“Sentimos que esse ativo foi deixado de lado por investidores e analistas nos últimos trimestres. A volatilidade no impulso operacional, juntamente com problemas de comunicação, fez com que a ação da Americanas fosse negociada abaixo de todo o seu potencial. Com essa mudança gerencial, acreditamos que mais investidores provavelmente darão à Americanas o benefício da dúvida e assumirão que mais valor poderá ser extraído desse ativo em breve”, avalia.
“Nossas estimativas atuais não refletem mais a dinâmica operacional contínua da empresa, tampouco capturam adequadamente o valor da VEM (a joint venture da Americanas com a Vibra) e da aquisição do Hortifruti”, diz o Itaú, que vê a negociação de ações da Americanas perto de 5 vezes o valor da empresa/EBITDA 2023, um múltiplo barato, considera o banco.