• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Oi (OIBR3/OIBR4): uma segunda recuperação judicial impacta o investidor?

A companhia tem até o início de março para formalizar o pedido na Justiça

Por Daniel Rocha

08/02/2023 | 4:30 Atualização: 07/02/2023 | 19:52

Oi: empresa se prepara para realizar um novo pedido de recuperação judicial. (Shutterstock/Gajus/Reprodução)
Oi: empresa se prepara para realizar um novo pedido de recuperação judicial. (Shutterstock/Gajus/Reprodução)

A Oi (OIBR4/OIBR3) se prepara para entrar em uma nova recuperação judicial, após conseguir a aprovação de uma medida cautelar no dia 1º de fevereiro que impede a execução do pagamento de dívida no valor de R$ 29 bilhões.

Leia mais:
  • Quantas vezes uma empresa pode pedir recuperação judicial?
  • “Estrutura de capital da companhia continua insustentável”, diz Oi à Justiça
  • Americanas pode deixar de pagar aluguel a fundos imobiliários?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A companhia alegou a existência de fatores “imprevisíveis”, como a demora no fechamento das vendas das Unidades Produtivas Isoladas (UPIs), que teria aumentado os custos para manter a operação, e sua atual situação financeira  como as razões para o não pagamento dos débitos. Por esse motivo, uma segunda RJ segue como uma das alternativas para garantir a sustentabilidade financeira nos próximos anos.

O pedido judicial repercutiu de forma negativa para as ações ao estabelecer um prazo de 30 dias para que a empresa formalize um pedido de recuperação. Os papéis preferenciais caíram 27,5% no pregão do dia 2 de fevereiro e 0,82% no dia 3 de fevereiro. Na segunda-feira (6), seguiram em queda e registraram um tombo de 17,26%. Já as ações ordinárias caíram 31,78% na quinta-feira (2), 1,24% na sexta (3) e 21,38% na segunda-feira (6). Já no pregão desta terça-feira (7), as ações fecharam em leve alta de 1,6% (OIBR4) e de 0,8% (OIBR3).

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

A volatilidade no preço das ações não será o único efeito negativo para a companhia. De acordo com Ricardo Brasil, fundador da Gava Investimentos, embora a segunda recuperação judicial busque uma renegociação para o pagamento das dívidas, a medida impede que a empresa participe de alguns índices na Bolsa.

“A companhia pode estar listada na Bolsa de Valores, mas não pode fazer parte de índices, como o Ibovespa. A maior parte dos fundos também tem como regra não investir em empresas em recuperação judicial. Afinal, seria mais um “downgrade” do que um “upgrade” da ação”, avalia Brasil. Uma mudança positiva só aconteceria caso a empresa apresentasse resultados trimestrais positivos. Sem isso, a tendência continua de queda no preço das ações.

Por outro lado, Guilherme Caprara, sócio do escritório MSC Advogados, acredita que a nova tentativa da companhia pode ser mais eficiente do que a primeira em virtude do atual volume da dívida da empresa. “O passivo (as dívidas) já escalonado vai migrar para um segundo procedimento e, possivelmente, nesse segundo procedimento, a empresa terá mais benefícios em cima daquilo que já foi negociado”, avalia Caprara.  No entanto, esse êxito vai depender do resultado da negociação com os credores.

Publicidade

De acordo com o Estadão/Broadcast, enquanto o pedido não é formalizado, a companhia segue em negociação com os credores para encontrar um acordo de refinanciamento das dívidas. Apesar da existência dessa conversa, Ana Lívia Dias, advogada associada ao escritório Briganti Advogados e especialista em Direito Civil e Processo Civil, explica que a medida trata-se do processo de “preparação” para que a companhia entre com um pedido de recuperação judicial nos próximos dias.

“A ação antecipa os efeitos de uma recuperação judicial e impede que o patrimônio seja dilapidado pelos credores para a execução do pagamento da dívida”, afirma Dias. O processo é o semelhante ao que foi realizado pela Americanas após encontrar uma inconsistência contábil de R$ 20 bilhões em janeiro deste ano.

Na prática, não há uma regra que determine quantos pedidos de recuperação judicial uma companhia pode ter. A única exigência é que o pedido anterior não tenha sido feito nos últimos cinco anos. No caso da Oi, a primeira recuperação judicial iniciou em junho de 2016.

Em nota ao E-Investidor, a Oi informou que o presidente da companhia, Rodrigo Abreu, e outros executivos estiveram em Brasília nesta terça-feira (7) para esclarecer aos conselheiros da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicação) a necessidade da tutela de urgência, que a companhia conseguiu na semana passada, para manter as operações em linha com as regras e compromissos junto com a agência.

Publicidade

“A Oi irá manter o órgão regulador informado sobre todas as fases relativas ao desenvolvimento do processo, com a mesma transparência com que vem atuando tanto na reestruturação da empresa e na expansão dos serviços digitais e de conexão por fibra ótica, quanto em seus balanços e reuniões com credores”, informou o comunicado.

A companhia acrescentou ainda que manterá o mercado informado sobre qualquer evolução relevante nas discussões conduzidas com seus credores.

O que fazer com as ações?

