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Ibovespa hoje sobe, petróleo dispara e juros avançam com guerra no Oriente Médio; Petrobras (PETR4) ganha mais de 4%

Boletim Focus e indicadores de atividade no Brasil também contribuíram para os preços do primeiro pregão de março; confira os destaques

Por Igor Markevich, Manuela Miniguini e Beatriz Rocha

02/03/2026 | 5:00 Atualização: 02/03/2026 | 18:32

Ibovespa hoje iniciou março atento ao Boletim Focus e a PMIs no Brasil. Na sexta, índice caiu 1,16% após IPCA 15 acima do esperado. (Imagem: Adobe Stock)
Ibovespa hoje iniciou março atento ao Boletim Focus e a PMIs no Brasil. Na sexta, índice caiu 1,16% após IPCA 15 acima do esperado. (Imagem: Adobe Stock)

O Ibovespa hoje inverteu o sinal e passou a operar em alta durante a tarde, fechando em valorização de 0,28% aos 189.307,02 pontos, com o mercado atento aos desdobramentos dos ataques de EUA e Israel contra o Irã. Os bombardeios vistos a partir do sábado (28) fizeram o preço do petróleo disparar no mercado futuro e o tema ganhou destaque entre as Bolsas, já que impulsionou ações de petroleiras.

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No mercado de juros no Brasil, os contratos futuros fecharam em alta em todos os vencimentos, em um comportamento alinhado à valorização firme do dólar e dos retornos dos títulos públicos norte-americanos.

A escalada das tensões geopolíticas após os ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã, que mataram o líder supremo iraniano Ali Khamenei, dominou o foco dos mercados financeiros lá fora neste início de março. Com o conflito, o dólar se fortaleceu, levando o Índice DXY – que mede a força da moeda americana contra outras principais moedas do mundo – à máxima em cinco semanas, enquanto os rendimentos dos Treasuries (títulos de renda fixa emitidos pelo Tesouro norte-americano) também avançaram.

Além dos impactos das incursões militares no Oriente Médio, os investidores concentraram atenção nesta segunda-feira (2) no Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC). As projeções reúnem a visão do mercado financeiro sobre a inflação, Produto Interno Bruto (PIB) e taxa Selic, a taxa básica de juros.

Ainda na agenda doméstica, destaque para o PMI industrial, índice de gerentes de compras que funciona como termômetro da atividade no setor manufatureiro. O índice subiu de 47 pontos em janeiro para 47,3 em fevereiro, informou a S&P Global. Foi o décimo mês consecutivo em que o indicador ficou abaixo dos 50,0 pontos, o que indica retração na atividade. Pollyanna de Lima, diretora associada de Economia da S&P Global, alerta:

Com a aceleração da queda nos novos pedidos, a redução no volume de negócios pendentes e a tendência das empresas de manter estoques mínimos, é provável que a produção continue em trajetória descendente nos próximos meses

Na sexta-feira (27), último pregão de fevereiro, o Ibovespa havia recuado 1,16%, aos 188.786,98 pontos, após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA 15), considerado uma prévia da inflação oficial. O indicador subiu 0,84% em fevereiro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), bem acima da mediana das projeções de 0,56%. Em 12 meses, a alta ficou em 4,10%.

O resultado reforçou a percepção de que o ciclo de cortes da Selic pode avançar com mais cautela. Também entrou no radar uma pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas mostrando empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no primeiro e no segundo turnos de 2026.

  • Entenda: Avanço de Flávio Bolsonaro nas pesquisas reacende apostas do mercado em mudança de governo

Ibovespa hoje: veja o que influenciou os mercados nesta segunda-feira (2)

Tensões no Oriente Médio impactam mercados mundiais

O presidente dos EUA, Donald Trump, estima a duração da operação no Irã em quatro semanas e o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, sinalizou intensificação dos ataques. O principal oficial de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, afirmou que não negociará com Washington, enquanto o chanceler Abbas Aragchi indicou definição de novo líder supremo em até dois dias.

