Em Nova York, os futuros avançam de forma moderada, enquanto, na Europa, os principais índices também registram ganhos, com destaque para Paris e Londres.
No continente, a atenção se volta ao Banco Central Europeu (BCE), que deve manter os juros estáveis em 2%.
Na Ásia, o otimismo em torno da Inteligência Artificial (IA) impulsionou as bolsas, com altas superiores a 1% no Nikkei e em Xangai.
Já nos mercados de commodities, o petróleo interrompeu a sequência de valorização e recua após projeções de superávit recorde em 2026.
O minério de ferro em Dalian caiu 0,81%, cotado a US$ 111,70. No câmbio, o dólar ganha força frente às principais moedas, enquanto os rendimentos dos Treasuries permanecem próximos à estabilidade.
Apesar do ambiente externo favorável, os ativos brasileiros podem enfrentar obstáculos nesta quinta-feira (11), refletindo incertezas econômicas internas e a pressão adicional da queda nas commodities.
O mercado acompanha de perto os dados de vendas no varejo de julho, que podem influenciar as expectativas sobre a trajetória da Selic. As projeções indicam alta de 0,8% no varejo ampliado e queda de 0,3% no restrito. No pré-mercado, as American Depositary Receipts (ADRs) brasileiras operam sem direção definida, sinalizando cautela diante da agenda econômica.