“Os ataques a ativos de energia e de transporte marítimo continuam, e os investidores (traders) temem que, mesmo que a guerra termine, os danos à infraestrutura possam tirar barris do mercado por meses, não por dias”, diz Priyanka Sachdeva, da Phillip Nova.
Às 9h10 (de Brasília), o barril do petróleo WTI para maio subia 3,18% na Nymex, a US$ 115,98, enquanto o do Brent para junho avançava 1,27% na ICE, a US$ 111,14.
Agenda também em foco
Para além da guerra, os índices futuros das Bolsas de Nova York vão reagir também à agenda dos EUA desta terça-feira, que traz dados de encomendas de bens duráveis e crédito ao consumidor, além da participação de autoridades do Banco Central Americano, Federal Reserve (Fed), em eventos.
Às 9h10 (de Brasília), no mercado futuro, o Dow Jones caía 0,46%, o S&P 500 recuava 0,47% e o Nasdaq tinha queda de 0,61%.
Treasuries e dólar de lado
Os rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo americano, os Treasuries, estavam próximos da estabilidade, no mesmo horário.
O dia contará com um leilão do Tesouro americano, de US$ 58 bilhões em T-notes de 3 anos. Às 9h10 (de Brasília), o juro da T-note de 2 anos subia a 3,858%, o da T-note de 10 anos avançava a 4,341% e o do T-bond de 30 anos crescia a 4,910%.
No câmbio, o dólar também opera perto da estabilidade em relação a outras moedas de economias desenvolvidas. Às 9h10 (de Brasília), o euro subia a US$ 1,155, a libra subia a US$ 1,324, e o dólar avançava a 159,84 ienes.
Já o índice DXY do dólar — que acompanha as flutuações da moeda americana em relação a outras seis divisas relevantes — tinha queda marginal de 0,05%, a 99,96 pontos, no mesmo horário.
Com informações do BroadCast