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Mercado

BR Properties (BRPR3) pode pagar até R$ 3,4 bi em dividendos

Segundo o Santander, empresa pode optar por remunerar os acionistas após pagamento da dívida líquida

BR Properties (BRPR3) pode pagar até R$ 3,4 bi em dividendos
Parque da cidade, em São Paulo, foi um dos imóveis vendidos pela BR Properties. Foto: Gabriela Biló/Estadão
  • A BR Properties (BRPR3) pode pagar até R$ 3,4 bilhões em dividendos extraordinários aos seus acionistas, de acordo com relatório do Santander
  • Na quarta-feira (18) foi anunciado o acordo de compra de 12 prédios corporativos da BR Properties por parte da canadense Brookfield, no valor de R$ 5,92 bilhões. Os ativos correspondiam a 80,8% do portfólio da BR Properties

A BR Properties (BRPR3) pode pagar até R$ 3,4 bilhões em dividendos extraordinários aos seus acionistas, de acordo com relatório do Santander.

A receita líquida da BR Properties é de R$ 5,5 bilhões e, após o pagamento da dívida líquida (R$ 2,1 bilhões), a empresa poderia optar por remunerar os acionistas.

No entanto, o Santander entende que, provavelmente, a administração deva guardar um pouco desse montante para aquisições futuras ou investimentos em ativos logísticos.

Na quarta-feira (18) foi anunciado o acordo de compra de 12 prédios corporativos da BR Properties por parte da canadense Brookfield, no valor de R$ 5,92 bilhões. Os ativos correspondiam a 80,8% do portfólio da BR Properties e a venda foi vista como uma oportunidade de diminuir as dívidas da empresa.

Segundo o relatório do Santander, após a conclusão do negócio, a ação BRPR3 pode perder liquidez e torna-se menos atraente para alguns investidores se a empresa optar por não aumentar sua base de ativos novamente.

O argumento é endossado pelos analistas do Bradesco BBI, que entendem que há pouco espaço para valorização dos papéis. Segundo eles, a venda dos 12 prédios de escritórios pela BR Properties tem potencial de limitar a valorização das ações BRPR3 na bolsa de valores.

A venda correspondeu a um desconto de cerca de 14% em relação ao valor líquido do ativo (NAV), de acordo com os analistas Bruno Mendonça e Pedro Lobato, em relatório divulgado pelo banco.

Agora, o portfólio da companhia está avaliado em 0,5 vezes o P/NAV, ao passo que a ação está avaliada em 0,66 vezes o P/NAV.

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