Com dólar forte e petróleo disparando, as bolsas americanas fecharam sem direção única. Nesta tarde, o Dow Jones caiu 0,15%, o S&P 500 avançou 0,04% e o Nasdaq teve ganho de 0,36%.

  • Dow Jones e futuros de NY caem até quase 2%, com aversão a risco por Oriente Médio

China e União Europeia pediram diplomacia, enquanto as bolsas europeias fecharam em baixa. A bolsa de Londres caiu 1,28%, a de Paris recuou 2,14% e a de Frankfurt perdeu 2,62%. A de Milão teve queda de 2,02%.

As bolsas asiáticas também fecharam majoritariamente em queda nesta segunda-feira, embora ganhos de ações de petrolíferas e de defesa tenham limitado as perdas na região.

O índice japonês Nikkei caiu 1,35% em Tóquio, mas papéis ligados ao setor de defesa como os de Mitsubishi Heavy Industries (+3,61%) e IHI Corp. (+2,97%) avançaram. Em outras partes da Ásia, o Hang Seng recuou 2,14% em Hong Kong, o sul-coreano Kospi cedeu 1% em Seul, e o Taiex perdeu 0,90% em Taiwan, na volta de um feriado.

  • Bolsas da Ásia fecham em baixa com Oriente Médio, mas petróleo e defesa limitam perdas

Na China continental, o Xangai Composto driblou o mau humor regional e subiu 0,47%, graças a ações de petrolíferas como as de Sinopec e PetroChina, que saltaram cerca de 10% diante da forte reação de alta do petróleo às tensões no Oriente Médio, mas o menos abrangente Shenzhen Composto caiu 0,68%.

Na Oceania, a bolsa australiana ficou praticamente estável hoje: o S&P/ASX 200 teve alta marginal de 0,03% em Sydney, a 9.200,90 pontos.

Petróleo como protagonista nesta segunda-feira

Os contratos futuros do petróleo avançaram mais de 6% nesta segunda-feira, enquanto investidores aguardam desdobramentos do conflito no Oriente Médio deflagrado por ataques dos EUA e de Israel ao Irã no fim de semana.

  • Saiba a diferença entre petróleo WTI e Brent e o papel da commodity nos investimentos

O maior temor é de fechamento prolongado do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial. Traders apostam que o fornecimento de petróleo do Irã e de outros países do Oriente Médio vai desacelerar ou até parar por completo. Ataques na região – entre eles, os disparados contra dois navios que cruzavam o Estreito de Ormuz – têm reduzido as exportações de petróleo para o resto do mundo.

  • Petróleo salta mais de 6% após conflito no Oriente Médio entre Eua, Irã e Israel

“Cerca de um quinto do fluxo global de petróleo e GNL (gás natural liquefeito) passa pelo Estreito de Ormuz. Não se trata de um canal obscuro. É a aorta do sistema energético global”, disse Stephen Innes, da SPI Asset Management, em comentário.

O barril do petróleo WTI para abril subiu 6,28% na Nymex, a US$ 71,23, enquanto o do Brent para maio aumentou 6,68% na ICE, a US$ 77,74.

Assim como no resto do mundo, as ações de petroleiras no Brasil impactaram os resultados do Ibovespa hoje, como a Petrobras (PETR3; PETR4), que chegou a disparar mais de 5% no início de pregão. No fechamento, os papéis ordinários da petroleira tiveram alta de 4,63% e os preferenciais, de 4,58%

Os papéis da Prio (PRIO3) dispararam 5,12%, os da Petrorecôncavo (RECV3) subiram 3,33% e os da Brava Energia (BRAV3) avançaram 2,84%.

