A oferta deve girar, no piso da faixa indicativa de preço, R$ 350 milhões, e a ação será precificada no dia 13 de maio. Esse é o primeiro IPO que vai para a rua após decretada a pandemia do novo coronavírus, que colocou mais de vinte ofertas de ações de volta na gaveta no fim de março.
O dinheiro a ser levantado será utilizado para financiar parte dos investimentos, de cerca de R$ 600 milhões, da concessão de 15 anos da Zona Azul em São Paulo.
O restante do dinheiro para esse investimento virá de outras fontes de financiamento, como crédito bancário. O BTG Pactual, acionista da companhia, é o coordenador líder da oferta. Bradesco BBI, Banco do Brasil e Santander também fazem parte do sindicato da oferta.