Enquanto o desfecho segue incerto, os futuros em Nova York operam em leve alta, as Bolsas europeias avançam e os mercados asiáticos encerraram o pregão sem direção única.
No câmbio, o dólar perde força frente às principais moedas, ao passo que os rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo americano, os Treasuries, recuam.
O petróleo segue volátil diante das incertezas sobre oferta, e o minério de ferro caiu 0,44% na Bolsa de Dalian, cotado a US$ 115,87 por tonelada, refletindo ajustes no mercado futuro.
No mercado doméstico, o ambiente externo um pouco menos tenso pode favorecer o apetite por risco nos ativos brasileiros, ainda que a volatilidade ligada às commodities siga no radar.
O desempenho do petróleo continua sendo um vetor relevante para ações do setor de energia, enquanto a queda do minério tende a limitar o humor para papéis ligados à cadeia metálica.
Os investidores também acompanham com atenção as sinalizações fiscais após o anúncio de medidas para mitigar o impacto dos combustíveis, além das discussões sobre captação externa, com o Tesouro realizando encontros com investidores para avaliar uma possível emissão de títulos em euros.