• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Open banking: o que muda na 3ª fase e quem protege os seus dados

A nova fase irá permitir aos usuários o pagamento via Pix, sem a necessidade do acessar aplicativos bancários

Por E-Investidor

10/09/2021 | 15:20 Atualização: 10/09/2021 | 15:20

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

(Daniel Rocha/especial para o E-Investidor) – O open banking vai oferecer mais um serviço financeiro aos brasileiros. De acordo com o Banco Central (BC), a previsão é que, a partir do dia 29 de outubro, o sistema possibilite o compartilhamento rápido e seguro de dados para pagamentos. A medida pode trazer mais agilidades às compras feitas pela internet via Pix. 

Leia mais:
  • O que o adiamento do Open Banking sinaliza para o mercado
  • PicPay compra 100% do Guiabolso em aposta no open banking
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A mudança é pequena, mas demonstra uma modernização do sistema financeiro. Com o início da terceira fase do open banking, as pessoas vão poder efetuar o pagamento via Pix em sites de e-commerce sem precisar acessar o aplicativo do banco. O chefe-adjunto do Departamento de Tecnologia da Informação do Banco Central, Aristides Andrade, explica que o consumidor irá apenas autorizar o débito solicitado na sua conta corrente.

Isso quer dizer que, ao escolher pelo Pix, você irá apenas informar a sua chave de identificação, que pode ser seu CPF ou endereço de e-mail, no site de e-commerce. A empresa responsável por efetuar o pagamento irá acionar o banco para realizar o débito. No entanto, antes do procedimento ser realizado, a instituição financeira irá emitir um comunicado com todos os detalhes da compra para o correntista.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Você irá receber uma mensagem do seu banco solicitando o consentimento para a transação”, explica. Após a confirmação, o pagamento será realizado. A terceira fase só contempla a forma de pagamento Pix, mas a previsão é que os outros modelos sejam incorporados no novo sistema financeiro. “Para 2022, está previsto a iniciação de pagamentos para outros arranjos, como a TED”, afirma.

Para o gerente de estratégia da plataforma de open banking Quanto, Gustavo Bresler, a nova forma de pagamento irá trazer uma comodidade semelhante ao uso do cartão de crédito. “Da mesma forma que você efetua pagamento por meio do cartão de crédito sem precisar acessar o site ou aplicativos das instituições financeiras, o open banking vai permitir esses novos arranjos de pagamento, sempre com consentimento do usuário e de forma segura”, compara.

O serviço do open banking deve chegar ao usuário já com as medidas de segurança adotadas recentemente pelo BC para esse tipo de transação. Por esse motivo, na avaliação de Murillo Restier, diretor de vendas América Latina da Fiserv, empresa de tecnologia de transações financeiras, as pessoas só devem ficar atentas às informações presentes no termo de consentimento para esse tipo de pagamento. “O nosso papel é garantir que as empresas (que irão intermediar os pagamentos) vão poder trafegar e armazenar os dados de forma segura”, informa.

Segurança dos dados

Publicidade

A modernização do sistema financeiro, porém, traz desconfiança para parte da população. De acordo com pesquisa feita pela TecBan e pelo Instituto Ipsos, cerca de 46% da população brasileira está preocupada com a forma como os dados financeiros serão utilizados no open banking.

O levantamento ouviu mil pessoas de forma online durante o mês de junho em todo o País. Além disso, o estudo mostrou que 57% dos entrevistados esperam que o sistema os proteja de fraudes, conectando-os a um time de atendimento caso o golpe seja detectado.

O Banco Central garante que o sistema Open Banking é seguro para os usuários (Fonte: Shutterstock)

O Banco Central garante a segurança do sistema e informa que as instituições participantes devem obedecer regras estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e também pelo BC. As diretrizes abrangem as responsabilidades pelo compartilhamento e características obrigatórias do procedimento. Todo o processo será supervisionado.

De acordo com Andrade, do BC, quando a instituição financeira atende os requisitos, é emitido um certificado digital. Esse “selo” permite a comunicação de forma segura entre os bancos e outras empresas financeiras. “Uma instituição só se comunica com a outra se as duas tiverem esse certificado digital. Isso é uma das medidas de segurança adotada”, garante.

Mesmo com esses recursos de segurança, os usuários precisam observar os detalhes de cada consentimento antes de autorizar o compartilhamento das informações. De acordo com Juan Ferrés, fundador da Teros, empresa de soluções e inteligência tecnológica para open banking, o termo de pedido deve ser feito pelas instituições de forma simples e objetiva.

