Os futuros em Nova York recuam, enquanto as bolsas europeias avançam de forma moderada e as asiáticas fecharam mistas, refletindo volatilidade e menor apetite por risco.
Os rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries) perdem força após alta mais cedo, o índice DXY (que mede o desempenho do dólar em relação a outras seis divisas relevantes) opera próximo da estabilidade e o minério de ferro em Dalian subiu 1,81%, cotado a US$ 118,39 por tonelada, no contrato mais negociado para maio.
No Brasil, os ativos podem operar em ajuste após o rali da véspera, acompanhando o sinal negativo dos EUA e a falta de perspectiva para o fim das tensões geopolíticas.
Mais cedo, o EWZ, principal ETF brasileiro negociado em NY, recuava levemente no pré mercado, e as atenções seguem concentradas no Tesouro, que pode voltar a intervir nos leilões de títulos diante da forte volatilidade.
A curva de juros agora precifica maior probabilidade de corte de apenas 0,25 ponto porcentual na Selic amanhã (18), enquanto uma manutenção não está descartada devido ao impacto do petróleo sobre as expectativas inflacionárias.