O petróleo hoje abriu a semana em queda. O “ouro negro” refletiu um mercado ainda sensível aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio nesta segunda-feira (16) e a novas movimentações políticas dos Estados Unidos.
O petróleo hoje abriu a semana em queda. O “ouro negro” refletiu um mercado ainda sensível aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio nesta segunda-feira (16) e a novas movimentações políticas dos Estados Unidos.
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As cotações encerraram em queda. O WTI para maio recuou 5,28%, a US$ 93,5 o barril, enquanto o Brent para o mesmo mês cedeu 2,84% a US$ 100,21.
A volatilidade da commodity também se refletiu nas ações do setor na B3. Os papéis da Petrobras (PETR3; PETR4) fecharam em alta nesta tarde, acompanhando a atenção do mercado ao cenário energético global.
A PETR3 avançou 1,5%, a R$ 50,12, enquanto a PETR4 subiu 2,04%, a R$ 45,58. Entre as petroleiras independentes, a PRIO (PRIO3) registrou uma das maiores altas do setor, com valorização de 3,46%, a R$ 59,8. As ações da PetroReconcavo (RECV3) avançaram 2,26%, a R$ 13,13, enquanto os papéis da Brava Energia (BRAV3) ostentaram alta de 4,08%, a R$ 18,64.
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O banco Jefferies rebaixou a recomendação para os American Depositary Receipts (ADRs, que permitem que ações estrangeiras sejam negociadas nas bolsas dos EUA) da Petrobras de compra para neutra e reduziu o preço-alvo de US$ 20,30 para US$ 19, segundo informações divulgadas pela Dow Jones.
O mercado financeiro seguiu atento aos desdobramentos geopolíticos. Reportagem do site Axios afirma que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, trabalha para montar uma coalizão internacional destinada a garantir a navegação no Estreito de Ormuz.
A região concentra uma das rotas energéticas mais sensíveis do mundo. Cerca de um quinto do petróleo transportado globalmente passa pelo corredor marítimo que liga o Golfo Pérsico ao oceano Índico.
Segundo fontes ouvidas pela publicação, o governo americano também avalia a possibilidade de assumir o controle de instalações petrolíferas iranianas na Ilha Kharg, principal terminal de exportação de petróleo do país, caso os petroleiros continuem retidos na região.
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