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Mercado

Qual é o temor do mercado sobre Magalu (MGLU3) e Casas Bahia (BHIA3)?

Analistas dizem que uma das empresas do varejo está vacinada contra esse temor que pode abalar o mercado

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

12/03/2025 | 3:00 Atualização: 12/03/2025 | 7:36

Veja o principal receio do mercado sobre Magazine Luiza (MGLU3) Casas Bahia (BHIA3) (Foto: Adobe Stock)
Veja o principal receio do mercado sobre Magazine Luiza (MGLU3) Casas Bahia (BHIA3) (Foto: Adobe Stock)

O ciclo de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, pode ser uma grande pedra no sapato das varejistas em 2025. O temor é do mercado, mas também da própria presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza (MGLU3), Luiza Trajano. Na metade de fevereiro, Trajano pediu para o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, não subir mais a Selic. Analistas ouvidos pelo E-Investidor projetam um ano difícil não só para o Magalu, mas para praticamente todas as ações do setor, com uma delas sendo mais resiliente ao aperto monetário.

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  • Leia mais: Casas Bahia (BHIA3) ou Magalu (MGLU3): quem vai brilhar no balanço do 4° trimestre?

Em reunião na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Luísa Trajano pediu para Galípolo não anunciar mais elevações dos juros de referência, a Selic. “A pequena e média empresa não aguenta mais sobreviver nisso [juros altos], não tem condição. É ela que gera o emprego. Hoje a gente conversou, eu pedi para ele [Galípolo], por favor, não comunicar mais que vai ter aumento de juros, porque atrapalha tudo”, disse a empresária, segundo informações do Broadcast.

Atualmente, a taxa básica de juros da economia, a Selic, está em 13,25% e o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) sinalizou no último comunicado mais uma alta de 1 ponto porcentual na Selic, agora em março. Com isso, a taxa tende a ir para 14,25%.

O mais recente boletim Focus estima que a Selic tende a caminhar para 15% ao ano no fim de 2025. Ou seja, se Luíza Trajano espera que o ciclo de alta se encerre em 14,25%, o mercado precifica mais um crescimento de 0,75 ponto porcentual da Selic até o fim do ano. Para os analistas ouvidos pelo E-Investidor, esse avanço da Selic é negativo para todas as empresas do varejo.

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Para Sidney Lima, analista da Ouro Preto Investimentos, essas declarações refletem os desafios que o Magazine Luiza e outras empresas do setor podem enfrentar, como aumento nos custos de financiamento e redução no consumo, o que pode impactar negativamente os resultados financeiros em 2025.

“Contudo, boa parte das empresas do setor já apresenta alguns sinais de recuperação, o problema é que quanto mais tempo a taxa de juros permanecer em patamar elevado, mais problemático tende a ser para a sustentabilidade do negócio a longo prazo. Embora o Magazine Luiza tenha apresentado uma certa recuperação em 2024, com aumento de margem bruta e lucro líquido, a manutenção de juros elevados em 2025 pode dificultar a continuidade dessa trajetória positiva, exigindo cautela por parte dos investidores”, diz Lima.

Paloma Lopes, economista da Valor Investimentos, lembra que o Magazine Luiza está muito bem estruturado e que, mesmo com os juros elevados, a empresa dificilmente pode voltar para aquele cenário de terra arrasada, com uma série de prejuízos seguidos. A especialista diz que a fala da presidente do conselho de administração da empresa tem mais a ver com um recado e posicionamento de suas preferências para a nova gestão do Banco Central do que um alarde sobre a toada dos negócios da varejista da família Trajano.

Por que as ações da Casas Bahia podem sofrer com a alta dos juros?

Já para Casas Bahia (BHIA3), o sentimento não é tão positivo. João Daronco, analista da Suno Research, lembra que a empresa passa por um processo de reestruturação e que a companhia pode sofrer nesse processo por vários motivos. O primeiro é o enfraquecimento da demanda, visto que juros mais altos dificultam o acesso ao crédito, fundamental para comprar os produtos vendidos por Casas Bahia, como televisão, geladeiras, entre outros.

