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Investimentos

Taxas do Tesouro Direto disparam em meio a temor sobre “candidatura irreversível” de Flávio Bolsonaro

Tesouro IPCA+2029 tem a maior taxa em 30 dias com aumento da aversão a risco; entenda

Por Jenne Andrade

09/12/2025 | 14:17 Atualização: 09/12/2025 | 14:22

O senador Flávio Bolsonaro. (Foto: Lula Marques/Agência Brasil)
O senador Flávio Bolsonaro. (Foto: Lula Marques/Agência Brasil)

As taxas do Tesouro Direto dispararam nesta terça-feira (9) em meio a falas do senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, de que sua pré-candidatura à presidência é “irreversível”. Até o início da tarde, o Tesouro Prefixado 2028 oferecia rendimentos de 13,20% ao ano, a maior taxa desde outubro. O Tesouro IPCA+2029 também apresentava a maior rentabilidade em 30 dias, de IPCA+7,95%.

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Esse salto das taxas significa um aumento na percepção de risco dos investidores, que passam a pedir mais rentabilidade para financiar as dívidas do Governo. A candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência estava fora do radar do mercado até o fim da semana passada, quando a possibilidade foi ventilada e fez a Bolsa desabar. A figura preferida por gestores para a corrida eleitoral de 2026 ainda é o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Agora, com a declaração de que a pré-candidatura é irreversível, o mercado tem um novo dia de estresse. Além da disparada no Tesouro Direto, o pregão é de alta do dólar e queda da Bolsa. Até às 13h50, a moeda americana subia 0,31% sobre o real, enquanto o Ibov cedia 0,22%.

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“O entendimento predominante é de que Flávio Bolsonaro poderia ser competitivo o bastante para chegar ao segundo turno, mas não a ponto de vencer as eleições. Essa avaliação tem afetado a curva de juros, os preços dos ativos e o desempenho das ações. Mesmo em um dia em que o dólar se desvaloriza frente a outras moedas de países emergentes, observa-se valorização da moeda americana em relação ao real”, afirma Gustavo Cruz, estrategista-chefe da RB Investimentos.

No exterior, também há um aumento na aversão a risco, com os investidores aguardando a nova decisão de política monetária do banco central americano Federal Reserve (Fed). A reunião está marcada para esta quarta (10) e ocorrerá simultaneamente à decisão do Banco Central brasileiro. “Um Fed entregando corte com possivelmente um discurso duro e um Copom mais rígido que flexível podem trazer volatilidade no curto prazo, mas ajudam a ancorar um cenário em que o ajuste monetário global segue vivo, porém em velocidade e direção bem diferentes entre Washington e Brasília”, diz José Aureo Viana, economista, sócio e assessor da Blue3 Investimentos.

Entenda os títulos do Tesouro Direto

O Tesouro Direto é a plataforma do Tesouro Nacional para compra e venda de títulos públicos. Por meio do Tesouro Direto, os investidores podem comprar esses papéis e ajudar a financiar o Governo.

Existem três principais categorias de títulos públicos: o Tesouro Selic, que paga a variação dos juros, é o mais conservador e o dinheiro pode ser resgatado a qualquer momento; Tesouro IPCA+, com remuneração da variação da inflação mais uma taxa fixa ao ano; e Tesouro Prefixado, caracterizado pelo pagamento de uma taxa fixa anual.

Com exceção do Tesouro Selic, os demais são impactados pelas mudanças nas expectativas do mercado em relação à economia do País. Em termos gerais, quando a percepção de risco dos investidores sobe, como agora, as taxas oferecidas pelos títulos prefixados e IPCA+ também sobem para refletir a perspectiva de uma economia pior no futuro, com juros e inflação mais altos. Quando as taxas sobem, os preços desses títulos caem e quem vender antes do vencimento pode ter prejuízos. O contrário também acontece se a perspectiva para a economia melhora, ou seja, as taxas dos títulos caem e os preços sobem.

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