Publicidade
Corte na Selic, alta do petróleo e dos Treasuries e escalada da guerra somados. Entenda como esses fatores afetam os juros
Banco Central reduz juros para 14,75% mesmo diante de inflação persistente, guerra no Oriente Médio e riscos domésticos
Queda reflete aumento das despesas financeiras e impactos da fusão e reestruturação da companhia
No 20º dia da guerra no Oriente Médio, ataque a refinarias no Golfo Pérsico fez petróleo se aproximar de US$ 120; disparada pressiona câmbio e curva de juros
Escalada militar eleva risco de oferta, sustenta rali do petróleo e dá lugar a ajuste com a entrada dos mercados
Incertezas sobre a guerra no Irã pesam nos contratos da commodity; bolsas no exterior operam pressionadas, assim como a curva de juros brasileira
Analistas veem mudança no tom do Copom, que abandona sinalizações mais claras e passa a condicionar próximos passos ao cenário de inflação e ao ambiente externo
Mercado acompanhou decisão de juros dos EUA; no Brasil, Copom decide rumo da Selic mais tarde
Banco Central americano disse que próximas decisões de juros dependem do que acontecer no conflito, que impacta diretamente a inflação global; taxa permanece entre 3,50% e 3,75%
Estatal diz que é "pilar fundamental não repassar automaticamente a volatilidade dos preços internacionais
Selecione a(s) news(s) que deseja receber:
Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.
Invista em informação