Ele relata que a empresa encerrou o terceiro trimestre de 2024 com um endividamento, medido pelo caixa líquido Ajustado/Ebitda ajustado, em 2,8 vezes, o que pode ser considerado complicado para a companhia, ainda mais em um cenário de aperto monetário. “O Grupo Casas Bahia já está endividado e a alta da Selic acaba gerando uma pressão ainda maior, pois os juros dessa dívida ficam mais pesados.  Tudo isso acontece em um momento em que a demanda arrefece”, diz Daronco.

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Já Inácio Alves, analista da Melver, lembra que nem sempre juros altos foram ruins para o Grupo Casas Bahia. Ele lembra que a empresa apresentou melhores resultados que a Magazine Luiza até 2016, mas o ciclo negativo iniciado no 3° trimestre de 2022, culminando em um prejuízo próximo de R$ 1 bilhão no 4º trimestre de 2024, evidencia os desafios atuais. Todavia, ele diz que o investidor não deve se desesperar, pois a empresa até que se preparou bem para o momento atual.

“No entanto, o robusto plano de recuperação extrajudicial — que estendeu o prazo médio de quitação de 22 para 72 meses e estabeleceu carências para juros e principal, preservando cerca de R$ 4,3 bilhões em caixa até 2027 — tem o potencial de aliviar a pressão financeira e reestruturar a dívida”, aponta Alves. Ou seja, o especialista diz que, embora o ambiente de juros elevados represente um desafio, a tese de investimento pode se manter se o plano for bem executado e se houver uma eventual melhoria no cenário macroeconômico.

Qual empresa do varejo pode estar imune ao ciclo de alta da Selic?

Se o Magazine Luiza e o Grupo Casas Bahia podem sofrer com o ciclo de alta de juros, analistas apontam a Azzas (AZZA3) como uma empresa do setor varejista que pode sentir os impactos de uma forma mais branda. Sidney Lima, da Ouro Preto, avalia que a empresa tem demonstrado resiliência em cenários de juros elevados.

Ele diz que empresas voltadas ao público de alta renda tendem a ser menos impactadas por oscilações econômicas, pois seu público-alvo mantém o poder de compra mesmo em cenários de inflação elevada ou taxas de juros altas. “No entanto, a Selic elevada pode aumentar os custos de financiamento e reduzir a demanda em segmentos mais sensíveis ao crédito, exigindo estratégias adaptativas da empresa”, diz Lima.

Já o especialista da Melver lembra que em períodos com a Selic próxima dos 14% — como em 2016 — os resultados da Azzas se mantiveram mais consistentes em comparação aos de Magazine Luiza e Casas Bahia. Contudo, ele destaca que os dados utilizados são consolidações dos balanços de empresas anteriores (Arezzo e Soma) que compõem hoje o grupo Azzas. “Ainda assim, essa performance histórica sugere que, em um cenário com Selic em torno de 15% ao ano, a Azzas estaria em uma posição relativamente mais robusta para suportar os impactos dos juros altos”, diz Alves.

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Ou seja, a companhia acaba sendo a preferida entre os analistas para suportar esse cenário de juros altos. Mesmo com as altas recentes de Casas Bahia, com o papel subindo cerca de 90% em março, os analistas recomendam ficar de fora do ativo. “As perspectivas para 2024 e 2025 são positivas, considerando os avanços do Plano de Transformação e a estratégia de incremento em serviços financeiros e marketplace. No entanto, dada a trajetória recente e os últimos resultados e o cenário macroeconômico desafiador, a recomendação é de cautela, observando os próximos trimestres”, diz Rafael Ragazi, sócio da Nord Investimentos.

Paloma Lopes, economista da Valor Investimentos, conclui que o investidor que quiser entrar nessas empresas deve ter um perfil de comprar o papel e deixar para o longo prazo. Além disso, a pessoa não deve se importar com a volatilidade do mercado, pois, do mesmo jeito que uma ação pode disparar em um único dia, ela pode afundar em outro.

Para quem quiser se arriscar, ela estipula um preço-alvo para cada uma das ações até o fim de 2025. A ação do Magalu pode chegar a R$ 8,50, uma alta de 3% em relação ao último fechamento. Já a Casas Bahia pode encerrar o ano cotada a R$ 4,50, queda de 4,05% na comparação com o fechamento de segunda-feira (10). Para Azzas, o tom é muito mais otimista, com um preço-alvo de R$ 52, salto de 97,86% em relação ao fechamento de segunda-feira, quando a ação terminou o pregão a R$ 26,28.

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