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Mercado

Schroders chega a R$ 2,1 bilhões em fundos de crédito no Brasil

Gestora global também irá lançar um novo fundo do segmento ainda em 2021

Schroders chega a R$ 2,1 bilhões em fundos de crédito no Brasil
Fernando Cortez, diretor comercial da Schroders Brasil. Foto: Divulgação/Schroders
  • A Schroders Brasil, gestora global de investimentos, chegou à marca de R$ 2,1 bilhões sob gestão em fundos de crédito no mercado brasileiro
  • Com a alta da Selic, os investidores estão buscando mais diversificação, a fim de ampliar os retornos e a proteção da carteira
  • De acordo com Fernando Cortez, diretor comercial da Schroders Brasil, é fundamental nesse momento oferecer fundos que mesclem títulos de dívida de diversos emissores e com alta qualidade creditícia

A Schroders Brasil, gestora global de investimentos, chegou à marca de R$ 2,1 bilhões sob gestão em fundos de crédito no mercado brasileiro. O montante é cerca de 17 vezes maior que o capital gerido no início do ano, de R$ 124 milhões. A expansão da procura por esse tipo de produto reflete, segundo a instituição, uma conjuntura mais favorável a essa classe de ativos nos últimos meses.

Com a alta da Selic no curto prazo e redução dos prêmios de risco, os investidores estão buscando mais diversificação, a fim de ampliar os retornos e a proteção da carteira. De acordo com Fernando Cortez, diretor comercial da Schroders Brasil, é fundamental nesse momento oferecer fundos que mesclem títulos de dívida de diversos emissores e com alta qualidade creditícia.

“Incluindo títulos de dívida latino-americanos e US Investment Grade (títulos de dívida com baixo risco de crédito), entre outros”, explica Cortez. “Os nossos fundos vieram registrando gradual crescimento no dia a dia, até alcançarmos hoje a marca de R$ 2,1 bilhões. Isso ultrapassa em muito a nossa meta para o ano, que era de R$ 500 milhões, o que é excelente, pois mostra a retomada do apetite dos investidores pela classe de ativo.”

Fundo de crédito internacional

Por isso, a Schroders Brasil também planeja lançar, até o fim de 2021, um novo fundo de crédito com parcela elevada de investimento no mercado internacional. Batizado de ‘Schroder Latam Bonds’, o produto irá aplicar 60% do patrimônio em títulos de dívida brasileiros e 40% em títulos de dívida de outros países da América Latina. O objetivo é buscar descorrelação e maior proteção contra riscos domésticos.

O novo fundo terá investimento mínimo de R$ 5 mil e será voltado a investidores qualificados. “Nosso objetivo é sempre trazer produtos inovadores para o mercado brasileiro, utilizando nossa estrutura internacional como suporte para fundos diversificados, além da capacidade de gestão dos nossos analistas e gestores locais, que têm ampla experiência no mercado nacional”, diz Daniel Celano, CFA, diretor-presidente da Schroders Brasil.

Além de expandir o volume gerido no segmento de crédito, a gestora pretende ampliar a equipe de gestão e análise, sediada em São Paulo. Em junho, a Schroders Brasil já anunciou a contratação de Daniel Palaia, PHD em economia e com certificação CGA (para gerir recursos de terceiros), como novo head de crédito privado. “O lançamento desse novo produto em crédito é uma evidência desse compromisso”, afirma Celano.

Atualmente, a gestora possui quatro fundos de crédito disponíveis aos investidores brasileiros. Entre estes, apenas o ‘Schroder Advisory XP Seguros FI RF Previdenciário Crédito Privado’ tem exposição ao mercado internacional, mas em percentuais bem menores do que o novo fundo que está sendo desenhado.

Com patrimônio líquido de mais de R$ 100 milhões, o Advisory XP Seguros tem 20% do portfólio atrelado a títulos norte-americanos e registra alta de 8,97% entre janeiro e outubro deste ano. “Nosso objetivo é sempre trazer produtos inovadores para o mercado brasileiro, utilizando nossa estrutura internacional como suporte para fundos diversificados, além da capacidade de gestão dos nossos analistas e gestores locais, que têm ampla experiência no mercado nacional”, explica Celano.

No mundo, a Schroders gere aproximadamente US$ 200 bilhões em fundos de renda fixa e crédito.

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