Dentre eles estão a revisão pessimistas nas projeções econômicas do FMI, o reforço do protecionismo dos Estados Unidos na área comercial e os temores relacionados a uma segunda onda de casos de covid-19.
As três ações que registraram as maiores altas no dia foram Marfrig (MRFG3), Klabin (KLBN11) e B2W (BTOW3).
Confira o que afetou o desempenho desses três papéis:
Marfrig (MRFG3): 3,28%
Com valorização de 3,28%, as ações da empresa encerraram o pregão com o melhor desempenho do dia, cotadas a R$ 12,91. Os papéis da empresa, cuja receita é menos dependente do mercado doméstico, foram impulsionados pela alta do dólar, que subiu 3,33% e fechou em R$ 5,32.
No mês, as ações da empresa tem desvalorização de 0,92% e no ano valorização de 29,62%.
Klabin (KLBN11): 2,90%
Com alta de 2,90%, as ações da empresa tiveram o segundo melhor desempenho do dia e encerraram o pregão cotadas a R$ 20,55. Os papéis da empresa subiram reagindo a um relatório do UBS, que elevou a recomendação da Klabin para “compra”.
Segundo o banco, a companhia tem flexibilidade para aumentar exportações de forma rentável e deve ser a maior beneficiária da alta do dólar ante o real.
No mês, as ações da empresa tem valorização de 4,26% e, no ano, de 11,74%.
B2W (BTOW3): 2,86%
Com valorização de 2,86% no dia de hoje, as ações da empresa fecham o top 3 das maiores altas do pregão, cotadas a R$ 106,25. Gustavo Almeida, analista de ações da Spiti, comentou que a ação está sendo beneficiada há algumas semanas por entrar em uma “cesta” de investimentos de estrangeiros que buscam nomes beneficiados pela transição digital.
“Há um fluxo de compra que leva a essa alta, e é mais pela onda da nova economia, que gera uma inércia para esses papéis”, disse ele ao Estadão/Broadcast.
No mês, a ação da empresa tem valorização de 15,97% e no ano de 69,03%.