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Mercado

Loureiro, da Monte Bravo, prefere bolsas no exterior a Ibovespa, mesmo com fluxo estrangeiro

Investidor deve aproveitar o fluxo estrangeiro para investir ou aumentar posição em renda variável internacional

Por Karla Spotorno

19/03/2026 | 15:17 Atualização: 19/03/2026 | 15:17

Confira o que o diretor de investimentos da Monte Bravo, Guilherme Loureiro, recomenda para cada tipo de investidor. (Arte: Victoria Fuoco/Imagens: Adobe Stock)
Confira o que o diretor de investimentos da Monte Bravo, Guilherme Loureiro, recomenda para cada tipo de investidor. (Arte: Victoria Fuoco/Imagens: Adobe Stock)

O fluxo de recursos estrangeiros migrando dos Estados Unidos para mercados de ações de outras geografias deve continuar. Isso não quer dizer, contudo, que o momento é de aumentar as apostas na Bolsa brasileira. Para o diretor de investimentos da Monte Bravo, Guilherme Loureiro, o investidor deve aproveitar o fluxo para investir ou aumentar posição em renda variável internacional.

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“Se o Brasil performar bem, vai ser por causa do mundo. E, com posições lá fora, evitamos riscos específicos de Brasil, como a questão fiscal e o risco político”, afirmou Loureiro em entrevista à Broadcast.

Sobre o mercado local, a Monte Bravo reduziu alocação de 7,5% para 2,5% depois da forte valorização do Ibovespa. No melhor dos seis cenários vislumbrados pela empresa, o Ibovespa chegaria a 205 mil pontos nos próximos 12 meses. Ou seja, o retorno ao investidor na Bolsa será menor do que a aplicação mais conservadora em um título no mesmo período.

Por conta disso, a carteira doméstica para o cliente com perfil de risco moderado recomenda cerca de 50% da alocação em “caixa”, ou seja, em ativos de baixíssimo risco e alta liquidez, e 45% em renda fixa soberana. Dessa parcela, 35% estão alocados em títulos atrelados à inflação em prazos de cinco a dez anos e 10% em papéis pré-fixados. Nesse segundo caso, o prazo preferido é o pré de cinco anos, segundo Loureiro.

“Temos uma preocupação dos efeitos do choque de oferta global para os títulos pré-fixados“, disse o especialista, referindo-se às restrições do comércio global causadas pela guerra contra o Irã.

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Na renda fixa doméstica, Loureiro conta que a aposta é essencialmente em títulos públicos, visto que a relação risco-retorno no crédito privado está desfavorável. “O crédito privado está vivendo uma ‘tempestade perfeita'”, disse o diretor de investimentos, mencionando o alto custo de capital que pode colocar mais empresas em dificuldades financeiras e as taxas de retorno muito baixas oferecidas no mercado atualmente.

Ainda na carteira doméstica, a recomendação da Monte Bravo é ter algo perto de 5% em fundos multimercados que “consigam capturar de forma tática as oportunidades na renda fixa no exterior”, especialmente em mercados alternativos como Leste Europeu e África do Sul.

Na carteira internacional ou offshore, a recomendação da Monte Bravo é uma alocação de 23% em ações, com foco em mercados desenvolvidos e emergentes; cerca de 7% em commodities, sobretudo ouro; cerca de 63% em títulos de renda fixa, sendo mais da metade em papéis soberanos ou privados de alta qualidade, visto que os “spreads [diferença entre o preço de compra e o preço de venda] estão muito comprimidos”; e, por fim, cerca de 7% em private equity, investimento em empresas que ainda não são listadas em bolsa. “O private equity ajuda a dar uma ‘apimentada’ nas carteiras”, disse o diretor.

Loureiro afirma que, depois da forte alta em índices acionários americanos, a preferência não é por índices.

“Hoje alocamos pouco no S&P500 amplo e focamos mais no ‘equal weight‘, que é o peso igual da carteira para todas as ações”, afirmou.

“As empresas de tecnologia, que estão com preços esticados [altos], têm peso de 40%, 45% do índice. No ‘equal weight‘, todos papéis ficam com peso igual, dando, assim, maior peso relativo para as empresas da economia real, que devem se beneficiar das novas tecnologias”, disse Loureiro.

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Para o investidor de perfil de risco moderado, a recomendação da Monte Bravo é alocar 70% do patrimônio em ativos domésticos e 30% em ativos no exterior.

“Hoje o cliente local ainda pensa muito no retorno como um porcentual do CDI. Se alocamos mais de 30% em offshore, ‘pesa’ um pouco [ou seja, não agrada tanto o cliente]”, diz Loureiro.

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