O petróleo hoje retoma a trajetória de alta em meio à guerra no Irã. Nesta quinta-feira (26), o “ouro negro” devolve as perdas da véspera e recoloca o barril de volta ao patamar dos US$ 100.
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O petróleo hoje retoma a trajetória de alta em meio à guerra no Irã. Nesta quinta-feira (26), o “ouro negro” devolve as perdas da véspera e recoloca o barril de volta ao patamar dos US$ 100.
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Por volta das 9h30 (de Brasília), O WTI para maio avançava 4,16%, a US$ 94,07, enquanto o Brent para junho subia 4,24%, a US$ 101,39.
O movimento reflete a recomposição do prêmio de risco diante das incertezas no Oriente Médio, nesse contexto, cada sinal contraditório sobre negociações entre Estados Unidos e Irã tem impacto direto e quase imediato nas cotações da commodity.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que há conversas em curso com o Irã e que o país estaria disposto a negociar. Em sentido oposto, a mídia estatal iraniana indicou rejeição a uma proposta norte-americana para encerrar o conflito, ainda que mantenha interlocução por meio de mediadores.
A alta da commodity reverberou em diferentes classes de ativos. Os futuros de Nova York recuaram, sugerindo ajuste após ganhos recentes, enquanto o dólar hoje avança frente a euro e libra. Na Europa, as bolsas operaram em queda generalizada, pressionadas pela perspectiva de energia mais cara e seus desdobramentos inflacionários.
No Brasil, o Banco Central (BC) incorporou a recente elevação do petróleo às projeções de curto prazo e estima Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 1,07% no 2T26, com combustíveis e energia elétrica entre os principais vetores de pressão.
Apesar do salto do petróleo, os ADRs da Petrobras (PETR3; PETR4) – instrumento que permite negociar nos EUA ações de companhias de fora do país – exibem comportamento mais contido no pré-mercado de Nova York. Os ADRs equivalentes às ações ordinárias da petroleira avançavam 0,20%, a US$ 19,86, enquanto os papéis atrelados às preferenciais permaneciam estáveis, a US$ 18,13.
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