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Mercado

Mercado eleva confiança na Vivara (VIVA3) após encontro com CEO e conselheiros

Para analistas, o conselho da empresa está mais engajado com o time executivo, após problemas de governança

Por Beatriz Rocha

15/09/2025 | 15:09 Atualização: 15/09/2025 | 15:09

Analistas se mostraram confiantes em estrutura de governança da Vivara (VIVA3). Foto: Alex Silva/Estadão
Analistas se mostraram confiantes em estrutura de governança da Vivara (VIVA3). Foto: Alex Silva/Estadão

A Vivara (VIVA3) promoveu na última sexta-feira (12) uma reunião estratégica com o CEO, Icaro Borrello, e o CFO, Elias Leal Lima, além da presidente do conselho de administração, Marina Kaufman, e do vice-presidente do conselho, Paulo Kruglensky. Os analistas do mercado que estiverem presentes ao evento saíram satisfeitos e reforçaram a confiança na empresa, após as diferentes trocas de gestão em 2024.

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Bancos e corretoras apontaram que o conselho da empresa está mais engajado junto ao time executivo, com clareza na divisão de responsabilidades, além de processos estruturados e recorrentes para monitoramento das operações. Foi criada uma estrutura de comitês, organizada por temas e reuniões frequentes, que confere autonomia aos executivos na execução do dia a dia e aumenta a visibilidade do conselho sobre as escolhas estratégicas.

Dentro do conselho, os membros atuam nas áreas em que sua experiência é mais relevante, enquanto a presidente, Marina Kaufman, está envolvida na maioria dos comitês, alinhando prioridades e velocidade.

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Durante o encontro, o time da Vivara relatou que, embora esteja contratando novos executivos, a diretoria permanece focada na eficiência operacional. Paulo Kruglensky ressaltou que não há planos para mudanças significativas nos níveis de despesas administrativas, mas existem projetos para aumentar a produtividade com aplicações práticas de inteligência artificial (IA), permitindo realocação de recursos para a área comercial.

Após a reunião, a XP reiterou recomendação de compra para a Vivara, com preço-alvo de R$ 32, pois segue construtiva em relação aos fundamentos da companhia, à melhoria da governança e aos resultados. “Saímos mais confiantes na história da empresa, pois percebemos uma governança muito mais estruturada, com Kaufman e Kruglensky muito próximos do negócio para fornecer orientação estratégica, enquanto a diretoria da empresa está focada na execução. Isso deve ajudar os investidores a olhar além do próximo resultado trimestral e construir mais confiança no potencial de longo prazo da Vivara“, diz.

Assim como a XP, o Itaú BBA saiu da reunião com maior convicção de que as mudanças de governança estão se traduzindo em resultados operacionais e financeiros. O banco acredita que os balanços de curto prazo da Vivara devem seguir em alta. “A renovação do conselho, a cadência de comitês e a cultura de ‘testar e escalar’ estão impulsionando melhorias nos pontos-chave: estoque, produtividade da fábrica e experiência do cliente”, afirma.

O BBA vê fatores tangíveis para maior conversão de caixa e melhora no Retorno sobre o Capital Investido (ROIC, na sigla em inglês) – indicador que mostra quanto uma empresa consegue gerar de recursos considerando todo o capital investido por acionistas ou credores. A casa reiterou recomendação outperform (equivalente à compra) para as ações da Vivara, com preço-alvo de R$ 32.

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Ainda no encontro, Kaufman destacou que a empresa deu maior ênfase aos produtos de prata no passado e continuará ajustando-se à demanda do consumidor. A companhia também vê oportunidades para oferecer uma experiência mais “premium” em lojas selecionadas, aprimorando layout, sortimento de produtos e atendimento geral.

A marca Life – caracterizada como de luxo jovem e mais democrático – perdeu protagonismo em 2024, mas agora volta ao centro da estratégia de crescimento, com planos de expansão e renovação do portfólio em 2026, incluindo um projeto piloto de lojas independentes de rua. Está no radar ainda uma distinção mais clara entre a marca e a Vivara, especialmente em shoppings onde ambas atuam.

Mudanças na alta gestão

Em 2024, a empresa passou por diferentes trocas de CEO. No dia 15 de março a companhia anunciou que Kruglensky, então presidente, havia renunciado ao cargo. Ele estava há três anos no comando da companhia e era apontado como um dos responsáveis pelo sucesso da varejista com marcas fortes, como a Life.

Para o lugar dele, o conselho de administração elegeu o seu tio Nelson Kaufman, fundador da companhia, que estava afastado da gestão do negócio há pelo menos treze anos. Em 18 de março, Kaufman sinalizou que guiaria a empresa em um processo de aceleração de crescimento e expansão internacional. As novas ideias foram recebidas com receio e os papéis afundaram 14,03% naquele pregão

Depois de toda a repercussão negativa, sete dias depois, a Vivara divulgou que Kaufman não seria mais o CEO. O novo diretor-presidente passou a ser então Otavio Lyra, que já ocupava o cargo de diretor-financeiro da Vivara.

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Em novembro, uma nova mudança: a empresa anunciou Icaro Borrello como seu novo CEO. O executivo entrou na Vivara no início de 2024 como COO (diretor de operações), recrutado por Nelson Kaufman, e segue até hoje no comando da varejista.

Meses depois, em julho de 2025, as mudanças atingiram o conselho de administração da companhia. O fundador da empresa renunciou ao cargo de presidente do conselho, sendo substituído por sua filha Marina Kaufman, que já tinha atuado nas áreas de Marketing, Produto e Recursos Humanos (RH) da varejista. Na ocasião, também foi aprovada a entrada de Paulo Kruglensky para o cargo de vice-presidente do conselho.

Para a Ágora Investimentos e o Bradesco BBI, a última reunião com o mercado reforçou a percepção de que a Vivara está em processo de estabilização após os desafios de governança enfrentados no último ano. As casas avaliam que a empresa demonstrou maior maturidade na gestão. A retomada da expansão da marca Life e o fortalecimento da estrutura organizacional são sinais positivos, assim como o compromisso com disciplina financeira e controle de custos.

“No entanto, acreditamos que a consistência na execução será determinante para destravar valor e sustentar a tese de investimento. Por ora, mantemos recomendação neutra para Vivara, reconhecendo os avanços, mas aguardando maior visibilidade sobre a entrega dos resultados estratégicos”, afirmam Ágora e BBI, que têm preço-alvo de R$ 32 para VIVA3.

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