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Mercado

Dólar sobe com cenário doméstico ofuscando dados positivos da inflação americana

Veja o que esperar do câmbio em setembro após moeda recuar em agosto

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

29/08/2025 | 9:16 Atualização: 29/08/2025 | 10:38

Notas de dólar. (Foto: Adobe Stock)
Notas de dólar. (Foto: Adobe Stock)

O dólar hoje sobe nesta sexta-feira (29) com o mercado atento aos dados déficit público e às tensões diplomáticas entre os Estados Unidos e o Brasil após o presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, decidir aplicar a lei de reciprocidade contra os americanos devido às tarifas dos EUA de 50%. As questões locais ofuscam o otimismo global puxado pela inflação americana medida pelo Índice de Preços para Despesas com Consumo Pessoal (PCE, na sigla em inglês).

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Por volta das 10h30, o dólar subia 0,31%, a R$ 5,424. O núcleo da inflação dos Estados Unidos, que exclui itens voláteis como alimentos e energia, avançou 0,3% em julho ante junho, segundo divulgado pelo Departamento do Comércio nesta sexta-feira. A projeção de analistas consultados pela FactSet era de avanço de 0,3%

Na comparação anual, o núcleo do PCE teve alta de 2,9% em julho. A projeção de analistas consultados pela FactSet era de avanço de 2,9%. O PCE é a medida de inflação preferida do Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, para guiar o corte de juros. Alison Correia, analista de investimentos e co-fundador da Dom Investimentos, diz que o indicador trouxe otimismo para o mercado.

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“O mercado americano está otimista e precificando o corte de juros nos Estados Unidos na reunião de setembro. Em tese, isso faria o dólar se desvalorizar frente ao real. No entanto, o mercado brasileiro segue conservador, devido às questões internas brasileiras”, explica Correia. Segundo dados da CME Group, 87,1% do mercado precifica um corte de juros de 0,25 ponto porcentual na reunião do Fed de setembro.

Cenário local ofusca dado americano positivo

No Brasil, a questão fiscal e o tarifaço inibem a baixa do dólar. Mais cedo, o Banco Central informou que o setor público consolidado teve um déficit nominal de R$ 175,57 bilhões em julho, alta de 62,4% na comparação com o déficit de junho, quando o rombo foi de R$ 108,1 bilhões. Em julho de 2024, o resultado nominal havia sido negativo em R$ 101,472 bilhões. O resultado nominal representa a diferença entre receitas e despesas do setor público, contando o pagamento dos juros da dívida pública.

Já o setor público acumula déficit primário de R$ 27,293 bilhões nos 12 meses encerrados em julho, o equivalente a 0,22% do Produto Interno Bruto (PIB). Para esse ano, a meta do governo é ter déficit zero no setor primário. Em junho, o resultado era positivo em R$ 17,925 bilhões, ou 0,15% do PIB. Em maio, o superávit acumulado era de R$ 24,143 bilhões, 0,20% do PIB.

Além dos dados do BC, o mercado teme uma piora das questões do tarifaço, visto que o presidente Lula autorizou a aplicação da lei de reciprocidade contra as tarifas americanas. Para Correia, o cenário é incerto.

“Não temos claramente como Lula irá usar a lei. Não sabemos se ele pretende retaliar os Estados Unidos ou se fará o uso da lei somente para pressionar os americanos. Desse modo, o cenário é imprevisível”, argumenta Correia.

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Em agosto, a moeda acumula queda de 3,4%. Segundo Carlos Alberto Rodrigues, gerente de câmbio na WIT Exchange, o mês foi marcado por um movimento de volatilidade significativa. Segundo ele, houve uma trajetória de queda, quando o dólar registrou mínima próximo de R$ 5,39 devido às expectativas de corte de juros nos Estados Unidos. Além disso, a expectativa de manutenção da taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, em 15% ao ano também puxou a queda da divisa.

No entanto, ele comenta que a moeda americana recuperou o fôlego contra o real devido às incertezas das questões fiscais no Brasil diante da continuidade das tensões tarifárias entre o Brasil e os Estados Unidos. “O resultado foi um câmbio oscilando entre níveis de valorização e depreciação, refletindo tanto o ambiente internacional de política monetária quanto os riscos específicos relacionados à economia e à diplomacia brasileira”, explica Rodrigues.

O que esperar do dólar em setembro?

Para setembro, ele aponta que o dólar deve continuar sendo influenciado tanto por fatores internos quanto externos, como as decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed) e do Comitê de Política Monetário do Banco Central do Brasil (Copom), que afetam a taxa de juros e o fluxo de capitais.

“Para a próxima Super Quarta, o câmbio deve reagir à combinação das decisões do Copom e do Fed: caso o Banco Central brasileiro mantenha a Selic alta e o Fed sinalize cortes de juros, o real tende a se valorizar; já um tom mais conservador do Fed ou sinais de flexibilização no Brasil podem favorecer nova alta do dólar”, afirma Rodrigues.

Já Alison Correia, da Dom Investimentos, prevê uma baixa de até 2% do dólar em setembro, com a divisa operando próximo dos R$ 5,32. “A expectativa do mercado é de queda da moeda americana devido ao corte de juros dos Estados Unidos e a manutenção da Selic no Brasil. Por isso, esperamos essa baixa”, argumenta Correia. Para mais informações sobre o dólar hoje e perspectivas para a moeda, clique aqui.

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