• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

O Ibovespa vai voltar aos 100 mil pontos? Veja a opinião de analistas

Com aversão ao risco global, a Bolsa de Valores brasileira já zerou os ganhos do 1º trimestre

Por Luíza Lanza

12/05/2022 | 3:00 Atualização: 12/05/2022 | 7:14

Depois do pico de 121 mil pontos em abril, Ibov tenta se manter acima dos 100 mil pontos. (Foto: Gabriela Biló/Estadão)
Depois do pico de 121 mil pontos em abril, Ibov tenta se manter acima dos 100 mil pontos. (Foto: Gabriela Biló/Estadão)

Se nos primeiros meses de 2022 a Bolsa de Valores brasileira foi na contramão dos mercados globais e surfou em um cenário macroeconômico desfavorável, chegando a acumular uma alta de 13,93% no primeiro trimestre, a tendência se reverteu. Em abril, as incertezas vindas da economia chinesa ajudaram o índice a ter seu pior resultado mensal desde março de 2020, fechando em queda de 10,1%.

Leia mais:
  • Incertezas na China afetam projeções do Ibov. Entenda
  • Fed eleva juros. Quais os impactos na Bolsa?
  • Por que empresas de capital aberto tiveram lucros recordes no 1° tri
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O mês de maio começou seguindo a mesma tendência de baixa, com o aumento da taxa de juros no Brasil e nos Estados Unidos. Até a quarta-feira (11), o Ibovespa acumulava 3,23% de queda mensal – o suficiente para zerar todos os ganhos do primeiro trimestre e ainda deixar o índice de referência da Bolsa de Valores brasileira no negativo em 0,41%. Agora, o mesmo investidor que viu a Bolsa bater os 121 mil pontos, no início de abril, está vendo o índice brigar para se manter acima dos 100 mil pontos.

Atualmente, a B3 negocia acima dos 104 mil pontos, mas, na visão de todos os analistas do mercado financeiro ouvidos pelo E-Investidor, existe sim a possibilidade de que o Ibovespa volte para a casa dos 100 mil pontos.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Com as recentes quedas, a Bolsa brasileira passou a apresentar perdas no acumulado anual, em um movimento atrelado ao cenário externo. A perspectiva é de que essa maior volatilidade continue no curto prazo”, diz Lucas Serra, analista da Toro Investimentos. Por causa disso, Rodrigo Luis, gestor de renda variável da Somma Investimentos, também não vê como anormal a possibilidade do Ibovespa voltar a negociar na casa dos 100 mil pontos. “De repente, em um momento de estresse e volatilidade é possível até perder esse patamar”, afirma.

Ricardo França, da Ágora Investimentos, explica que o cenário global ainda inspira uma dose extra de cautela, visto que os principais gatilhos externos – como a guerra na Ucrânia e os lockdowns na China – ainda não foram resolvidos. Nos EUA, a forma como a economia reagirá aos apertos monetários também pode ser determinante para a recuperação das bolsas. “No curtíssimo prazo, essa é uma semana importante, pois temos leituras de indicadores de inflação – nos EUA, o CPI; e no Brasil, o IPCA. Isso vai ser bem relevante para avaliar quais serão os próximos passos da política monetária”, diz.

Com toda essa pressão vinda dos mercados externos, o cenário deve continuar desafiador para a Bolsa. Veja o que dizem os analistas do mercado financeiro sobre as perspectivas do Ibovespa no curto prazo:

Ricardo França, analista da Ágora Investimentos

“Como a Bolsa corrigiu bem, sobretudo no mês passado, ela acabou se aproximando dos 100 mil pontos. Se tivermos qualquer motivo ou notícia que estresse os mercados globais, o índice já está muito próximo a esse patamar. E é factível de acontecer até porque o cenário global ainda inspira uma dose extra de cautela. Sem dúvidas os 100 mil pontos são uma marca até psicológica, o que poderia ser um indicativo de muita fraqueza do mercado local. Mas vale lembrar que no último movimento de queda na bolsa esse patamar foi respeitado.