Publicidade

“Quando ele receber o pedido de compartilhamento, é preciso verificar quem irá receber os dados, para qual finalidade e prazo”, ressalta. Segundo Juan, o BC não autoriza o uso desses dados para outros fins que não foram definidos no termo de consentimento. “A empresa não pode repassar seu dado para o telemarketing. Se isso acontecer, você tem o direito de denunciar ao Banco Central”, acrescenta.

A troca de informações irá acontecer por meio dos aplicativos e sites oficiais dos bancos e instituições financeiras, o que garante a segurança do fornecimento de dados para o usuário. “Ninguém vai te ligar e dizer: “Olha, você autoriza o compartilhamento de seus dados?”, informa.

A mesma orientação também é dada por Marcelo Queiroz, head de estratégia de mercado da ClearSale. Segundo ele, as pessoas não devem clicar em links ou conceder informações que não estejam dentro das plataformas oficiais das instituições financeiras. “Sempre deve executar as ações/transações dentro de ambientes seguros logados das suas instituições. Evitar o uso de links ou processos via mensagem”, orienta.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Open Banking
  • Pagamentos
  • PIX
Cotações
12/03/2026 4h07 (delay 15min)
Câmbio
12/03/2026 4h07 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    GPA pede recuperação extrajudicial: lojas do Pão de Açúcar podem fechar? Entenda o que muda

  • 2

    CDBs de até 230% do CDI: como funcionam as ofertas promocionais e os cuidados antes de investir

  • 3

    Qual “caixinha” rende mais? Comparamos 7 bancos

  • 4

    FGC não é escudo total: 6 sinais de alerta antes de investir em CDB

  • 5

    Holding Familiar: blindagem patrimonial ou ilusão fiscal? O que está por trás da estratégia que virou febre entre famílias de alta renda

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: quem pode participar das apostas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: quem pode participar das apostas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: as vendas paralelas já começaram?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: as vendas paralelas já começaram?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: saiba qual é o concurso da vez
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: saiba qual é o concurso da vez
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como saber se a isenção foi aprovada no caso de pacientes com doenças graves?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como saber se a isenção foi aprovada no caso de pacientes com doenças graves?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: como funciona a distribuição dos prêmios?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: como funciona a distribuição dos prêmios?
Imagem principal sobre o Calendário do IPVA em março de 2026: veja as datas de pagamento do Piauí
Logo E-Investidor
Calendário do IPVA em março de 2026: veja as datas de pagamento do Piauí
Imagem principal sobre o Calendário do IPVA em março de 2026: veja as datas de pagamento da Paraíba
Logo E-Investidor
Calendário do IPVA em março de 2026: veja as datas de pagamento da Paraíba
Imagem principal sobre o Calendário do IPVA em março de 2026: veja as datas de pagamento do Rio Grande do Norte
Logo E-Investidor
Calendário do IPVA em março de 2026: veja as datas de pagamento do Rio Grande do Norte
Últimas: Mercado
Ibovespa hoje: Petrobras (PETR3;PETR4) bate recorde de valor de mercado; Raízen (RAIZ4) cai 5,7%
Mercado
Ibovespa hoje: Petrobras (PETR3;PETR4) bate recorde de valor de mercado; Raízen (RAIZ4) cai 5,7%

Mercado repercutiu novo salto nos contratos de petróleo e dados de inflação nos Estados Unidos

11/03/2026 | 19h04 | Por Beatriz Rocha
GPA (PCAR3): Justiça aceita pedido de recuperação extrajudicial
Mercado
GPA (PCAR3): Justiça aceita pedido de recuperação extrajudicial

Com R$ 4,5 bilhões em dívidas não operacionais, o Grupo Pão de Açúcar conta com a adesão de 46% dos credores

11/03/2026 | 15h35 | Por Beth Moreira
Petrobras (PETR3; PETR4) sobe mais de 4% com petróleo em alta e impulsiona Ibovespa
Mercado
Petrobras (PETR3; PETR4) sobe mais de 4% com petróleo em alta e impulsiona Ibovespa

Commodity avançou com tensões no Oriente Médio e ações do setor acompanharam movimento na B3

11/03/2026 | 14h55 | Por Igor Markevich
Raízen (RAIZ4) pede recuperação extrajudicial; veja o que fazer com as ações
Mercado
Raízen (RAIZ4) pede recuperação extrajudicial; veja o que fazer com as ações

Plano da Raízen (RAIZ4) busca renegociar cerca de R$ 65 bilhões em dívidas não operacionais e envolve conversão de dívidas em capital

11/03/2026 | 14h42 | Por Daniel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador