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Mercado

Abertura de Mercado: fala de Powell, do Fed, e UE ditam tom de bolsas

Abertura de Mercado: fala de Powell, do Fed, e UE ditam tom de bolsas
Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) 19/05/2022 REUTERS/Andrew Kelly

Sessão de hoje (23) terá as perspectivas econômicas como direcionador para os negócios, uma vez que, nos Estados Unidos, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, dará novamente depoimento à membros do governo, agora para Câmara dos Representantes, enquanto na Europa a Cúpula de Líderes da União Europeia também pode dar algum sinal sobre o que esperar da atividade na região daqui em diante.

Ontem, Jerome Powell reconheceu que uma recessão é “uma possibilidade” e que o chamado soft landing, ou seja, uma desaceleração gradual da economia, parece ser muito desafiador, enquanto no velho continente indicadores de atividade desapontaram hoje.

Apesar deste pano de fundo, os índices futuros de Nova York avançam, contribuindo para alta das principais bolsas da Europa também, embora os contratos futuros do petróleo estendam a baixa, refletindo os crescentes receios de que uma recessão na maior economia do mundo possa prejudicar a demanda por combustíveis.

Por aqui, presidente e diretor de Política Econômica do Banco Central concedem entrevista sobre política monetária. Internamente, a discussão do governo em torno do auxílio-caminhoneiro de até R$ 1.000 fica no radar, enquanto o desempenho mais fraco das commodities impõe um viés de baixa para as principais representantes do Ibovespa durante a abertura dos negócios.

O principal índice da bolsa brasileira segue testando importante região de suporte entre os 100.000 pontos e 98.400 pontos e vai deixando candles de dívida (doji) que sugerem possível esgotamento do recente movimento baixista. Em caso de alta, o Ibovespa encontraria primeira resistência marcada aos 103.000 pontos e na eventual quebra desta, abriria espaço para uma busca até a reta mais inclinada que projeta hoje na região dos 107.700 pontos.

O DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta selecionada de moedas segue em alta hoje.

Agenda econômica 23/06

Brasil: O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e o diretor de Política Econômica, Diogo Guillen, concedem entrevista sobre política monetária (11h). A Receita Federal divulga os dados de arrecadação federal referentes ao mês de maio (10h30), cujas estimativas apontam para R$ 163,60 bilhões, contra R$ 195,085 bilhões em abril. O Conselho Monetário Nacional (CMN) faz reunião para, possivelmente, discutir a meta de inflação de 2025 (15h).

EUA: O presidente do Fed, Jerome Powell, fala na Câmara dos Representantes (10h45). Entre os indicadores, saem os pedidos semanais de auxílio-desemprego (9h30) e a prévia do índice dos gerentes
de compras (10h45).

Europa: A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, participa da Cúpula de Líderes da União Europeia (10h15). Do lado dos indicadores, mais cedo, o índice de gerentes de compras (PMI) composto da zona do euro, que engloba os setores industrial e de serviços, caiu de 54,8 em maio para 51,9 em junho – o menor nível em 16 meses – segundo os dados divulgados pela S&P Global. Na Alemanha, carro-chefe da economia do bloco, o PMI composto caiu de 53,7 em maio para 51,3 em junho – o menor nível em seis meses.

 

 

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