Neste ambiente de maior cautela, o dólar sobe frente às principais divisas. Na semana, as atenções também estarão voltadas para os dados de inflação na zona do euro, além do PIB norte-americano. Os índices das bolsas norte-americanas também negociam mormente em queda.
Um movimento global de busca por segurança puxou o dólar a R$ 4,93 e empurrou o Ibovespa quase abaixo dos 110 mil pontos, níveis vistos há pouco mais de um mês. No sexto pregão consecutivo de queda, o Ibovespa é conduzido por Vale e Petrobras.
Os juros futuros de médio e longo prazos apontaram para cima, após acompanhar a baixa das commodities. No câmbio, os investidores também reagem à possibilidade de diminuição do diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos em meio a sinais de aceleração da alta de juros pelo Federal Reserve na semana que vem, enquanto o Banco Central indica que o fim do aperto da Selic pode estar próximo. No Brasil, ganha relevância nesta semana a safra de balanços corporativos do 1T22, com números previstos da Vale, Santander, entre outros.