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Privatizar a Petrobras não está no radar, diz Roberto Castello Branco

Roberto Castello Branco reafirmou plano de vender ativos e subsidiárias e boa relação com a China

Por E-Investidor

25/05/2020 | 13:28 Atualização: 25/05/2020 | 13:29

Roberto Castello Branco, presidente da Petrobrás.  (Sergio Moraes/ Reuters)
Roberto Castello Branco, presidente da Petrobrás. (Sergio Moraes/ Reuters)

(Fernanda Nunes, Estadão Conteúdo) – O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou nesta segunda-feira (25) que não está no radar do governo a privatização da Petrobras. Será mantido, porém, o programa de venda de ativos e subsidiárias, o que inclui a participação da estatal na Braskem.

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Em conferência por vídeo organizada pela Genial Investimentos, Campos Neto comentou outros pontos ligados à Petrobras e à política econômica do governo, como a relação comercial com a China e projeções para a retomada do preço do petróleo no mercado globaç. Estes são os principais tópicos.

Privatizar a Petrobras não está no radar

Castello Branco disse que a privatização da Petrobras não está no radar do governo. Mas continua em curso o programa de venda de ativos e subsidiárias. Em alguns casos, unidades serão fechadas, como aconteceu com a Araucária Nitrogenados (Ansa), no início deste ano. A participação da estatal na Braskem deve ser vendida até o fim do ano. A companhia petroleira é sócia da Odebrecht na petroquímica.

Parceria com a China não poderia ser melhor

A relação da Petrobras com a China “não poderia ser melhor”, segundo Castello Branco. Segundo o executivo, não há interferência política nos acordos comerciais firmados entre os dois países. A China é atualmente um dos principais compradores de petróleo e derivados da Petrobras e também um dos que detém o maior número de contratos de construção de plataformas para a estatal.

O crescimento das exportações para a Ásia tem sustentado a receita da companhia. Com isso, a alta do dólar tem sido favorável à companhia, de acordo com o executivo.

Contra cotação baixa, revisão do portfólio e aposta no pré-sal

A cotação do barril do petróleo dificilmente se manterá no patamar de US$ 75 como no passado, segundo Castello Branco. Entre as estratégias adotadas pela companhia para enfrentar a crise atual, de baixa da cotação, está a revisão do portfólio de projetos. A expectativa, porém, é manter ativos do pré-sal, principalmente grandes reservatórios de baixo risco, como o de Búzios, na Bacia de Santos.

Petrobras vai usar gasodutos instalados para gás natural do pré-sal

A Petrobras vai utilizar gasodutos instalados inicialmente para transportar gás natural do pré-sal ao Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) para levar o produto à Refinaria de Duque de Caxias (Reduc), no Estado do Rio. Na refinaria, o gás será processado para gerar lubrificantes de última geração, segundo o presidente da Petrobras.

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O executivo afirmou ainda que na unidade de processamento de gás natural, que está sendo instalada no Comperj, será produzido mais gás liquefeito de petróleo (GLP).

Barril do petróleo chegará a US$ 50 em cinco anos

A Petrobras projeta uma recuperação gradual do preço do petróleo nos próximos cinco anos, até chegar a US$ 50 por barril na média anual. Para este ano, a cotação projetada é de US$ 25 por barril, segundo o presidente da companhia.

Enquanto o preço da commodity se mantém em patamar mais baixo, a companhia revê o seu portfólio de projetos. Alguns deles devem ser readequados para que sejam viáveis neste período de crise. Outros serão suspensos e outros, definitivamente cancelados. O executivo enfatizou, porém, que não pretende alavancar a empresa para manter os investimentos.

BNDES e Caixa estão ajudando pequenos fornecedores da Petrobras

Além disso, a Petrobras negocia contratos com fornecedores, principalmente com os maiores, que, segundo Castello Branco, têm mais capacidade de enfrentar a crise. Já os menores estão sendo preservados. “Utilizamos bancos para financiar fornecedores pequenos, mas não adiantamos recursos, porque temos que preservar o caixa”, afirmou. Segundo o executivo, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco do Brasil e a Caixa Econômica estão ajudando os pequenos fornecedores da estatal a ultrapassar a crise.

Meta de endividamento: US$ 87 bilhões no curto prazo e US$ 60 bilhões no longo prazo

Castello Branco espera a retomada de medidas de desalavancagem no ano que vem, mas isso dependerá do cenário global, principalmente se haverá uma segunda onda de contaminação pelo coronavírus. Por enquanto a meta se mantém em endividamento médio anual de US$ 87 bilhões no curto prazo e de US$ 60 bilhões no longo prazo.

O presidente da companhia petroleira enfatizou ainda que vê sinais tênues de recuperação das economias. “Uma das alavancas de crescimento da China são as exportações. Mas a demanda dos clientes ainda está fraca. Embora seja um desempenho melhor (do que há alguns meses), a melhora é muito pouco substancial. Nós da Petrobras procuramos trabalhar num pior cenário possível”, afirmou o presidente da estatal.

Folha de pagamento é de R$ 22 bilhões por ano

Na teleconferência, ele ainda afirmou que a folha de pagamento, de R$ 22 bilhões por ano, é “pesada, em comparação com outras empresas. Todos os índices de custo com pessoal são muito desfavoráveis”.

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