• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Como o mercado financeiro reagiu a guerras nos últimos 63 anos

Estudo analisou o impacto e o tempo de recuperação do índice S&P 500

Por Rebeca Soares

25/02/2022 | 3:00 Atualização: 25/02/2022 | 8:16

Segundo dados levantados pelo Yubb, a Guerra do Golfo, em 1990, foi o conflito dos que gerou maior queda do S&P 500 em 63 anos.Foto: Envato Elements
Segundo dados levantados pelo Yubb, a Guerra do Golfo, em 1990, foi o conflito dos que gerou maior queda do S&P 500 em 63 anos.Foto: Envato Elements

Após o ataque da Rússia à Ucrânia na última quinta-feira (24), os mercados responderam com cautela. Historicamente, conflitos geopolíticos globais afetam a avaliação de risco dos investidores.

Leia mais:
  • Seis pontos que o investidor precisa saber sobre Rússia e Ucrânia
  • Biden anuncia novas sanções sobre bancos russos após ataque
  • Rússia e Ucrânia: O impacto para os investimentos no Brasil
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Enquanto o Ibovespa fechou em queda leve queda de 0,37%, o S&P 500 encerrou o dia em alta de 1,49% e o Nasdaq terminou com valorização de 3,34%. Nos EUA, o presidente Joe Biden anunciou fortes sanções econômicas à Rússia, o que repercutiu positivamente nos índices acionários do país.

Avaliando o impacto histórico das guerras dos últimos 70 anos, a Guerra do Golfo, em 1990, foi o conflito que causou mais queda do S&P 500, chegando a tombar 20,22%, segundo dados levantados pelo Yubb. Entre os dez conflitos listados, o ataque à Ucrânia ocupa o sexto lugar em maiores quedas, após cair 7,62%.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Já olhando para o tempo de recuperação, a Guerra do Vietnã, iniciada em 1959, foi o conflito que fez com que o S&P 500 demorasse mais tempo para retomar: 1.017 dias.

Segundo a plataforma, os percentuais foram considerados com base no início das tensões e impacto na bolsa de valores. Em alguns casos, pode ter sido o dia imediatamente anterior (como no caso dos ataques de 11 de setembro).

De acordo com Pascowitch, pelos dados do levantamento é possível pontuar que os impactos não são duradouros, podendo ter retomada de quatro dias, como na Guerra do Kosovo, em 1998, até 3 anos e os dois anos e nove meses da Guerra do Vietnã.

O mercado e o histórico de guerras

Ano Guerra S&P 500 Tempo de recuperação
1990 Guerra do Golfo -20,22% 211 dias
1959 Guerra do Vietnã -14,62% 1.017 dias
2001 11 de setembro -12,85% 53 dias
1999 2° Guerra na Chechênia -10,57% 77 dias
1962 Crise dos mísseis em Cuba -9,06% 23 dias
2022 Guerra da Ucrânia -7,62%
2014 Invasão na Crimeia -6,01% 92 dias
2003 Guerra do Iraque -5,53% 32 dias
1992 Guerra da Bósnia -3,21% 186 dias
2001 Guerra do Afeganistão -2,56% 29 dias
1998 Guerra do Kosovo -2,20% 4 dias
2008 Guerra Russo-Georgiana -1,92% 7 dias
Fonte: Yubb

 

Impactos

Pascowitch ressalta que uma das diferenças entre a guerra atual com as anteriores são os criptoativos. Para ele, com a correlação do Bitcoin com o S&P 500, o mercado cripto tende a seguir esse mesmo movimento de leve queda e rápida recuperação. “No entanto, vale lembrar que o Bitcoin não passou por muitas guerras, então, ainda estamos entendendo como ele se comporta frente a tensões globais”, complementa.

Vitor Miziara, sócio da Criteria Investimentos e colunista do E-Investidor, aponta que a principal lição de outras guerras é que o mercado vai se recuperar. Em geral, ele indica que o retorno acontece em até oito meses. Por outro lado, por conta da proporção do conflito, investidores podem esperar maiores quedas.

Publicidade

“Esses cenários trazem mais volatilidade e mais risco, mas também são oportunidades principalmente no curto prazo. Por enquanto, a guerra ainda está localizada, mas a atenção deve ser ao nível de sanções que os países vão impor sobre a Rússia”, explica.

Segundo Miziara, para o investidor brasileiro, o impacto é sobretudo no segmento de commodities e cadeia produtiva. Além disso, o dólar aumentou nesta quinta-feira refletindo uma demanda, já que os investidores buscam o ativo por ser considerado um investimento seguro. “A economia mundial não vai ser abalada completamente. As empresas brasileiras não vão sofrer, a queda de hoje é abertura de oportunidade”, complementa.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Bolsa de valores
  • Commodities
  • Conteúdo E-Investidor
  • Crise
  • Crise política
  • Economia
  • Guerra
  • Mercado financeiro
  • Rússia
  • S&P 500
Cotações
15/01/2026 12h52 (delay 15min)
Câmbio
15/01/2026 12h52 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Dois meses de espera por pagamento do FGC transformam CDB do Master em 99% do CDI

  • 2

    Caso Master expõe riscos de CDBs, coloca FGC sob pressão inédita e dá lição a investidor

  • 3

    Caso Banco Master reacende debate sobre regras do FGC; veja o que pode mudar para o investidor

  • 4

    Reag em liquidação: o que acontece agora com os investidores e fundos?

  • 5

    Quem é Greg Abel, sucessor de Buffett que começou vendendo garrafas por 5 centavos

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Quantas vezes posso solicitar o saque calamidade?
Logo E-Investidor
Quantas vezes posso solicitar o saque calamidade?
Imagem principal sobre o Como motoristas de Uber podem se beneficiar pelos novos descontos do IR?
Logo E-Investidor
Como motoristas de Uber podem se beneficiar pelos novos descontos do IR?
Imagem principal sobre o 2 informações que você deve atualizar no CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Logo E-Investidor
2 informações que você deve atualizar no CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Imagem principal sobre o Saldo retido do FGTS: saiba quem tem direito ao saque
Logo E-Investidor
Saldo retido do FGTS: saiba quem tem direito ao saque
Imagem principal sobre o A renda familiar mudou? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Logo E-Investidor
A renda familiar mudou? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Imagem principal sobre o Bolsa Família: veja condições para receber o acréscimo de R$ 150
Logo E-Investidor
Bolsa Família: veja condições para receber o acréscimo de R$ 150
Imagem principal sobre o Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Logo E-Investidor
Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda para motoristas da Uber: quando a isenção irá aparecer na declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda para motoristas da Uber: quando a isenção irá aparecer na declaração?
Últimas: Mercado
Vibra (VBBR3) troca CFO: veja como o mercado avalia o novo comando financeiro da maior distribuidora de combustíveis do Brasil
Mercado
Vibra (VBBR3) troca CFO: veja como o mercado avalia o novo comando financeiro da maior distribuidora de combustíveis do Brasil

Nomeação de Mauricio Teixeira surpreende analistas, mas XP destaca experiência diversificada e vê continuidade na estratégia financeira da Vibra (VBBR3)

15/01/2026 | 12h06 | Por Isabela Ortiz
FGC paga quem perdeu dinheiro na liquidação da CBSF (ex-Reag)?
Mercado
FGC paga quem perdeu dinheiro na liquidação da CBSF (ex-Reag)?

Fundo garantidor esclarece que Reag não emitia produtos bancários; clientes são cotistas de fundos, não credores da instituição

15/01/2026 | 11h30 | Por Isabela Ortiz
O que é uma liquidação extrajudicial e o que leva o Banco Central a retirar uma instituição do mercado?
Mercado
O que é uma liquidação extrajudicial e o que leva o Banco Central a retirar uma instituição do mercado?

Decisão do Banco Central que retirou a CBSF (ex-Reag DTVM) do mercado reacende discussões sobre o regime de resolução, seus efeitos práticos e o papel do regulador na contenção de riscos sistêmicos

15/01/2026 | 09h58 | Por Isabela Ortiz
Distensão entre EUA e Irã impulsiona bolsas globais e derruba petróleo
CONTEÚDO PATROCINADO

Distensão entre EUA e Irã impulsiona bolsas globais e derruba petróleo

Patrocinado por
Ágora Investimentos

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador