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Investimentos

Quais são os FIIs afetados pela crise e inadimplência da WeWork?

A crise tem gerado um efeito dominó: sem receber os aluguéis, os FIIs não conseguem gerar receita e pagar dividendos

Por Janize Colaço

24/09/2024 | 19:11 Atualização: 24/09/2024 | 19:11

A WeWork já enfrentava desafios desde sua tentativa fracassada de abrir capital em 2019. (Foto: Adobe Stock)
A WeWork já enfrentava desafios desde sua tentativa fracassada de abrir capital em 2019. (Foto: Adobe Stock)

Desde o final de maio, a crise financeira na WeWork fez a empresa ficar inadimplente com sete fundos imobiliários no Brasil. Entre os impactados estão o Torre Almirante (ALMI11), o Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11), o Hedge AAA (HAAA11), o Valora Renda Imobiliária (VGRI11) e o Vinci Offices (VINO11), além do Santander Renda de Aluguéis (SARE11) e a Kinea Renda Imobiliária (KNRI11).

Leia mais:
  • Novo controlador do grupo Selina pode garantir o fim de inadimplência em FIIs?
  • As principais recomendações de FIIs para investir em setembro
  • Como ganhar dinheiro de aluguéis sem ter um imóvel?
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  • Fundo imobiliário consegue liminar de despejo contra WeWork após atraso de aluguel

Mas esse não tem sido um problema isolado com os fundos imobiliários, visto que a inadimplência da WeWork tem gerado um efeito dominó: sem receber os aluguéis, os FIIs não conseguem gerar receita e, consequentemente, deixam de remunerar seus investidores por meio dos dividendos. Procurada para esta reportagem do Estadão, a empresa afirma que está buscando soluções para acelerar as negociações com os locadores.

“Para chegar a resoluções que sejam do melhor interesse de todo o nosso ecossistema, mutuamente benéficas e que estejam mais bem alinhadas com as condições atuais do mercado”, disse em comunicado. Segundo a WeWork, algumas negociações já resultaram em acordos, e a companhia se mantém comprometida em prestar um bom serviço aos clientes.

FIIs no curto prazo comprometidos com inadimplência da WeWork

Na avaliação de especialistas no setor imobiliário, a receita desses fundos imobiliários pode ficar comprometida no curto prazo, já que vai gerar interrupções temporárias nos pagamentos. No entanto, ainda não é possível dimensionar quais serão as implicações no médio e longo prazo, quando ocorrer a resolução dos processos judiciais e os fundos poderão retomar os imóveis — e buscar novos inquilinos.

  • Do sucesso à recuperação judicial: o caminho da WeWork até o calote nos FIIs

Além disso, aos investidores que possam temer que a crise na WeWork seja também do mercado imobiliário, Régis Chinchila, chefe de pesquisa da Terra Investimentos, descarta esse cenário. Para ele, trata-se de um reflexo da incapacidade de a empresa se adaptar às mudanças do mercado depois da pandemia da covid-19.

“Apesar das várias reformulações no modelo de negócios, como a tentativa de reduzir custos e reestruturar dívidas, essas mudanças não foram suficientes para assegurar uma trajetória de crescimento lucrativo sustentável”, disse Chinchila para esta reportagem.

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Vale lembrar que os problemas não se limitam ao mercado brasileiro. Em novembro do ano passado, a empresa com sede em Nova York recorreu ao chamado ‘Capítulo 11’, equivalente à recuperação judicial no Brasil. Ela reportou à Justiça americana um total de US$ 18,6 bilhões em dívidas contra US$ 15 bilhões em ativos.

Além disso, a WeWork já enfrentava desafios desde sua tentativa fracassada de abrir capital em 2019, o que resultou na demissão do fundador, Adam Neumann, e em uma reestruturação financeira. A situação se agravou com o aumento das taxas de juros nos Estados Unidos, que aumentaram o custo de capital e ampliaram o endividamento da companhia.

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