BTG Pactual alterou suas principais escolhas de ações ESG, e adicionou a Allos (ALOS3) na lista. (Imagem: Timon/Adobe Stock)
O BTG Pactual anunciou hoje algumas alterações em suas principais escolhas de ações ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança) para fevereiro, com a inclusão dos papéis de Allos (ALOS3) e C&A (CEAB3), além da retirada de Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3). O portfólio completo segue com Axia Energia (AXIA3), Copel (CPLE6), Equatorial (EQTL3), Itaú (ITUB4), Localiza (RENT3), Nubank (ROXO34), Raia Drogasil (RADL3) e Sanepar (SAPR11).
“Allos adiciona proteção ao portfólio e, dadas as suas características de proxy de títulos corporativos (bonds), proporciona exposição a um ambiente de taxas de juros em declínio. Também acreditamos que o mercado ainda não precificou totalmente a nova política de distribuição de dividendos da empresa, o que reforça a teoria de investimento, visto que a Allos está mudando seu foco estratégico de crescimento para valor”, afirmam os analistas Renata Faber, Carlos Sequeira e Rafaella Dortas, em relatório divulgado hoje.
Sobre a adição de C&A, os analistas do BTG avaliam que, negociada a um “atraente múltiplo” de 7,5x o Preço/Lucro de 2026, a empresa está aprimorando seu foco em eficiência operacional, avançando com seu programa Energia C&A, e alavancando a precificação dinâmica para manter a competitividade em meio a tendências de consumo mais fracas.
Nos últimos 30 dias, a carteira ESG do BTG Pactual apresentou alta de 13,1%, ante ganho de 13% do Ibovespa e de 10,1% do S&P/B3 Brasil ESG, este último seu benchmark (referência de performance do ativo).