A situação financeira da Oi (OIBR4/OIBR3) traz um alerta para os investidores que possuem posição na companhia ou desejam comprar a ação visando uma recuperação no médio prazo. Segundo Brasil, da Gava Investimentos, na maior parte das vezes, a recuperação judicial não consegue garantir uma “guinada” positiva nas contas de uma companhia. Na prática, a medida se assemelha mais como um acordo para tentar reduzir a dívida com seus credores.

“A Oi já está com um problema de caixa e não consegue honrar as suas dívidas com seus credores. Ela tem R$ 600 milhões (de ativos) e deve 30 bilhões. Não acho que seja uma oportunidade para o investidor que está de fora. A guinada é extremamente complicada”, diz Brasil.

Já o BTG Pactual possui recomendação neutra para o papel apesar de reconhecer a segunda recuperação judicial como uma medida necessária para reverter a situação da companhia. “A Oi ainda não alcançou a sustentabilidade esperada para sua operação após a venda de seus ativos”, informaram os analistas em relatório publicado no dia 3 de fevereiro.

Publicidade

Como a dívida considerada em torno de R$ 29 bilhões, o banco avalia que a participação da companhia na V.tal ( empresa de telecomunicação em fibra ótica e o maior ativo da empresa) não será o suficiente para pagar toda a sua dívida. “Acreditamos que a solução está principalmente na negociação com os credores e obtenção de novos haircuts ou uma injeção de capital (via swap de dívida)”, acrescentaram os analistas. No entanto, a primeira solução foi rejeitada pelos credores em uma proposta, divulgada no fim do ano passado.

*Com informações do Estadão

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Oi ON (OIBR3)
Cotações
09/03/2026 22h53 (delay 15min)
Câmbio
09/03/2026 22h53 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Como declarar investimentos do exterior no Imposto de Renda 2026

  • 2

    Imposto de Renda 2026: 6 dicas para já se preparar para a declaração

  • 3

    Ray Dalio: ordem global desmoronou e mundo entra agora na ‘lei da selva’; entenda a comparação com o período pré-Segunda Guerra

  • 4

    Holding Familiar: blindagem patrimonial ou ilusão fiscal? O que está por trás da estratégia que virou febre entre famílias de alta renda

  • 5

    Ibovespa hoje fecha em alta, com disparada da Petrobras e falas de Trump sobre fim do conflito no Oriente Médio

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Saque-aniversário do FGTS 2026: qual é a data limite para o resgate do valor em março?
Logo E-Investidor
Saque-aniversário do FGTS 2026: qual é a data limite para o resgate do valor em março?
Imagem principal sobre o Saque-aniversário do FGTS 2026: quem ainda pode realizar o saque em março de 2026?
Logo E-Investidor
Saque-aniversário do FGTS 2026: quem ainda pode realizar o saque em março de 2026?
Imagem principal sobre o Calendário do IPVA em março de 2026: veja as datas de pagamento do Ceará
Logo E-Investidor
Calendário do IPVA em março de 2026: veja as datas de pagamento do Ceará
Imagem principal sobre o Bolsa Família: a antecipação depende do final do NIS?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: a antecipação depende do final do NIS?
Imagem principal sobre o Calendário do IPVA em março de 2026: veja as datas de pagamento da Bahia
Logo E-Investidor
Calendário do IPVA em março de 2026: veja as datas de pagamento da Bahia
Imagem principal sobre o Gás do Povo: quem pode receber até quatro vales por ano?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: quem pode receber até quatro vales por ano?
Imagem principal sobre o Saque calamidade do FGTS: como funciona a habilitação do município?
Logo E-Investidor
Saque calamidade do FGTS: como funciona a habilitação do município?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como é feita a declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como é feita a declaração?
Últimas: Mercado
Entenda a situação do petróleo com a guerra no Irã e como afeta todo o mercado
Mercado
Entenda a situação do petróleo com a guerra no Irã e como afeta todo o mercado

Alta da commodity gera pressão inflacionária pelo mundo, podendo impactar ciclos de juros inclusive no Brasil; dúvida é até onde o conflito se estenderá

09/03/2026 | 18h57 | Por Luíza Lanza
Ibovespa hoje: Azzas (AZZA3) lidera altas; MRV (MRVE3) tomba após balanço do 4T25
Mercado
Ibovespa hoje: Azzas (AZZA3) lidera altas; MRV (MRVE3) tomba após balanço do 4T25

Dia foi marcado por novo salto do petróleo, o que favoreceu as ações da Petrobras (PETR3;PETR4)

09/03/2026 | 18h54 | Por Beatriz Rocha
Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, perde fôlego no fim do dia e movimenta a B3: veja quem ganha e quem perde
Mercado
Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, perde fôlego no fim do dia e movimenta a B3: veja quem ganha e quem perde

Escalada do conflito no Oriente Médio leva barril a perto de US$ 120, impulsiona petroleiras na Bolsa e pressiona setores como varejo e companhias aéreas.

09/03/2026 | 17h35 | Por Daniel Rocha
Como se posicionar na renda fixa neste mês, segundo o Itaú BBA
Mercado
Como se posicionar na renda fixa neste mês, segundo o Itaú BBA

Banco recomenda títulos de crédito privado mais seguros em momento de aperto no mercado

09/03/2026 | 16h08 | Por Marília Almeida

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador