• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

“Tudo está sendo discutido”, diz Tesouro sobre tributação de investimentos

Responsável pelo Tesouro Nacional se diz “satisfeito” com os rumos da reforma, mesmo com diversas alterações

Por Isaac de Oliveira, Especial para o E-Investidor

17/07/2023 | 3:00 Atualização: 18/07/2023 | 15:08

Secretário do 
Tesouro Nacional, 
Rogério 
Ceron (Foto: Wilton Junior/ Estadão)
Secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron (Foto: Wilton Junior/ Estadão)

O Tesouro Nacional, responsável pelo caixa do governo, tem acompanhado atentamente os rumos das discussões e decisões econômicas em curso no Brasil. Reforma tributária, novo arcabouço fiscal e rumo da taxa de juros são algumas das pautas que impactarão na meta de fechar 2023 com um déficit primário em torno de 1% do Produto Interno Bruto (PIB), conforme a última projeção do governo.

Leia mais:
  • O que é e como funciona o Tesouro Direto?
  • Quanto rende de R$ 1 mil a R$ 200 mil na poupança com a Selic a 13,75%
  • Os melhores títulos do Tesouro para lucrar com a renda fixa
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

De acordo com o secretário do órgão, Rogério Ceron, diversas possibilidades estão na mesa neste momento para uma próxima etapa da reforma tributária, especialmente em relação à taxação de investimentos, como fundos exclusivos e dividendos.

Em entrevista exclusiva para o E-Investidor, o economista se diz satisfeito com os rumos da reforma, mesmo com as diversas alterações no projeto durante tramitação no Legislativo. “O que está alterando não muda a estrutura da reforma, mantém o essencial da proposta, mantém os benefícios em termos de ganho de produtividade”, avalia Ceron.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Ceron diz não enxergar um grande impacto da aprovação da reforma sobre os títulos públicos ao mesmo tempo que defende a redução da taxa de juros. “A queda consistente da inflação e com a Selic estável, o que tem acontecido, na prática, é um aumento brutal na taxa de juros real paga nesses títulos, principalmente nas taxas flutuantes e até mesmo nos pré-fixados. Então, é importante esse movimento de redução da taxa de juros. Vai ser bom, saudável para todos”, defende Ceron.

O secretário do Tesouro disse ainda que o órgão também tem se debruçado em outros objetivos, como modernizar o Tesouro Direto e fomentar a educação financeira dos brasileiros, mas o trecho em que ele fala sobre esses assuntos você confere aqui.

Confira a seguir a entrevista do secretário do Tesouro, Rogério Ceron.

E-Investidor – A Câmara aprovou a reforma tributária no último dia 6 de julho. O Sr. já falou que o impacto das mudanças para arrecadação só deve ser sentido a partir de 2026. Para a população, haverá algum efeito ainda neste ano?

Publicidade

Rogério Ceron – Não. As mudanças só iniciam com o processo de transição, que é longo, depois de 2027. Até lá, não há qualquer tipo de alteração no sistema tributário. Para a população não muda absolutamente nada agora.

Mas o mercado costuma reagir a esses fatos. Qual é o impacto para quem tem investimentos?

Para fins de mercado, de novos investimentos e novas decisões de alocação, aí já tem efeito. Principalmente para aqueles investimentos que têm um ciclo de maturação muito longo. Por essa lógica, já se vai olhar pensando qual será o sistema tributário lá na frente.

Esse é o intuito da reforma, que as decisões empresariais sejam feitas pelo critério econômico para as melhores escolhas, para trazer o máximo de eficiência e aumentar a produtividade do País, não por uma questão tributária, de guerra fiscal, que muitas vezes faz com que um empresário tome uma decisão de investimento ineficiente para colher um benefício tributário.

Publicidade

Como essa mudança de cenário tributário afeta os títulos do Tesouro?

