• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Governo pode barrar o corte do IOF; vale antecipar a compra de dólar?

Poder Executivo alega que decisão do Congresso foi inconstitucional e pede a reversão das medidas; entenda

Por Beatriz Rocha

02/07/2025 | 14:00 Atualização: 02/07/2025 | 10:42

Entenda se vale a pena "correr" para comprar dólar com possibilidade de aumento do IOF. Foto: Adobe Stock
Entenda se vale a pena "correr" para comprar dólar com possibilidade de aumento do IOF. Foto: Adobe Stock

Após avaliação da Advocacia-Geral da União (AGU), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) na terça-feira (1º) para tentar manter em vigor os decretos que elevaram o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) na compra de dólar.

Leia mais:
  • OPINIÃO: Querem chamar o VAR: revogação do IOF vira disputa em Brasília
  • Senado confirma derrubada do IOF; veja tudo o que muda para o investidor
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Em uma Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC), a AGU pede o reconhecimento da inconstitucionalidade do Decreto Legislativo nº 176/2025, que suspendeu os efeitos dos atos do governo sobre o IOF. O argumento é que o Congresso Nacional violou os princípios da separação dos Poderes e da legalidade tributária.

Segundo a AGU, a derrubada do aumento do IOF também traz “riscos fiscais graves ao Estado brasileiro”, reduzindo as estimativas de receitas para 2025 e para os próximos anos. Somente neste ano, a perda estimada de arrecadação é de cerca de R$ 12 bilhões. A ação deverá ser distribuída para o ministro Alexandre de Moraes, que já relata uma ação do PSOL contra a derrubada do decreto do governo.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Rafael Pandolfo, advogado tributarista, observa que, por trás dessa controvérsia, existe uma dificuldade política de diálogo entre Executivo e Legislativo. “A consequência foi que ambos os Poderes tangenciaram as suas respectivas atribuições constitucionais. Resta saber como o STF ingressará nessa disputa que, antes de tudo, é política. Mas, juridicamente, o ato do Legislativo parece restabelecer a ordem natural das coisas ao afastar a utilização do IOF com finalidade fiscal”, afirma.

Vale antecipar a compra de dólar?

Com a judicialização do caso, surge o questionamento se vale a pena antecipar a compra dólar para aproveitar as alíquotas mais baixas de IOF. “Dada a incerteza, se o investidor tiver recursos, é prudente já fazer as remessas de investimentos para o exterior. É necessário, no entanto, manter cautela, porque o assunto ainda está em discussão”, destaca Jorge Ferreira dos Santos Filho, professor do curso de Administração da ESPM.

Segundo ele, a estratégia do dólar médio, que consiste em realizar compras regulares da moeda americana para se proteger das variações do câmbio, continua fazendo sentido. No entanto, com as incertezas sobre o IOF, pode ser interessante realizar remessas maiores de uma única vez, usufruindo do imposto menor, já que existe a possibilidade de as taxas aumentarem novamente. O professor ressalta, porém, que não sse deve abandonar o investimento no exterior somente por conta da tributação.

Na opinião de José Carlos de Souza Filho, professor da FIA Business School, a decisão de fazer compras concentradas, em vez de aquisições espalhadas ao longo do tempo, depende de alguns fatores. Primeiramente, deve ser levado em consideração o perfil de risco do investidor e o quanto ele deseja estar exposto aos ativos dolarizados.

Outra questão se refere ao horizonte de investimento. “Se a ideia for ter uma exposição imediata, comprar de uma vez evita o risco de aumento do IOF”, diz Filho. “Por outro lado, comprar gradualmente visando preço médio pode auxiliar se a moeda estrangeira perder valor, além de deixar o investidor com mais flexibilidade”, acrescenta.

Dólar recua 11,5% no ano

Além do receio relacionado às mudanças no IOF, outro fator favorece a compra da moeda americana: a cotação atual do câmbio. Em 2025, a divisa recua 11,53% em relação ao real. Como mostramos nesta matéria, se no começo do ano, a expectativa era que a moeda terminasse dezembro acima de R$ 6, agora a maior parte das casas estima que a divisa se mantenha abaixo desse patamar.

Publicidade

Para João Duarte, especialista em câmbio da One Investimentos, a soma entre cotação favorável e alíquota de IOF reduzida torna o momento oportuno para quem pretende enviar recursos ao exterior ou dolarizar parte do patrimônio. “Não é uma questão de urgência, mas sim de aproveitar um contexto favorável para operações cambiais. Isso pode justificar um movimento mais expressivo agora, sem necessariamente abandonar a estratégia de preço médio. O importante é agir com critério, não por impulso”, avalia.

Os especialistas veem motivos tanto para a continuidade da queda do dólar, quanto para uma alta do preço da moeda. Do lado que favorece a perda de força da divisa americana, existe a diferença entre as taxas de juros no Brasil e nos Estados Unidos. Essa disparidade incentiva operações de carry trade – estratégia de investimento que consiste em tomar dinheiro emprestado em um país com juros mais baixos e investir em outro que ofereça taxas mais altas, o que pressiona a moeda americana.

Por outro lado, os riscos domésticos continuam elevados, o que tende a pressionar o real. Na visão de Paula Zogbi, estrategista-chefe da Nomad, a própria questão do IOF é um exemplo disso. “Incertezas como essa geram ruído e mexem nos investimentos, afetando o preço dos papéis por aqui, o próprio dólar e até os fluxos financeiros para cá”, diz.

Após a derrubada dos decretos pelo governo, por exemplo, o Ibovespa fechou em alta de quase 1%, enquanto o dólar encerrou em queda de 1,02%.

Publicidade

Zogbi pondera, no entanto, que a discussão sobre a política fiscal continua em debate, o que pode trazer dificuldades para o real, enquanto não houver clareza sobre a solução do governo para a perda de arrecadação com o IOF.

As idas e vindas do IOF

O primeiro decreto sobre IOF foi publicado em 22 de maio e trouxe alterações no imposto em operações de câmbio, linhas de crédito para empresas e planos de previdência privada do tipo Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL).

Horas depois do anúncio, o Ministério da Fazenda voltou atrás na ideia de tributar com IOF aplicações de fundos de investimentos fora do País. Remessas para contas no exterior direcionadas para investimentos também retornaram à tributação anterior, de 1,1%. Para oficializar as mudanças, foi publicado um novo decreto sobre o imposto em 23 de maio.

  • Leia mais: Entenda como a proposta do governo quer mudar a cobrança de IR sobre seus investimentos

Em junho, houve mais uma recalibragem nas alíquotas do IOF, após o governo apresentar uma Medida Provisória (MP) com propostas para tributar em 5% as novas emissões de títulos que hoje são isentos, como Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) e Letras de Crédito Imobiliário (LCIs). Em relação às aplicações que seguem atualmente a tabela regressiva do Imposto de Renda (IR), a ideia é estabelecer uma alíquota única de 17,5%, independente do tempo de investimento. Essa MP, no entanto, ainda precisa ser analisada no Congresso Nacional.

Na última semana, a Câmara dos Deputados e o Senado derrubaram todos os últimos atos do governo relacionados ao IOF. O decreto nº 176, de 2025, que anula as medidas, foi assinado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, na quinta-feira (26) e publicado na sexta-feira (27) no Diário Oficial da União (DOU).

Como fica o IOF agora?

Com a derrubada dos decretos, voltam a valer as regras anteriores ao dia 22 de maio. Para os investidores, uma das maiores mudanças envolve as operações de câmbio. A alíquota de IOF agora retorna para 3,38% para cartões de crédito e débito internacional, assim como para cartões pré-pagos internacionais e cheques de viagem para gastos pessoais. Desde a implementação das novas medidas, estava em 3,5%.

