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No documento, Aline de Souza Cardoso, Luane Fontes e Guilherme Bellizzin Motta destacam que as ações brasileiras viveram um “bull market” desde junho de 2023, na esteira do início do ciclo de queda da taxa de juros no País. O Ibovespa subiu e atualmente é negociado em seu maior patamar da história, superando aqueles 130,7 mil pontos de junho de 2021. Ainda assim, o time do Santander vê espaço para uma recuperação ainda mais forte.
A projeção dos 160 mil pontos ao final de 2024 é baseada em alguns fatores. A continuidade do ciclo de queda de juros no Brasil, o aumento da possibilidade de que o banco central dos Estados Unidos comece a reduzir os juros por lá em 2024, a melhora dos lucros das empresas brasileiras e os valuations ainda atrativos das ações.
“Apesar da recuperação, os valuations continuam atrativos. O IBOV agora está sendo negociado a 8x o preço/lucro futuro, ainda um padrão abaixo da média de 15 anos”, diz o relatório.
Os analistas destacam ainda que o posicionamento em ações dos principais hedge funds do País ainda não estão “significativamente” alocados em ações.