Tem sim essa questão dos 100 mil pontos serem um marco importante, mas não necessariamente ele evita que a bolsa caia abaixo disso ou que se recupere posteriormente. Não acho que isso seja tão relevante em termos de fundamentos da Bolsa, ainda mais pensando no médio prazo.”

Lucas Serra, analista da Toro Investimentos

“A perspectiva é de que essa maior volatilidade continue no curto prazo. Ela tende a se manter, principalmente, se a inflação tanto nos EUA quanto no Brasil se mostrarem mais resilientes ainda. Ela pode se amplificar se continuarmos notando a retirada de capital da nossa economia por parte do investidor estrangeiro.

Publicidade

Além disso, temos eleições presidenciais já em outubro. Falas e posicionamentos por parte dos principais candidatos podem adicionar mais incerteza ao cenário macroeconômico, refletindo diretamente em volatilidade.

O Ibovespa pode sim vir a testar a região dos 100 mil pontos e, até mesmo, negociar abaixo desse patamar se o cenário macroeconômico continuar a se degradar. Mas para as pessoas que investem na Bolsa, sobretudo aquelas com foco no longo prazo, as recentes quedas podem representar oportunidades interessantes. Diversas empresas de qualidade estão se desvalorizando de maneira mais acentuada, principalmente as companhias com foco em crescimento, cujo fluxo de caixa projetado encontra-se em um horizonte de tempo mais distante e, por isso, são mais sensíveis às variações dos juros.”

Rodrigo Luis, gestor de renda variável da Somma Investimentos

“Não vejo como anormal a Bolsa chegar aos 100 mil pontos e, de repente, em um momento de estresse e volatilidade é possível até perder esse patamar. Mas temos que levar em conta que o preço lucro do Ibovespa, que mede a rentabilidade do índice, está em seis vezes, muito abaixo da média histórica que é um P/L de 11 vezes. Ainda estamos muito descontados e, por mais que a nossa tendência seja de queda, estou vendo isso como uma oportunidade de comprar empresas que têm bons fundamentos e que agora estão com preço barato.

As empresas não estão deixando de funcionar, porque a bolsa está caindo. A tendência é que isso no médio prazo se acalme. Agora, durante o estresse, é preciso estudar e ter paciência.”

Thalles Franco, gestor e sócio da RPS Capital

“O principal fator que influenciou a queda do índice até aqui foi um movimento de aversão de risco forte nos mercados globais. Existe uma preocupação crescente com uma recessão global à frente, dado o aperto monetário que os bancos centrais ao redor do mundo estão precisando fazer para combater a inflação. Acredito que esta volatilidade deve continuar no curto-prazo e não nos surpreenderia se o índice bater a marca dos 100 mil pontos.

Por outro lado, estamos vendo o setor de empresas ligadas à economia doméstica com um “valuation” cada vez mais atraente. Isso nos faz acreditar que esse movimento de queda pode cessar num futuro próximo e apresentar boas oportunidades de compra no mercado brasileiro.”

João Abdouni, analista de ações da INV

“A queda é puxada principalmente pelas questões que estão acontecendo nos Estados Unidos. A entrada de capital estrangeiro na bolsa brasileira no primeiro trimestre ajudou a puxar o índice acima dos 115 mil pontos, com o real se fortalecendo frente ao dólar. Agora, esses investidores estão zerando as posições por aqui com um lucro bom em dólar e levando dinheiro de volta para casa.

Publicidade

O Ibovespa pode negociar a 100 mil pontos e até abaixo disso. Por ora, a tendência aparenta ser de queda, embora muitas ações estejam descontadas. Nossa taxa de juros está na casa de 12,75% e é ela quem impõe o valuation descontado nas empresas. Daqui a alguns meses ainda vamos entrar no modo eleição, o que certamente trará bastante volatilidade para a nossa Bolsa.”

Alexandre Lohmann, economista da Constância Investimentos

“Desde o mês de abril, o Ibovespa entrou em um período de volatilidade e acabou perdendo terreno. O que aconteceu é que, no início da guerra entre Rússia e Ucrânia, o Brasil estava em uma posição favorável, se beneficiando tanto do diferencial de juros quanto da variação do preço das matérias primas. Agora, as commodities caíram um pouco e, sobretudo, o diferencial de juros com os EUA começou a se reduzir à medida que o Fed está muito agressivo.

