Enquanto todas as atenções globais parecem voltadas para quaisquer sinais de reabertura do Estreito de Ormuz, os investidores buscam outros motivos para conduzir as suas alocações neste início de semana, segunda-feira (16).
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Enquanto todas as atenções globais parecem voltadas para quaisquer sinais de reabertura do Estreito de Ormuz, os investidores buscam outros motivos para conduzir as suas alocações neste início de semana, segunda-feira (16).
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Portanto, o que se vê é uma certa indefinição nos mercados financeiros, com as principais bolsas da Europa em leve baixa, mas com os índices futuros de Nova York em leve alta, apontando para o primeiro ganho em cinco dias (no caso do S&P 500).
Para além das bolsas, o dólar recua frente a maioria das moedas, os rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries) têm leve baixa e o ouro também cai.
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Já entre as principais commodities, os contratos futuros do petróleo seguem em patamar alto – e chegaram a tocar pontualmente os US$ 106,50 por barril depois dos ataques norte-americanos a alvos militares na ilha de Kharg, o terminal responsável por praticamente todas as exportações de petróleo do Irã. Os contratos futuros, porém, oscilam, com leve recuo durante a manhã – veja mais aqui.
Enquanto isso, os preços futuros do minério de ferro recuaram 0,74% na madrugada em Dalian, na China, aos US$ 117,30 por tonelada.
Esse relativo alívio no exterior pode amenizar os ânimos por aqui também – e, de fato, o EWZ, principal ETF (fundo de índice) brasileiro negociado no exterior, apresentava leve alta no pré-mercado.
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