Nos Estados Unidos, os mercados tiveram comportamentos mistos. Embora o S&P 500 e o Nasdaq tenham mostrado maior ímpeto, o que explica tal comportamento é a expectativa pelo Simpósio de Jackson Hole na próxima sexta-feira, com os investidores de olho no discurso de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), e eventuais sinais na condução de política monetária.
Mais cedo, na Europa, com exceção de Londres, a sessão foi positiva após a inflação ao produtor (PPI) indicar uma deflação forte na Alemanha, que sugere que o aperto monetário está surtindo efeito.
Mercado doméstico
No Brasil, com uma agenda econômica escassa e sem um viés único no exterior, o que se viu foi mais uma sessão negativa para o Ibovespa, que encerrou em queda de 0,85% cotado aos 114.429 pontos e giro financeiro de R$ 19,4 bilhões.
No câmbio, em meio a aversão aos ativos de risco, o dia foi de fortalecimento do dólar frente ao real, com avanço de 0,22% cotado aos R$ 4,98. Na curva de juros futura, com exceção dos vencimentos de curtíssimo prazo, o dia foi de alta para os todos os vértices.