O que pode acontecer é que estamos em um excesso de estresse global causado pela subida das taxas de juros nos Estados Unidos e deterioração da economia mundial devido à guerra. Muita volatilidade nos mercados. Estamos em uma situação um pouco especial, mas algumas notícias positivas poderiam levar o mercado a uma alta no curto prazo como compensação desse movimento.”

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Bolsa de valores
  • China
  • Conteúdo E-Investidor
  • Federal Reserve System (Fed)
  • Ibovespa
  • Taxa de juros
Cotações
15/01/2026 17h22 (delay 15min)
Câmbio
15/01/2026 17h22 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Reag em liquidação: o que acontece agora com os investidores e fundos?

  • 2

    FGC paga quem perdeu dinheiro na liquidação da CBSF (ex-Reag)?

  • 3

    Dois meses de espera por pagamento do FGC transformam CDB do Master em 99% do CDI

  • 4

    Caso Master expõe riscos de CDBs, coloca FGC sob pressão inédita e dá lição a investidor

  • 5

    Caso Banco Master reacende debate sobre regras do FGC; veja o que pode mudar para o investidor

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Saiba quais famílias podem receber acréscimo de R$ 150 no pagamento do Bolsa Família
Logo E-Investidor
Saiba quais famílias podem receber acréscimo de R$ 150 no pagamento do Bolsa Família
Imagem principal sobre o Quantas vezes posso solicitar o saque calamidade?
Logo E-Investidor
Quantas vezes posso solicitar o saque calamidade?
Imagem principal sobre o Como motoristas de Uber podem se beneficiar pelos novos descontos do IR?
Logo E-Investidor
Como motoristas de Uber podem se beneficiar pelos novos descontos do IR?
Imagem principal sobre o 2 informações que você deve atualizar no CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Logo E-Investidor
2 informações que você deve atualizar no CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Imagem principal sobre o Saldo retido do FGTS: saiba quem tem direito ao saque
Logo E-Investidor
Saldo retido do FGTS: saiba quem tem direito ao saque
Imagem principal sobre o A renda familiar mudou? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Logo E-Investidor
A renda familiar mudou? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Imagem principal sobre o Bolsa Família: veja condições para receber o acréscimo de R$ 150
Logo E-Investidor
Bolsa Família: veja condições para receber o acréscimo de R$ 150
Imagem principal sobre o Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Logo E-Investidor
Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Últimas: Mercado
Vibra (VBBR3) troca CFO: veja como o mercado avalia o novo comando financeiro da maior distribuidora de combustíveis do Brasil
Mercado
Vibra (VBBR3) troca CFO: veja como o mercado avalia o novo comando financeiro da maior distribuidora de combustíveis do Brasil

Nomeação de Mauricio Teixeira surpreende analistas, mas XP destaca experiência diversificada e vê continuidade na estratégia financeira da Vibra (VBBR3)

15/01/2026 | 12h06 | Por Isabela Ortiz
FGC paga quem perdeu dinheiro na liquidação da CBSF (ex-Reag)?
Mercado
FGC paga quem perdeu dinheiro na liquidação da CBSF (ex-Reag)?

Fundo garantidor esclarece que Reag não emitia produtos bancários; clientes são cotistas de fundos, não credores da instituição

15/01/2026 | 11h30 | Por Isabela Ortiz
O que é uma liquidação extrajudicial e o que leva o Banco Central a retirar uma instituição do mercado?
Mercado
O que é uma liquidação extrajudicial e o que leva o Banco Central a retirar uma instituição do mercado?

Decisão do Banco Central que retirou a CBSF (ex-Reag DTVM) do mercado reacende discussões sobre o regime de resolução, seus efeitos práticos e o papel do regulador na contenção de riscos sistêmicos

15/01/2026 | 09h58 | Por Isabela Ortiz
Distensão entre EUA e Irã impulsiona bolsas globais e derruba petróleo
CONTEÚDO PATROCINADO

Distensão entre EUA e Irã impulsiona bolsas globais e derruba petróleo

Patrocinado por
Ágora Investimentos

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador