anteciparam dividendos

Isabel chama atenção ainda para o terceiro grupo, que surge de um movimento específico de 2025, que foi a  antecipação ou ampliação de dividendos em resposta à mudança na regra de tributação. A partir de 2026, passa a valer a alíquota gradual de até 10% de Imposto de Renda para contribuintes de alta renda, visando compensar a ampliação da isenção para salários de até R$ 5 mil.

A medida atinge quem ganha acima de R$ 50 mil por mês ou R$ 600 mil por ano e inclui a taxação de lucros e dividendos. “Diversas companhias passaram a estudar a possibilidade de distribuir mais dividendos ainda este ano, antes da nova regra produzir efeitos”, comenta.

Publicidade

Segundo a gestora, esse tema já vinha sendo discutido há meses dentro das áreas financeiras e jurídicas das empresas, gerando análises sobre como declarar e pagar dividendos adicionais sem ferir limites regulatórios ou comprometer a estrutura de capital.

Na visão dela, companhias muito alavancadas não devem adotar essa estratégia, enquanto aquelas com balanços mais robustos podem optar por antecipar parte dos lucros acumulados. Esse viés extraordinário ajudou a explicar um pouco o movimento atípico no comportamento de distribuição de proventos em 2025.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • bolsa
  • dividend yield
  • Dividendos
  • Ibovespa
  • Investimentos
  • renda passiva
Cotações
30/01/2026 23h28 (delay 15min)
Câmbio
30/01/2026 23h28 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Cartões de alta renda se multiplicam; compare anuidade, benefícios e pontos

  • 2

    Selic a 15%: como investir em juros altos sem travar a carteira no curto prazo

  • 3

    Ibovespa hoje renova recorde em dia de decisão de juros no Brasil e nos EUA

  • 4

    Do Black aos mais exclusivos: como funcionam os cartões para alta e altíssima renda

  • 5

    Ibovespa bate recordes em 2026 com entrada de capital gringo; movimento deve continuar?

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Aposentadoria: como fica a regra dos pontos para professores em 2026?
Logo E-Investidor
Aposentadoria: como fica a regra dos pontos para professores em 2026?
Imagem principal sobre o Aposentadoria: veja a regra dos pontos para professoras que são servidoras públicas federais
Logo E-Investidor
Aposentadoria: veja a regra dos pontos para professoras que são servidoras públicas federais
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (30)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (30)?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: entenda como funciona o pagamento da bolsa
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: entenda como funciona o pagamento da bolsa
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: 3 requisitos para cumprir ao fazer a inscrição
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: 3 requisitos para cumprir ao fazer a inscrição
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: quem pode participar do programa?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: quem pode participar do programa?
Imagem principal sobre o Aposentadoria: como fica a regra dos pontos para servidoras públicas em 2026?
Logo E-Investidor
Aposentadoria: como fica a regra dos pontos para servidoras públicas em 2026?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: passo a passo para se inscrever no programa
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: passo a passo para se inscrever no programa
Últimas: Investimentos
Ibovespa tem melhor mês desde novembro de 2020 e renova recordes; Bolsa terá rali em fevereiro?
Investimentos
Ibovespa tem melhor mês desde novembro de 2020 e renova recordes; Bolsa terá rali em fevereiro?

Índice sobe 12,56% puxado por fluxo estrangeiro; balanços, juros e fiscal vão ditar o humor no próximo mês

30/01/2026 | 19h03 | Por Murilo Melo
Dólar fecha janeiro em queda de mais de 4%; Fed e fluxo estrangeiro devem ditar o rumo da moeda em fevereiro
Investimentos
Dólar fecha janeiro em queda de mais de 4%; Fed e fluxo estrangeiro devem ditar o rumo da moeda em fevereiro

Indicação do novo presidente do BC dos EUA e entrada de capital estrangeiro moldam as expectativas para o câmbio em fevereiro

30/01/2026 | 17h41 | Por Daniel Rocha
Novo presidente do Fed: escolha de Kevin Warsh reduz temor de interferência de Trump
Investimentos
Novo presidente do Fed: escolha de Kevin Warsh reduz temor de interferência de Trump

Mercado avalia perfil como técnico e histórico para o BC dos EUA e vê alívio nos temores sobre pressão política na condução dos juros

30/01/2026 | 15h14 | Por Luíza Lanza
Quanto rende investir com a Selic a 15% hoje? Veja o retorno de R$ 10 mil em Tesouro, CDB, poupança e LCI/LCA
Investimentos
Quanto rende investir com a Selic a 15% hoje? Veja o retorno de R$ 10 mil em Tesouro, CDB, poupança e LCI/LCA

Confira as simulações para aplicações de 3 meses a 5 anos e entenda onde seu dinheiro vai render mais

30/01/2026 | 09h27 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador