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Fundador da Ser Educacional pede consenso entre políticos para País sair da crise

Em entrevista exclusiva, o empresário Janguiê Diniz fala sobre a aquisição de 20% de empresa de tecnologia

Por Isaac de Oliveira

30/03/2021 | 3:00 Atualização: 30/03/2021 | 10:01

Janguiê Diniz é fundador e presidente do Conselho de Administração da Ser Educacional (SEER3) Foto: Divulgação
Janguiê Diniz é fundador e presidente do Conselho de Administração da Ser Educacional (SEER3) Foto: Divulgação

O empresário Janguiê Diniz, fundador e presidente do conselho de administração da Ser Educacional (SEER3), adquiriu 20% de participação da empresa Pitang Agile IT, com sede em Pernambuco, por meio de seu Venture Capital Epitychia. Em entrevista exclusiva ao E-Investidor, Diniz afirma que o investimento é apenas um entre outros que deverão ser anunciados em direção a startups de tecnologia.

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“Não vamos divulgar o valor exato, mas a ideia é que nos próximos dois ou três anos a gente passe da casa dos R$ 500 milhões de faturamento, com a rentabilidade na margem de uns 30%, e aí já podemos pensar em IPO”, afirma Diniz sobre os planos de abrir capital da Pitang.

Fundada em 2004, a empresa pernambucana de tecnologia movimenta anualmente R$ 80 milhões, com o desenvolvimento de serviços e soluções em Tecnologia da Informação e Comunicação. “Pretendemos transformar a Pitang numa das grandes empresas de tecnologia do Brasil. Porque só vale a pena investir se a empresa tiver potencialidade de crescimento e vimos que ela tem”, avalia.

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Com longa trajetória no setor de educação e responsável por criar uma das maiores empresas do setor no País, o empresário vê o atual cenário da pandemia com muita preocupação. Ele é mais um dos grandes nomes do mercado a chamar atenção para a necessidade de acelerar o processo de vacinação no País. “Enquanto a vacina não vem, teremos que passar por esse sofrimento, temos que fazer esse isolamento social”, diz o executivo.

Para Diniz, também é preocupante o que ele chama de politização da crise sanitária, no caso, o debate político que se criou em torno das vacinas. “Espero que os políticos consigam chegar a um denominador comum para que a gente possa tirar o Brasil dessa crise. Mas não quero partidarizar ou personalizar”, reflete Diniz, cujo grupo se diferenciou de seus pares e conseguiu, por exemplo, fechar 2020 com lucro líquido de R$ 165 milhões, alta de 21% ante 2019.

Confira a entrevista completa a seguir.

E-Investidor: Como se deu essa operação com a Pitang? Há quanto tempo estava em andamento?

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Janguiê Diniz: Por meio do Venture Capital Epitychia estamos investindo em outras empresas, especialmente startups ligadas à área de tecnologia. Já investimos em várias e devemos anunciar outras. Estávamos há seis meses negociando com essa empresa de tecnologia, chamada Pitang, que é uma das maiores de tecnologia, faturou quase R$ 100 milhões no ano passado. Ela tem sede em Pernambuco, mas também tem filial em São Paulo. Depois de seis meses de auditoria, fechamos o contrato. O objetivo principal é aumentar o faturamento, a rentabilidade e levá-la ao IPO.

Quanto foi a operação e quando planejam fazer o IPO?

Foram milhões de reais. Não vamos divulgar o valor exato, mas a ideia é que, nos próximos dois ou três anos, a gente passe da casa dos R$ 500 milhões de faturamento, com a rentabilidade na margem de uns 30%, e aí já podemos pensar em IPO.

A ideia então é de ter essa empresa maior, mais sólida, para que ela entre no mercado com que cara?

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Pretendemos transformar a Pitang numa das grandes empresas de tecnologia do Brasil. É uma fábrica de softwares, com vários produtos, e o objetivo do investimento é fazer com que ela cresça. Porque só vale a pena investir se a empresa tiver potencialidade de crescimento e vimos que ela tem.

A companhia deverá se voltar para algum segmento específico, como educação?

Não só, mas também educação. Ela já implementa transformação digital para bancos, para grandes grupos.

O senhor falou sobre novas aquisições? Quantas estão no radar?

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Devemos anunciar dois negócios na área de tecnologia, creio que entre dez e quinze dias. Mas a previsão é que em todo mês vamos estar investindo em um ou dois negócios.

Como o senhor, que está há no setor de educação, vê o momento do setor no Brasil, com a piora da pandemia?

Eu vejo um momento muito difícil para o Brasil. Já podíamos estar saindo da crise se no momento inicial os governantes tivessem tomado a providência de adquirir as vacinas. Teria sido muito mais barato se tivessem comprado 500 milhões de doses, começado a vacinar logo quando saíram as primeiras. Era muito mais barato do que o prejuízo que o Brasil está tendo. Mas não vamos chorar o leite derramado. A solução, agora, tem que ser através da vacina. Tem que comprar mais 300 milhões de doses e vacinar todo mundo com idade superior a 20 anos, além daqueles que tiverem alguma comorbidade. Enquanto a vacina não vem, teremos que passar por esse sofrimento, temos que fazer esse isolamento social.

O que deve mudar na educação após a crise?

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Tivemos que nos adequar à nova realidade. O nosso ensino digital (da Ser) cresceu e triplicou desde março do ano passado. Tínhamos menos de 20 mil alunos de ensino à distância, hoje estamos com quase 100 mil.  Houve redução na quantidade de alunos, até porque muita gente que não pode pagar desiste, e alguns não têm a cultura do digital. Mas estamos mostrando que o digital é tão bom quanto o presencial, principalmente por conta dos instrumentos tecnológicos. A tendência agora é que o ensino daqui para frente seja híbrido.

A empresa conseguiu ter lucro no ano passado, o mercado ficou otimista, mas muitos analistas olham as ações do setor de educação com cautela. Como tranquilizar o investidor?

É uma coisa de cada vez. Chegou a pandemia em março do ano passado, nós fizemos a lição de casa, investimos maciçamente no digital, fizemos a transformação que tinha que fazer. Treinamos os nossos 12 mil colaboradores, fizemos redução de custos e conseguimos sair de um ano de muita dificuldade, quando muitos saíram no prejuízo, ainda com certa rentabilidade. Agora veio a segunda onda e estamos trabalhando para ver como vamos sair dessa crise ou pelo menos passar por ela com menos prejuízo. O futuro é quem vai dizer. O que quero adiantar para os investidores é que estamos fazendo tudo que é possível e o impossível para que a gente saia neste ano mais fortalecido, como saímos no ano passado.

Qual o seu sentimento em relação à política neste momento? Qual a sua posição sobre a reeleição do Bolsonaro?

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Estou olhando com muita preocupação. A gente tem visto um grande debate político, inclusive com a crise sanitária sendo politizada, quando na verdade era um momento de todos se unirem, governos federal, estadual, municipal, em prol de um único propósito: combater essa pandemia e evitar sofrimento para o povo, mortes e crise econômica. Vejo com muita preocupação, mas espero que os políticos consigam chegar a um denominador comum para que a gente possa tirar o Brasil dessa crise. Mas não quero partidarizar ou personalizar.

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