Ouro, minério e EWZ não ficam de fora

Os preços do ouro não ficaram de fora da volatilidade ocasionada pelo conflito no Oriente Médio e operaram em forte alta nesta tarde, ultrapassando o patamar de US$ 5.300 por onça-troy. Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para abril encerrou em alta de 1,21%, a US$ 5.311,6 por onça-troy. Já a prata para maio teve queda de 4,76%, a US$ 88,85 por onça-troy.

O contrato mais negociado do minério de ferro no mercado futuro da Dalian Commodity Exchange, para maio de 2026, fechou em alta de 0,87%, cotado a 754,5 yuans por tonelada, o equivalente a US$ 110,01.O segundo contrato mais negociado, para setembro de 2026, terminou o pregão em alta de 0,55%, a 733,5 yuans, o equivalente a US$ 106,95 por tonelada.

O EWZ, principal fundo de índice (ETF) brasileiro negociado em Nova York, caiu 0,23% no mercado norte-americano nesta tarde, em reflexo às tensões mundiais.

Boletim Focus indica manutenção no IPCA e queda no dólar para 2026

A mediana do boletim Focus para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo de 2026 (IPCA), a medição oficial da inflação no Brasil, permaneceu em 3,91%. A taxa está 0,91 ponto  percentual acima do centro da meta, de 3%. Há um mês, era de 3,99%.  No acumulado de fevereiro a abril deste ano, as medianas apontaram alta de 1,18%. Já a projeção para o IPCA de 2027 caiu de 3,80% para 3,79%, após 16 semanas de estabilidade.

Conforme trajetória divulgada no comunicado da reunião de janeiro do Comitê de Política Monetária (Copom), o Banco Central prevê que o IPCA vai encerrar 2026 com alta de 3,4% e espera que a inflação em 12 meses chegue a 3,2% no horizonte relevante, o terceiro trimestre de 2027.

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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) de 2026, por sua vez, caiu pela quarta semana seguida, de 3,71% para 3,18%. Um mês antes, era de 3,92%. A estimativa para o IGP-M de 2027 se manteve em 4,0% pela segunda semana seguida. Um mês antes, também era de 4,0%.

A cotação do dólar no fim de 2026 caiu pela segunda semana seguida, de R$ 5,45 para R$ 5,42. Há um mês, era de R$ 5,50. A projeção para a moeda no fim de 2027 se manteve em R$ 5,50 pela quarta semana consecutiva.

Em relação ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, as medianas apontam que, em 2026 permaneceu em 1,82%. Um mês antes, era de 1,80%. Considerando apenas as 29 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, mais sensíveis a novidades, a estimativa oscilou de 1,82% para 1,85%.

O Banco Central e o Ministério da Fazenda esperam crescimento de 2,3% para a economia brasileira este ano, segundo os números mais recentes divulgados pelas instituições.

As estimativas publicadas no Focus desta segunda-feira (2), foram enviadas pelo mercado ao Banco Central até a última sexta-feira (27). Assim, as informações não incorporam a forte alta dos preços do petróleo dos últimos dias, motivada pelo ataque de Estados Unidos e Israel contra o Irã visto no sábado.

Juros futuros sobem em toda a curva

As taxas de juros negociadas no mercado futuro fecharam em alta em toda a curva, em um comportamento alinhado à valorização firme do dólar e dos retornos dos Treasuries. O conflito entre Estados Unidos e Irã esteve no centro das atenções e o temor é de que as restrições na oferta de petróleo se prolongue, com risco de maior pressão inflacionária em todo o globo.

Nesta segunda-feira, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2027 teve taxa de 13,305%, contra 13,28% do ajuste de sexta-feira (27). O DI para janeiro de 2029 projetou 12,745%, contra 12,645%. Na ponta longa, o DI para janeiro de 2031 estave em 13,115%, contra 13,035%.

Esses e outros indicadores moldaram os humores do mercado e influenciaram os resultados do Ibovespa hoje. 

*Com informações de Cícero Cotrim, Cecília Mayrink, Sérgio Caldas, Luciana Xavier e Silvana Rocha, da Broadcast

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