Nos títulos públicos, a princípio, o impacto é indireto, no sentido de haver uma perspectiva de crescimento econômico. Com mais produtividade conseguimos mais crescimento e mais controle do processo inflacionário. Isso é um ciclo virtuoso que deve impactar a curva de juros e, portanto, o financiamento da dívida pública tende a ser reduzido.

Isso fará com que o Tesouro emita mais títulos neste ano? Ano passado houve uma desaceleração nas emissões. Planeja retomá-las?

Não necessariamente. Nós temos, tradicionalmente, um primeiro trimestre com volume de vencimento grande, que acabam dando uma enxugada na reserva de liquidez, e depois o Tesouro vai alocando um pouco mais do que os resgates, para ir recompondo e poder balancear. O objetivo desse ano é fazer a rolagem e ter mais ou menos um saldo de liquidez (caixa) em torno de R$ 1 trilhão, que é um valor razoável. Estamos com um processo de recomposição, que já está em curso, mas não tem nenhuma intenção ou motivo para fazer um processo mais intenso de emissões.

Publicidade

O projeto vem passando por diversas alterações no âmbito das discussões políticas. Essas mudanças prejudicam os objetivos da reforma?

Esse processo de discussão e de ajustes é natural. O Congresso existe justamente para fazer esse balanço. Isso é natural e de certa forma até necessário. Faz parte do jogo democrático e é assim que tem que ser mesmo.

O que está alterando não muda a estrutura da reforma, mantém o essencial da proposta, mantém os benefícios em termos de ganho de produtividade. Então, nós estamos satisfeitos, sim.

O governo já ventilou a possibilidade de tributar investimentos, como fundos exclusivos e dividendos, numa próxima etapa da reforma tributária. O senhor defende algo nessa linha?

Publicidade

Há, de fato, uma discussão no segundo semestre para aprimoramento na tributação sobre a renda, mas não podemos adiantar quais medidas serão feitas ou não. Tudo está sendo discutido para que tenhamos um sistema melhor, aprimorado em relação à tributação sobre a renda.

O adiamento da votação do projeto de lei (PL) do Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf) prejudica a expectativa de ganho de arrecadação por meio desse instrumento?

Afeta no curto prazo, no que nós tínhamos de expectativas para 2023, porque nesse processo de indefinição muitos julgamentos sequer foram realizados ao longo do primeiro semestre. Então tem um efeito. Perdemos  metade do ano, logo, a expectativa que tínhamos de algo em torno de R$ 50 bilhões (em arrecadação com as mudanças do PL) vai cair naturalmente.

Para quanto?

Publicidade

É difícil estimar agora. Vamos ver o processo de votação. Sendo aprovado, ainda temos uma parte do segundo semestre para avançar, principalmente na preparação da arrecadação para 2024. Estamos num caminho bom.

O mercado projeta corte de juros a partir de agosto. Isto pode aliviar a dívida pública, que tem parte do seu montante atrelado à Selic. Qual o impacto para os títulos públicos?

Um eventual corte da taxa de juros tem um efeito importante sobre o custo da dívida pública. Os investidores não têm que se preocupar. Pelo contrário, dá mais garantia de uma trajetória sustentável do endividamento público.

Com a queda consistente da inflação e com a Selic estável, o que tem acontecido é um aumento brutal na taxa de juros real (diferença entre o porcentual de juros e a inflação) paga nesses títulos, principalmente nas taxas flutuantes, e até mesmo nos pré-fixados. Então é importante esse movimento de redução da taxa de juros. Vai ser bom, saudável para todos.

O programa levou quase 20 anos para começar a se modernizar com novos produtos. Mas a poupança ainda é a opção mais popular nos investimentos. Pretende tomar mais desse público e tornar o Tesouro Direto protagonista nos investimentos?

Não é objetivo concorrer com a poupança. Não tem essa finalidade, mas busco sim torná-lo tão popular quanto. Existem papéis distintos. O que nós queremos é que as famílias tenham à disposição para fazer uma escolha consciente instrumentos que protejam melhor do processo inflacionário, que traga uma rentabilidade real. A poupança tem uma outra característica. Ela tem facilidades para o curto prazo, mas para um objetivo de longo prazo, como esse (educacional), a gente quer dar um instrumento customizado.

