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Mercado

Lojas Renner: por que o Goldman Sachs recomenda a compra das ações

Para o banco, as ações da varejista têm potencial de alta de 33%, chegando ao preço de até R$ 43 em um ano

Renner
Banco norte-americano vê a empresa bem posicionada e recomenda a compra do papel (Foto: Werther Santana/Estadão)
  • Embora reconheça as incertezas para o varejo e as pressões inflacionárias sobre o custo dos produtos vendidos e sobre as despesas, o banco norte-americano vê a empresa bem posicionada e recomenda a compra do papel
  • De acordo com o relatório, o CEO da companhia, Fabio Faccio, está otimista com as perspectivas para o setor de varejo de vestuário nos próximos trimestres, com a contínua recuperação das tendências de mobilidade
  • Ainda conforme o relatório do banco, a administração da empresa afirmou que as margens devem se recuperar gradualmente, com as margens brutas melhorando ainda mais em 2022, mas com a chance de ainda não atingir os níveis de 2019

As ações da Lojas Renner (LREN3) podem chegar a R$ 43 em até um ano, o que representa um aumento de 33% sobre o preço (R$ 32,32) de última sexta-feira (19), caso se confirmem as projeções do Goldman Sachs. Embora reconheça as incertezas para o varejo e as pressões inflacionárias sobre o custo dos produtos vendidos e sobre as despesas, o banco norte-americano vê a empresa bem posicionada e recomenda a compra do papel.

“Suas capacidades diferenciadas de cadeia de suprimentos, melhorias operacionais em preços, check-out e alocação de estoque, bem como investimentos digitais em andamento, devem permitir que a Renner impulsione ganhos de participação desproporcionais”, afirmam os analistas Irma Sgarz, Felipe Rached e Gustavo Fratini.

A Renner reportou um lucro líquido de R$ 172 milhões no terceiro trimestre de 2021, revertendo o prejuízo de R$ 82,9 milhões registrado no mesmo período de 2020.

O banco revisou as suas estimativas e vê o papel negociado 25,9 vezes o múltiplo P/E (preço/lucro) em 2022, enquanto o múltiplo de negociação atual dos pares de vestuário da América Latina é de 24,3 vezes.

“O (pequeno) prêmio versus os pares se justifica, a nosso ver, pelo maior ciclo de investimentos que a empresa vem passando. Ao olhar para 2023, quando esperamos que o opex comece a se normalizar, vemos a Renner sendo negociada a 19,9 vezes (P/L) contra 20,2 vezes, em média, para os pares”, escrevem os analistas do Goldman.

De acordo com o relatório, o CEO da Lojas Renner, Fabio Faccio, está otimista com as perspectivas para o setor de varejo de vestuário nos próximos trimestres, com a contínua recuperação das tendências de mobilidade, que favorece a volta das pessoas às lojas e a busca por renovação do guarda-roupa para socialização e retorno ao local de trabalho.

Sobre a ameaça competitiva de novos participantes asiáticos no mercado brasileiro, como a Shein, o banco afirma que o CEO reconheceu o rápido crescimento nos downloads dos aplicativos dessas concorrentes e do provável volume de vendas, mas disse que a proposta de valor desses negócios é diferente.

Ainda conforme o relatório do banco, a administração da empresa afirmou que as margens devem se recuperar gradualmente, com as margens brutas melhorando ainda mais em 2022, mas com a chance de ainda não atingir os níveis de 2019.

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