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Mercado

Rede D’Or São Luiz: o que você precisa saber sobre o plano ambicioso do IPO

Com potencial de ser o maior desde 2013 no País, oferta de ações da companhia de saúde pode movimentar mais de R$ 12 bilhões

Por Isaac de Oliveira

18/11/2020 | 8:11 Atualização: 18/11/2020 | 8:12

(Foto: Ricardo Moraes/Reuters)
(Foto: Ricardo Moraes/Reuters)

Será que o mercado brasileiro está pronto para registrar o maior IPO desde 2013 e o segundo da sua história? Essa resposta deve vir em 10 dezembro, com o resultado da oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da Rede D’Or, anunciada na manhã de terça-feira (17). No melhor dos cenários, a operação pode movimentar R$ 12,65 bilhões, considerando o teto da faixa de preço indicativa e os lotes adicional e suplementar.

Leia mais:
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A oferta já era aguardada, mas surpreendeu pela sua dimensão. Analistas avaliam que, mesmo com alta liquidez no mercado e investidores a procura de bons negócios, o momento ainda é de muitas incertezas no ambiente macroeconômico doméstico e internacional.

Mas a rede privada de hospitais, que é um dos maiores players do setor no País, está mesmo focada em dar continuidade ao seu fluxo de expansão, realizando novas aquisições e construindo novas unidades, por exemplo. Atualmente, ela detém 51 hospitais próprios com as marcas Rede D’Or e São Luiz.

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Se conseguir a capitalização máxima, a empresa chegará a R$ 112,4 bilhões em valor de mercado, deixando para trás outros nomes do setor de saúde na B3, como Hapvida, (R$ 50 bilhões), Notre Dame Intermédica (R$ 43 bilhões) e Qualicorp (R$ 9,7 bilhões).

IPO deve ser recorde?

O maior IPO da história do País foi o do Santander Brasil (SANB11), com capitalização de 13,2 bilhões, em 2009. Na sequência, está a oferta do BB Seguridade (BBSE3), realizada em 2013, que movimentou R$ 11,4 bilhões, e da Cielo (CIEL3), em 2009, com captação de R$ 8,4 bilhões.

Conforme o prospecto da Rede D’Or, a faixa indicativa de preço para as ações tem piso de R$ 48,91 e teto de R$ 64,35. Ao todo a oferta será composta por 145.677.487 ações ordinárias, que serão colocadas em oferta primária, ou seja, os recursos vão para o caixa da empresa. Com isso, a empresa espera levantar pelo menos R$ 8 bilhões, a partir do preço médio da oferta, de R$ 56,63 por ação, deduzindo os custos e desconsiderando os lotes adicional e suplementar e deduzido de custos. O período de reservas para os interessados vai até 8 de dezembro.

Para Simone Pasianotto, economista-chefe da Reag Investimentos, o IPO reacende às expectativas no mercado, e até pode animar outras companhias que estavam mais receosas em relação à retomada da captação em ambiente de bolsa. Contudo, para ela, o preço da oferta está bastante “salgado”, ainda que seja característico um otimismo .

Em uma análise de valuation própria e “bem conservadora”, Pasianotto avalia o preço médio de cada ação na faixa dos R$ 42, dadas algumas deficiências da companhia. “Conforme os painéis de indicadores de desempenho deles, ela é uma empresa com uma perspectiva futura de crescimento, porém tem algumas deficiências em estrutura de capital, solvência estatística um pouco insatisfatória enquanto benchmark de mercado”, analisa a economista-chefe da Reag.

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Ainda que seja cedo para avaliar a demanda pelos papéis, o cenário geral ainda é de baixa taxa de juros e, consequentemente, grande procura por renda variável, como um caminho para melhores retornos nos investimentos.

“Todo mundo está procurando diversificar os portfólios para poder remunerar e ter um número de rentabilidade mais parecido com os últimos anos. Isso sem dúvidas tem que passar pelo risco”, avalia Fábio Galdino, head de renda variável da Vero Investimentos.

Além dos investidores pessoa física, que estão de olho na bolsa de valores, é necessário observar o movimento dos “grandes”. “Vai depender muito da participação do investidor institucional, tanto local como estrangeiro, para termos ideia de como isso vai repercutir para o varejo”, observa Galdino.

Maiores IPOs de 2020 ficaram no piso

Se tiver êxito na capitação máxima, a Rede D’Or irá na contra-mão das maiores ofertas realizadas em 2020, que tiveram as ações precificadas no piso da faixa indicativa. O Grupo Mateus (GMAT3), por exemplo, captou R$ 4,6 bilhões, com cada ação negociada em R$ 8,97. Já a Hidrovias do Brasil (HBSA3) conseguiu R$ 3,4 bilhões na oferta, com cada ação valendo R$ 7,56 na entrada na bolsa.

“Estamos em outro momento de mercado, não é naquela bolsa mais ‘molezinha’ que vimos entre abril, maio, ou mesmo em agosto e setembro, quando os preços estavam mais para baixo do que estão agora, com o mercado menos impulsionado”, avalia Galdino.

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Como não se viu nenhum movimento dessa magnitude no pós-quarentena, o sentimento é de curiosidade pelos desdobramentos e a recomendação é ter cautela. Pasianotto, por exemplo, lembra que os investidores estão ávidos por bons negócios e que há liquidez no mercado.

“A empresa é sólida, tem indicadores de rentabilidade muito bons e faz parte de um setor que está em posição de crescimento”, diz Pasianotto. “É um bom negócio mas é importante lembrar que não é o melhor do mundo. A companhia tem deficiências, que o investidor tem que olhar com muito cuidado”, completa.

Outra iniciativa importante, antes de qualquer tomada de posição, é considerar o prazo do investimento. “A coisa fundamental para o pequeno investidor é ter a noção de tempo que ele vai ter esse recurso disponível, porque estamos falando de renda variável”, afirma Galdino.

O head de renda variável da Vero explica que se deve investir, em caso como esse de IPO, com a certeza de vender no primeiro dia com lucro. Ainda que seja possível, não é uma garantia uma vez que uma oferta tão grande gera muitas incertezas. “O investidor precisa ter a convicção de que esse investimento pode ser de médio prazo”, diz Galdino.

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