Isso facilita as pessoas enxergarem até o objetivo de guardar dinheiro. E para isso envolve comunicação e investimento para torná-lo mais palatável e mais didático para as pessoas. A caderneta de poupança é muito simples o entendimento. E, no fundo, o primeiro item que as pessoas buscam é segurança e o Tesouro Direto é o investimento mais seguro do País. O risco é o soberano. A poupança está protegida pelo FGC, que é um fundo privado.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Aposentadoria
  • Educação Financeira
  • Investimentos
  • Juros
  • Produto Interno Bruto (PIB)
  • Renda fixa
  • Selic
  • Tesouro Direto
  • Tesouro Nacional
Cotações
14/03/2026 19h53 (delay 15min)
Câmbio
14/03/2026 19h53 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Raízen e GPA: crise expõe fundos de Itaú, BB e grandes gestoras; veja a lista

  • 2

    Mercados de previsão avançam e reacendem debate entre bets e setor financeiro

  • 3

    Ibovespa hoje tem 3ª maior queda do ano com IPCA acima do esperado e pessimismo global

  • 4

    Petróleo hoje salta após alerta da maior interrupção de oferta da história; Petrobras (PETR3;PETR4) sobe

  • 5

    Bradsaúde: o que analistas veem na empresa que já nasce com R$ 52 bi em receitas estimadas

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas paralelas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas paralelas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: quando começam as vendas exclusivas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: quando começam as vendas exclusivas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: veja o valor do prêmio milionário
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: veja o valor do prêmio milionário
Imagem principal sobre o O que é o aplicativo do FGTS?
Logo E-Investidor
O que é o aplicativo do FGTS?
Imagem principal sobre o Onde declarar o Imposto de Renda 2026?
Logo E-Investidor
Onde declarar o Imposto de Renda 2026?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja doenças que são consideradas na isenção
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja doenças que são consideradas na isenção
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: para quem é destinado o comprovante de rendimentos do INSS?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: para quem é destinado o comprovante de rendimentos do INSS?
Imagem principal sobre o 13º salário aparece no comprovante de rendimentos do INSS?
Logo E-Investidor
13º salário aparece no comprovante de rendimentos do INSS?
Últimas: Investimentos
FIIs ainda podem subir até 193% mesmo após rali do Ifix, mostra levantamento
Investimentos
FIIs ainda podem subir até 193% mesmo após rali do Ifix, mostra levantamento

Levantamento da Quantum Axis mostra que os FIIs ainda negociam com desconto relevante; shoppings e residenciais lideram potencial de valorização

13/03/2026 | 12h32 | Por Daniel Rocha
Raízen e GPA: crise expõe fundos de Itaú, BB e grandes gestoras; veja a lista
Investimentos
Raízen e GPA: crise expõe fundos de Itaú, BB e grandes gestoras; veja a lista

Relação também inclui fundos de previdência e multimercados; empresas decretaram recuperação extrajudicial nos últimos dias

12/03/2026 | 19h54 | Por Marília Almeida
Poucos brasileiros ganharam na subida da bolsa, diz Juliano Custódio, da EQI, no Capital Insights
Investimentos
Poucos brasileiros ganharam na subida da bolsa, diz Juliano Custódio, da EQI, no Capital Insights

Investidor estrangeiro aproveitou para comprar barato, enquanto o investidor local continuou com pouco ou nenhum movimento

12/03/2026 | 16h43 | Por Karla Spotorno
XP dobra taxa de fundo de ouro e Indê recomenda resgate
Investimentos
XP dobra taxa de fundo de ouro e Indê recomenda resgate

Banco argumenta maior eficiência tributária, mas custo pode ser mais alto para o investidor

12/03/2026 | 11h09 | Por Marília Almeida

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador