O novo fundo é direcionado para investidores ‘íon’ e ‘Personnalité’ e tem aplicação mínima de R$ 1,00. A taxa de administração é de 0,80% e não cobra taxa de performance.
Segundo a gestora, um dos grandes diferenciais é a composição da carteira que inclui ativos ligados a setores da nova economia, acessando empreendimentos como Data Centers, que hospedam servidores e instalações digitais, bem como espaços de infraestrutura para telefonia celular, além de centro logísticos da cadeia do e-commerce. O fundo replica o índice FTSE Nareit New Economy.
“As vantagens do Itaú Index REITs estão baseadas em alguns pilares: dividendos estáveis (que são reinvestidos automaticamente pelo fundo e auxiliam em uma estratégia de acumulação de capital), diversificação (o mercado imobiliário traz baixa correlação com renda fixa e ações) e internacionalização (exposição cambial ao dólar)”, explica Carlos Augusto Salamonde, CEO da Itaú Asset.
Com base no fechamento de 7 de março, o índice FTSE Nareit New Economy estava composto por 19 REITs nos seguintes segmentos: holding e desenvolvimento imobiliário, telecomunicações, equipamento de telecomunicações, serviços de computação, outros REITs especializados, REITs especiais e REITs industriais.
Na época, na lista de maiores posições do fundo havia destaque para a Prologis, do tipo “holding e desenvolvimento imobiliário”, com peso de 11,02%; SBA Communications, de telecomunicações, com 10,93%; Crown Castle Intl Corp e American Tower Corp, de equipamento de telecomunicações, com 10,81% e 10,06%, respectivamente; e Equinix Inc, de serviços de computação, com 10,14%.