  • Leia mais: Com fim do decreto do IOF, veja cartões e contas com as menores taxas do mercado

A taxa para a compra de dólar ou de outras moedas em espécie volta para 1,1%, contra os 3,5% atuais. O mesmo acontece com as remessas para contas no exterior não ligadas a investimentos. Já as remessas direcionadas para investimentos não sofrem mudanças, pois não tiveram sua alíquota de IOF ampliada.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Câmbio
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • governo federal
  • imposto
  • IOF
Cotações
10/05/2026 1h47 (delay 15min)
Câmbio
10/05/2026 1h47 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa sobe com payroll forte, apesar de tensão no Oriente Médio; dólar cai a R$ 4,89

  • 2

    IPO da Compass vai reabrir janela na B3? Entenda por que retomada ainda pode demorar

  • 3

    Tesouro Reserva estreia com toque de campainha na B3; novo título terá liquidez 24 horas e aplicação a partir de R$ 1

  • 4

    Bancos intensificam guerra por clientes com pontos no cartão; compare benefícios e veja qual vale mais

  • 5

    Os 7 hábitos das famílias mais ricas do mundo para ter sucesso, segundo o JPMorgan

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o FGTS: quem vai se aposentar pode sacar todas as contas com saldo? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
FGTS: quem vai se aposentar pode sacar todas as contas com saldo? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o Idosos com mais de 70 anos têm direito ao transporte gratuito? Saiba como funciona para esta faixa etária
Logo E-Investidor
Idosos com mais de 70 anos têm direito ao transporte gratuito? Saiba como funciona para esta faixa etária
Imagem principal sobre o Idosos podem economizar na conta de luz: como funciona o desconto de 100% na fatura?
Logo E-Investidor
Idosos podem economizar na conta de luz: como funciona o desconto de 100% na fatura?
Imagem principal sobre o Idosos com 60 anos e com 80 anos não têm a mesma prioridade no atendimento preferencial; veja como funciona
Logo E-Investidor
Idosos com 60 anos e com 80 anos não têm a mesma prioridade no atendimento preferencial; veja como funciona
Imagem principal sobre o 3 estratégias para você acumular riqueza e mudar a vida financeira
Logo E-Investidor
3 estratégias para você acumular riqueza e mudar a vida financeira
Imagem principal sobre o Quem mora com idosos pode ter desconto na conta de água; entenda como funciona
Logo E-Investidor
Quem mora com idosos pode ter desconto na conta de água; entenda como funciona
Imagem principal sobre o Bilhete para gratuidade no Metrô: onde idosos podem solicitar o cartão?
Logo E-Investidor
Bilhete para gratuidade no Metrô: onde idosos podem solicitar o cartão?
Imagem principal sobre o 13º salário do INSS antecipado: saiba qual é o novo valor das parcelas
Logo E-Investidor
13º salário do INSS antecipado: saiba qual é o novo valor das parcelas
Últimas: Investimentos
XP lança carteiras recomendadas de ETFs na B3; veja os ativos selecionados para maio
Investimentos
XP lança carteiras recomendadas de ETFs na B3; veja os ativos selecionados para maio

As carteiras, que terão divulgação mensal, serão divididas em Seleção Conservadora, Moderada e Sofisticada

08/05/2026 | 19h30 | Por Eduardo Puccioni
Ibovespa tem 4ª semana seguida de queda com cenário de guerra no Oriente Médio
Investimentos
Ibovespa tem 4ª semana seguida de queda com cenário de guerra no Oriente Médio

Movimento do principal índice da bolsa foi influenciado pela volatilidade dos mercados e também recebeu pressão de resultados do 1º trimestre

08/05/2026 | 18h48 | Por com Bruna Camargo e informações do Broadcast
Tesouro Reserva estreia com toque de campainha na B3; novo título terá liquidez 24 horas e aplicação a partir de R$ 1
Investimentos
Tesouro Reserva estreia com toque de campainha na B3; novo título terá liquidez 24 horas e aplicação a partir de R$ 1

Novo título do Tesouro Direto não possui marcação a mercado, o que traz previsibilidade no valor resgatado

07/05/2026 | 10h38 | Por Isabela Ortiz
IPO da Compass vai reabrir janela na B3? Entenda por que retomada ainda pode demorar
Investimentos
IPO da Compass vai reabrir janela na B3? Entenda por que retomada ainda pode demorar

Primeira operação do tipo em 4 anos tem mais a ver com problemas da holding Cosan do que com um novo momento favorável na Bolsa; estreia da empresa acontece nesta segunda-feira (11)

07/05/2026 | 05h30 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador