O economista americano Michael Spence, premiado com o Nobel de Economia em 2001, disse hoje que não vê grandes rupturas nos fluxos de capital no mundo, exceção aos que envolvem segurança nacional entre China e Estados Unidos.
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O economista americano Michael Spence, premiado com o Nobel de Economia em 2001, disse hoje que não vê grandes rupturas nos fluxos de capital no mundo, exceção aos que envolvem segurança nacional entre China e Estados Unidos.
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“Não vejo tanta disrupção no sistema financeiro global. O fluxo de investimentos, com uma exceção [EUA e China], me parece saudável e aberto”, afirmou Spence durante participação em conferência anual do UBS BB.
Ele ressaltou que, apoiadas pelo movimento de diversificação dos investimentos globais, oportunidades estão sendo abertas a países que se organizaram e estão fazendo investimentos em infraestrutura para receber novas tecnologias.
Segundo o economista, o desenvolvimento de novas tecnologias em múltiplas áreas – como educação, finanças e saúde – permitirá que as economias, inclusive na América Latina, tenham um padrão de crescimento mais inclusivo e com maior produtividade.
“São oportunidades amplamente abertas. E se isso soa teórico, há uma explosão global de atividade empreendedora baseada nos últimos dez anos em tecnologia digital. Isso me deixa otimista. E acho que este é um conjunto de oportunidades para a América Latina”, afirmou Spence.
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